Bolsa Família e Auxílio Gás: pagamentos de junho começam nesta segunda-feira; veja calendário e como sacar

Cavalo que fica entediado pode ter problemas de saúde
Primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. Pagamento previsto é de R$ 600 por família, com possíveis adicionais; valores serão pagos de forma escalonada até o fim do mês. Calendário do Bolsa Família 2024 é divulgado.
MDS
A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de junho do Bolsa Família e do Auxílio Gás nesta segunda-feira (17).
Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), os benefícios serão pagos durante os últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada — com exceção de dezembro, quando o calendário é antecipado.
Há exceção também para os moradores de municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pelo governo federal. Segundo a Caixa, o crédito será antecipado para 658 mil famílias do Rio Grande do Sul.
Para essas pessoas, o pagamento será realizado de forma unificada, no primeiro dia do repasse, independentemente do número final do NIS.
Ao todo, mais de 20 milhões de famílias recebem o Bolsa Família e o Auxílio Gás neste mês.
O Auxílio Gás foi criado para mitigar o impacto do preço do gás de cozinha no orçamento das famílias. Atualmente, mais de 5,5 milhões de famílias recebem, bimestralmente, 100% do valor da média nacional do botijão de 13 kg.
Em junho, o valor será de R$ 102. Os pagamentos seguem o calendário de pagamento do Bolsa Família.
Já o Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:
R$ 150 por criança de até 6 anos;
R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;
R$ 50 por bebê de até seis meses.
Confira o calendário do Bolsa Família para abril de 2024:
Final do NIS: 1 – pagamento em 17/6
Final do NIS: 2 – pagamento em 18/6
Final do NIS: 3 – pagamento em 19/6
Final do NIS: 4 – pagamento em 20/6
Final do NIS: 5 – pagamento em 21/6
Final do NIS: 6 – pagamento em 24/6
Final do NIS: 7 – pagamento em 25/6
Final do NIS: 8 – pagamento em 26/6
Final do NIS: 9 – pagamento em 27/6
Final do NIS: 0 – pagamento em 28/6
Ao longo do ano, a previsão de pagamentos é:
Julho: de 18/7 a 31/7;
Agosto: de 19/8 a 30/8;
Setembro: de 17/9 a 30/9;
Outubro: de 18/10 a 31/10;
Novembro: de 14/11 a 29/11;
Dezembro: de 10/12 a 23/12.
Bolsa Família 2024: pagamentos começam nesta quinta-feira; veja calendário
Veja abaixo perguntas e respostas sobre o Bolsa Família.
Quem pode receber o Bolsa Família?
A principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa.
Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.
Os beneficiários também precisam arcar com contrapartidas, como:
manter crianças e adolescentes na escola;
fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);
manter as carteiras de vacinação atualizadas.
Onde se cadastrar?
Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.
Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.
VEJA COMO FAZER O CADASTRO ÚNICO DO GOVERNO FEDERAL
Como sacar o Bolsa Família?
Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.
Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.
Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

Fazenda minimiza impacto do ‘imposto do pecado’ nos combustíveis: ‘preço do petróleo oscila 1% todo dia’

