‘Ninguém está dizendo que vai limitar a 2,5%’, diz Tebet sobre crescimento do investimento em Saúde e Educação

A ministra Simone Tebet, do Planejamento, disse nesta quarta-feira (12), em audiência no Congresso, que "ninguém está pensando em limitar a 2,5%" o crescimentos dos investimentos em Saúde e Educação.
Esse patamar, de 2,5%, começou a ser discutido nos bastidores em Brasília, como uma maneira de limitar gastos públicos. Isso representaria uma mudança na regra atual e uma diminuição na verba para essas áreas.
A declaração de Tebet vem em um momento de intensa discussão sobre o financiamento desses setores. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também comentou que, apesar das proposições de mudança, o governo busca manter o compromisso com a não redução dos recursos para essas áreas essenciais. "Não se trata de cortar fundos, e sim de realocar e otimizar os gastos", afirmou Haddad nesta semana.
Tebet foi em linha parecida na comissão de Orçamento do Congresso nesta quarta.
"Outro exemplo de questões, só para entender o impacto das nossas decisões: educação e saúde. porque me pediram até para colocar esse número, porque ele está fora do limite de 2,5, ninguém está dizendo que vai limitar a 2,5. Eu vi matéria aí sendo colocada, mas enfim, isso a gente deixa para depois", afirmou a ministra.
Como é hoje
Desde o início de 2024, foram retomadas as regras anteriores ao teto de gastos (mecanismo aprovado em 2017, que vigorou até o ano passado) para o piso (despesas mínimas) em saúde e educação – que voltou a ser vinculado à arrecadação federal.
Com isso, os gastos em saúde voltaram ser de, ao menos, 15% da receita corrente líquida e os de educação, de 18% da receita líquida de impostos.
Entre 2017 e 2023, com o teto de gastos, os pisos foram corrigidos apenas pela inflação do ano anterior – o que gerou perda de mais de R$ 50 bilhões para essas áreas.
Com o retorno dos pisos mínimos, em 2024, que vigoravam antes do teto de gastos, a saúde foi contemplada com R$ 60 bilhões a mais e a Educação com outros R$ 33 bilhões.
As discussões sobre mudanças no piso em saúde e educação acontecem em um momento no qual o próprio Tesouro Nacional identifica que o envelhecimento da população brasileira eleva pressão por recursos para os serviços de saúde em R$ 67,2 bilhões entre 2024 e 2034.
Segundo o órgão, essa estimativa toma como base as necessidades de recursos em duas áreas de despesas do orçamento:
Assistência farmacêutica, inclusive o programa Farmácia Popular,
Atenção de Média e Alta Complexidade — que compreende atendimentos hospitalares e ambulatoriais.

Dólar sobe a R$ 5,37 após declarações de Lula e decisão do Fed; Ibovespa cai

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No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,07%, cotada a R$ 5,3605. Já o principal índice acionário da bolsa de valores brasileira encerrou com um avanço de 0,73%, aos 121.635 pontos. Dólar
Karolina Grabowska/Pexels
O dólar inverteu o sinal visto pela manhã e opera em alta nesta quarta-feira (12), com investidores repercutindo falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em evento realizado hoje, no Rio de Janeiro.
Lula disse que não consegue discutir economia sem "colocar a questão social na ordem do dia" e que o "mercado (financeiro) não é uma entidade abstrata, apartada da política e da sociedade".
A declaração vem em um momento em que investidores estão cautelosos com a questão fiscal brasileira e o governo vem sendo pressionado a reduzir gastos.
No exterior, o foco fica com os novos dados de inflação dos Estados Unidos e com a nova decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que manteve os juros do país inalterados pela sétima reunião consecutiva.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em forte queda.
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Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 15h18, o dólar subia 0,27%, cotado a R$ 5,3741. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,4286 Veja mais cotações.
Na terça-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,07%, cotada a R$ 5,3605.
Com o resultado, acumulou altas de:
0,68% na semana;
2,12% no mês;
10,47% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa caía 1,08%, aos 120.325 pontos.
Na terça, o índice encerrou em alta de 0,73%, aos 121.635 pontos.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,72% na semana;
queda de 0,38% no mês;
perdas de 9,35% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
O mercado começou o dia com mais tranquilidade nesta quarta, depois que dados de inflação dos Estados Unidos mostraram que os preços na maior economia do mundo começam a arrefecer.
O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) não teve alteração em maio, enquanto o mercado esperava uma leve alta de 0,01%. No mês anterior, a inflação no país havia crescido 0,03%.
Com a inflação dando esses sinais de arrefecimento, crescem as expectativas dos investidores de que o Federal reserve (Fed, o banco central americano) não deve promover novas altas em suas taxas de juros e que, além disso, um ciclo de quedas pode começar nos próximos meses.
Hoje, inclusive, o Fed se reúne para definir as novas taxas de juros americanas, atualmente entre 5,25% e 5,50% ao ano. As projeções são de que a instituição mantenha essas taxas inalteradas.
Apesar da visão mais positiva com o futuro da inflação e dos juros nos Estados Unidos, o mercado nacional inverteu o sinal depois do presidente Lula discursar em um evento, defendendo que a economia não pode estar apartada do social.
"Todos os debates que se fazem se tratando de economia, a gente fala de um monte de coisa, mas me parece que os problemas sociais não existem. Eles existem. Estão nos nossos calcanhares, estão nas nossas portas, estão nas ruas", disse Lula.
O presidente deu a declaração em um momento no qual o governo é pressionado pelo mercado a reduzir gastos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que apresentará a Lula uma proposta de mudança no formato dos pisos (gastos mínimos) em saúde e educação.
Lula, cujo governo tem dificuldade para zerar o déficit das contas públicas, disse que trabalha para equilibrar contas sem comprometer investimento.
"Estamos arrumando a casa e colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal. O aumento da arrecadação e a queda da taxa de juros permitirão a redução do déficit sem comprometer a capacidade de investimento público", declarou.
Em abril, a arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 228,9 bilhões, segundo a Receita Federal, o maior valor para o mês em 30 anos. No primeiro quadrimestre (janeiro a abril), a arrecadação cresceu acima da inflação.