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Segundo secretário da Fazenda, impacto econômico será limitado e localizado no produtor de petróleo. Petroleiras falam em custos de R$ 6 bilhões ao ano. Especialistas projetam que nos próximos anos o mercado internacional continuará demandando uma maior quantidade de petróleo bruto.
Getty Images via BBC
O secretário extraordinário para a reforma tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, minimizou o impacto do chamado “imposto do pecado” sobre o petróleo bruto — insumo para combustíveis como gasolina e diesel.
“O preço do petróleo oscila 1% todo dia, então não vamos também ficar discutindo impacto inflacionário desse efeito”, afirmou em entrevista ao g1 e à TV Globo.
Chamado de “imposto do pecado”, o imposto seletivo vai ser uma taxa cobrada sobre alguns itens considerados prejudicais à saúde e ao meio ambiente. A intenção é desestimular o consumo.
O petróleo bruto é um desses itens, conforme a reforma tributária aprovada no ano passado.
O que é o imposto do pecado?
Ainda não se sabe o valor do imposto, cuja alíquota deve ser definida até 2026. Mas, no caso do petróleo, o texto aprovado define que será de até 1%.
As petroleiras afirmam que o imposto representa um valor relevante para a indústria, com um impacto previsto de R$ 6 bilhões por ano, considerando a alíquota cheia de 1%. A projeção é do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).
Impacto nos combustíveis
O setor argumenta que esses custos vão ser repassados ao restante da cadeia, uma vez que o petróleo é um insumo para a indústria petroquímica.
Contudo, é incerto se esse aumento de custo vai encarecer os combustíveis. “A questão é saber se o refinador lá na frente vai absorver esse custo ou vai repassar para o consumidor”, afirmou o presidente do IBP, Roberto Ardenghy.
Segundo Appy, o impacto econômico vai ser limitado e estará localizado no produtor de petróleo.
“Acho que tem mais cara de royalty do que propriamente de um tributo que afete os preços. Vai mais afetar a rentabilidade de produtores do que propriamente o preço dos produtos, com uma alíquota pequena”, declarou o secretário.
Appy destaca ainda que a decisão para tributar o petróleo foi do Congresso Nacional, que acrescentou o trecho ao texto da reforma tributária.
“O impacto econômico é limitado. Se faz sentido ou não tributar com [o imposto] seletivo, é uma outra discussão. O Congresso Nacional entendeu que deveria incidir. Eu consigo entender isso como sendo uma compensação pelo impacto ambiental da extração”, afirmou.
Representantes de diversos setores são favoráveis a exploração de petróleo na costa do AP
Gás natural
Seguindo os planos do governo de incentivar a indústria por meio do gás natural, o petróleo bruto para consumo industrial não será tributado com o imposto seletivo na reforma tributária.
Contudo, as petroleiras reclamam dessa diferenciação entre o consumo industrial e o energético.
No setor, conta Ardenghy, há uma dúvida sobre:
se o consumo de gás natural para geração de energia pelas indústrias seria considerado como “consumo industrial” e, portanto, ficaria de fora do “imposto do pecado”;
ou seria “consumo energético”, com a cobrança de até 1%.
Grandes consumidores industriais, como fábricas de vidro, cerâmica e aço, não usam o gás como matéria-prima, isto é, como parte integrante do produto, mas, sim, como insumo para gerar calor nos seus processos industriais.
Jatinhos e aviões
Em entrevista ao g1 e à TV Globo, Appy também comentou a tributação de aeronaves pelo imposto seletivo.
Questionado sobre um eventual aumento de custos para as empresas aéreas, o secretário disse que a regulamentação da reforma pode diferenciar jatinhos e aviões comerciais.
“Essa questão vai ser definida depois, se só vai pegar jatinho ou não, não sei. É uma questão que vai ser definida na definição da alíquota”, declarou.

Por que a Rússia, a China e as big techs usam mulheres falsas para obter cliques

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As campanhas de influência online montadas por países há muito que utilizam mulheres falsas para espalhar propaganda e desinformação.
O logotipo OpenAI é exibido em um telefone celular com uma imagem em um monitor de computador gerada pelo modelo de texto para imagem Dall-E do ChatGPT, 8 de dezembro de 2023, em Boston.
AP/Michael Dwyer
Quando o pesquisador de desinformação Wen-Ping Liu analisou os esforços da China para influenciar as recentes eleições de Taiwan usando contas falsas nas redes sociais, algo incomum se destacou nos perfis mais bem-sucedidos.
Eles eram mulheres, ou pelo menos era o que pareciam ser. Perfis falsos que afirmavam ser mulheres obtiveram mais engajamento, mais atenção e mais influência do que contas supostamente masculinas.
“Fingir ser mulher é a maneira mais fácil de obter credibilidade”, disse Liu, investigador do Ministério da Justiça de Taiwan.
Quer se trate de agências de propaganda chinesas ou russas , golpistas on-line ou chatbots de IA, vale a pena ser mulher – provando que, embora a tecnologia possa se tornar cada vez mais sofisticada, o cérebro humano continua surpreendentemente fácil de hackear, graças, em parte, aos antigos estereótipos de gênero que migraram do mundo real ao virtual.
Há muito que as pessoas atribuem características humanas, como gênero, a objetos inanimados (os navios são um exemplo), por isso faz sentido que características humanas tornem os perfis falsos nas redes sociais ou os chatbots mais atrativos.
No entanto, as questões sobre como estas tecnologias podem refletir e reforçar os estereótipos de gênero estão chama atenção à medida que mais assistentes de voz e chatbots com IA entram no mercado, confundindo ainda mais os limites entre o homem (e a mulher) e a máquina.
“Você quer injetar um pouco de emoção e calor, e uma maneira muito fácil de fazer isso é escolher o rosto e a voz de uma mulher”, disse Sylvie Borau, professora de marketing e pesquisadora on-line em Toulouse, França, cujo trabalho descobriu que os usuários da Internet preferem bots “femininos” e os vemos como mais humanos do que as versões “masculinas”.
As pessoas tendem a ver as mulheres como mais calorosas, menos ameaçadoras e mais agradáveis ​​do que os homens, disse Borau à Associated Press. Os homens, por sua vez, são muitas vezes considerados mais competentes, embora também tenham maior probabilidade de serem ameaçadores ou hostis. Por causa disso, muitas pessoas podem estar, consciente ou inconscientemente, mais dispostas a se envolver com uma conta falsa que se faz passar por mulher.
Quando o CEO da OpenAI, Sam Altman, estava procurando uma nova voz para o programa ChatGPT AI, ele abordou Scarlett Johansson. A atriz relatou que o empresário a disse que os usuários encontrariam sua voz – que serviu como assistente de voz de mesmo nome no filme “Her” – “reconfortante”. Johansson recusou o pedido de Altman e ameaçou processar quando a empresa adotou o que ela chamou de voz “assustadoramente semelhante”. A OpenAI voltou atrás.
Conheça o GPT-4o, novo modelo de IA usado pelo ChatGPT
Fotos de perfis femininos, principalmente aquelas que mostram mulheres com pele impecável, lábios exuberantes e olhos arregalados em roupas reveladoras, podem ser outra atração online para muitos homens.
Os usuários também tratam os bots de maneira diferente com base no sexo percebido: a pesquisa de Borau descobriu que os chatbots “femininos” têm muito mais probabilidade de receber assédio e ameaças sexuais do que os bots “masculinos”.
Os perfis femininos nas redes sociais recebem, em média, mais de três vezes mais visualizações em comparação com os dos homens, de acordo com uma análise de mais de 40 mil perfis realizada para a AP pela Cyabra, uma empresa de tecnologia israelense especializada em detecção de bots. Perfis femininos que afirmam ser mais jovens recebem mais visualizações, descobriu Cyabra.
“Criar uma conta falsa e apresentá-la como mulher ajudará a conta a ganhar mais alcance em comparação a apresentá-la como homem”, segundo o relatório da Cyabra.
As campanhas de influência online montadas por países como a China e a Rússia há muito que utilizam mulheres falsas para espalhar propaganda e desinformação . Estas campanhas exploram frequentemente a opinião das pessoas sobre as mulheres. Algumas aparecem como avós sábias e carinhosas, distribuindo sabedoria caseira, enquanto outras imitam mulheres jovens e convencionalmente atraentes, ansiosas por conversar sobre política com homens mais velhos.
No mês passado, pesquisadores da empresa NewsGuard descobriram que centenas de contas falsas – algumas com fotos de perfil geradas por IA – foram usadas para criticar o presidente Joe Biden. Aconteceu depois que alguns apoiadores de Trump começaram a postar uma foto pessoal com o anúncio de que “não votarão em Joe Biden”.
Embora muitas das postagens fossem autênticas, mais de 700 vieram de contas falsas. A maioria dos perfis afirmava ser de mulheres jovens que viviam em estados como Illinois ou Flórida; um foi nomeado PatriotGal480. Mas muitas das contas usavam linguagem quase idêntica e tinham fotos de perfil geradas por IA ou roubadas de outros usuários. E embora não pudessem dizer com certeza quem operava as contas falsas, encontraram dezenas com ligações a países como a Rússia e a China.
O X (antigo Twitter) removeu as contas depois que o NewsGuard entrou em contato com a plataforma.
Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sugeriu que há uma razão ainda mais óbvia pela qual tantas contas falsas e chatbots são femininos: foram criados por homens. O relatório, intitulado “ Os robôs são sexistas? ”, analisou as disparidades de gênero nas indústrias tecnológicas e concluiu que uma maior diversidade na programação e no desenvolvimento da IA ​​poderia levar a menos estereótipos sexistas incorporados nos seus produtos.
Para os programadores ansiosos por tornar os seus chatbots tão humanos quanto possível, isto cria um dilema, disse Borau: se selecionarem uma persona feminina, estarão a encorajar visões sexistas sobre as mulheres da vida real?
“É um ciclo vicioso”, disse Borau. “Humanizar a inteligência artificial pode desumanizar as mulheres.”
Taiwaneses fazem fila para votar fora de uma seção eleitoral em Taipei, Taiwan, 13 de janeiro de 2024
AP Photo/Chiang Ying-ying

Está com o celular cheio de imagens parecidas? Google Fotos tem recurso que pode ajudar

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Uma nova ferramenta do app consegue identificar e agrupar imagens semelhantes para simplificar a organização da galeria e ajudar a economizar espaço de armazenamento. Google Fotos agrupa fotos semelhantes
Divulgação
É raro a foto perfeita sair logo de primeira. Na maioria das vezes, são várias tentativas até alguma ficar boa, o que faz com que, no fim, você acumule um número grande de imagens semelhantes na galeria.
Para organizar essas imagens, o Google Fotos criou um recurso capaz de encontrar automaticamente arquivos assim e agrupá-los – podendo até ajudar a liberar espaço de armazenamento na sua biblioteca.
A ferramenta, batizada de Photo Stacks (ou Fotos Semelhantes, em português), foi lançada em novembro do ano passado na plataforma e chegou ao Brasil nos últimos meses. Para utilizar, é preciso estar com a versão mais atualizada do aplicativo.
Depois, é necessário ativar a opção "Empilhar fotos semelhantes". A partir disso, o próprio app vai selecionar a melhor foto para ser uma espécie de “capa” para um grupo de imagens parecidas. Os arquivos ficam disponíveis para serem acessados, como em uma pasta.
Tudo é feito com ajuda de inteligência artificial, mas você pode selecionar manualmente sua própria foto como escolha principal, e também pode desativar a opção de empilhar fotos para ver tudo na galeria.
Uma das vantagens de ter as imagens semelhantes empilhadas é que fica mais fácil visualizar e excluir as que não ficaram boas, já que elas estarão todas organizadas juntas, economizando espaço de armazenamento.
Como identificar imagens semelhantes automaticamente
Abra o aplicativo Google Fotos;
Toque no ícone do seu perfil e selecione "Configurações";
Escolha “Preferências”;
Ative a opção "Empilhar fotos semelhantes".
Se você ativou o recurso, mas mesmo assim não consegue encontrar os grupos na biblioteca, verifique se você ativou o backup. Essa ferramenta só está disponível para fotos armazenadas em backup.
Ao fazer isso, aguarde um pouco para conferir se as imagens foram agrupadas, pois o processo demora um pouco.
Importante: a tecnologia de agrupamento não funciona em casos de imagens duplicadas, que pode acontecer quando uma imagem é editada ou há o upload da mesma foto em datas diferentes. Nesses casos, a identificação precisa ser feita manualmente.
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Cavalo que fica entediado pode ter problemas de saúde

Cavalo que fica entediado pode ter problemas de saúde
O cavalo é um animal que foi adaptado para correr e interagir com o ser humano em diversas atividades. Ficar preso, em lugar fechado, pode trazer riscos à sua saúde. Cavalo que fica entediado pode ter problemas de saúde
Reprodução/TV TEM
Você já ouviu falar de cavalo entediado? Pois é, acontece, e o criador precisa se preocupar com isso. Quando não está bem, o animal dá sinais, e o melhor é se antecipar, criando um jeito de evitar o problema.
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Em um haras de Araçatuba (SP), os cavalos permanecem nas baias apenas durante uma parte do dia. Eles são soltos no pasto bem cedo, onde podem se locomover à vontade. Isso faz parte de uma estratégia para evitar uma rotina que possa deixar o animal ocioso.
No local, existem cerca de 40 animais. Alguns deles pertencem a Adriano Carani, que cria equinos há mais de quatro décadas. Já outros, são de clientes que alugam o espaço. De acordo com ele, os bichos não se acostumam com locais fechados.
“Tem cavalo que não aguenta ficar trancado. Eles querem correr, ficam estressados. Um dos motivos de termos cavalos calmos é porque eles ficam livres. Correm a hora que quiser, mas cada treinador e cada rancho tem o seu sistema”, conta.
A veterinária Marina Carani explica que o comportamento pode fazer com que os cavalos tenham aerofagia, que é o ato de engolir o ar.
“O cavalo é um animal muito brincalhão. Ele gosta de interagir, se ele não tiver isso, ele definitivamente vai ficar mais estressado, mais agitado. Um cavalo ocioso vai fazer com que ele desenvolva síndromes de estresse, como a aerofagia”, explica.
Veja a reportagem exibida no programa em 16/06/2024:
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