Fed mantém juros dos EUA na faixa de 5,25% a 5,50% e sinaliza apenas um corte na taxa em 2024

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Referencial permaneceu inalterado pela sétima reunião consecutiva. Esse continua sendo o maior nível das taxas desde 2001. Sede do Federal Reserve (Fed), Banco Central dos EUA.
REUTERS/Joshua Roberts
O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) manteve os juros do país inalterados nesta quarta-feira (12), em uma faixa de 5,25% a 5,50% ao ano. A decisão foi unânime. Esse continua sendo o maior nível das taxas desde 2001.
A medida já era esperada pelo mercado e veio após o comitê ter mantido o mesmo referencial na última reunião, em maio — chegando, agora, à sétima reunião consecutiva de juros inalterados.
Os responsáveis pela política monetária do país sinalizaram também que pretendem cortar a taxa de juros apenas uma vez até o final 2024, conforme previsões atualizadas nesta quarta-feira. A estimativa é de um corte de 0,25 p.p (pontos percentuais) este ano.
Quatro dos 19 membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) disseram que não esperam reduzir a taxa, enquanto sete afirmaram que fariam apenas um corte de 0,25 p.p. Já os outros oito integrantes disseram apoiar dois cortes no ano.

'Avanço modesto'
Em comunicado, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) afirmou que, nos últimos meses, houve um avanço modesto em direção à sua meta de inflação, que é de 2%. O trecho representa uma mudança em relação ao comunicado anterior, quando o colegiado afirmou não ter percebido novos progressos rumo ao objetivo.
Apesar disso, o Fomc voltou a afirmar nesta quarta-feira que não considera apropriado reduzir o intervalo de juros até que tenha "maior confiança de que a inflação está evoluindo de forma sustentável para 2%", a meta do Fed.
Também voltou a dizer que está "preparado para ajustar a orientação da política monetária conforme apropriado caso surjam riscos que possam impedir o alcance de seus objetivos".
Sobre o mercado de trabalho, o comitê reafirmou que "os ganhos no emprego permaneceram fortes e a taxa de desemprego permaneceu baixa". Disse ainda que "os riscos para alcançar os seus objetivos de emprego e inflação evoluíram para um melhor equilíbrio ao longo do ano passado".
O colegiado ponderou, no entanto, que as perspectivas econômicas são incertas, e que segue "muito atento" aos riscos inflacionários.
Reflexos dos juros norte-americanos
Os juros em níveis elevados nos Estados Unidos aumentam a rentabilidade dos Treasuries (títulos públicos norte-americanos) e devem continuar a refletir nos mercados de ações e no dólar, com a migração cada vez maior de investidores para o país, em busca de uma melhor remuneração.
No cenário macroeconômico, os efeitos dos juros altos nos Estados Unidos também se refletem no longo prazo, indicando uma tendência de desaceleração econômica global, já que empréstimos e investimentos também ficam mais caros.
No Brasil, investidores seguem na expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC), que será divulgada na próxima quarta-feira (19).

Juros mantidos: entenda como decisão do Fed impacta a economia no Brasil

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Juros altos em países desenvolvidos tornam os emergentes menos atrativos. Incertezas sobre quadro fiscal também agravam situação do Brasil. Presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, em entrevista coletiva após decisão sobre juros, em Washington, nos EUA. (1/5/24)
Reuters/Kevin Lamarque
O Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) decidiu, mais uma vez, manter os juros básicos inalterados nos Estados Unidos nesta quarta-feira (12). Com isso, as taxas continuam em uma faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano, e seguem no maior nível desde 2001.
A manutenção das taxas, como tem sido de praxe nos últimos encontros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), já era esperada pelo mercado.
A ferramenta FedWatch do CME Group, por exemplo, apontava uma probabilidade de 99,9% de que o Fed deixasse os juros no mesmo patamar na reunião desta quarta-feira. As chances de um início do ciclo de corte das taxas só ficam maiores em setembro, com 61,3% prevendo uma redução.
Além disso, a decisão vem mesmo após dados mais brandos de inflação e atividade nos Estados Unidos.
Do lado de cá do hemisfério, o Brasil não pode tirar os olhos desse impasse nos EUA. Isso porque juros mais altos em um país desenvolvidos tornam os emergentes menos atrativos. E o aumento de risco interno, desde a mudança da meta fiscal, agrava a situação.
Entenda melhor abaixo.
Por que os juros nos Estados Unidos impactam o Brasil?
Apesar de a taxa básica dos Estados Unidos não ter uma relação direta com a Selic (taxa básica do Brasil), a manutenção dos juros em patamares elevados por parte do Fed afeta uma série de variáveis externas que podem, sim, influenciar a economia por aqui.
Um exemplo é o impacto desse cenário na alocação de recursos por parte dos investidores internacionais.
Quando os juros norte-americanos estão elevados, a rentabilidade dos Treasuries (títulos públicos dos EUA), os mais seguros do mundo, é maior. Assim, quem busca segurança e boa remuneração prioriza o investimento no país, e se afasta de países emergentes, como o Brasil.
Com o fluxo de dólares direcionado aos EUA, a taxa de câmbio piora por aqui — o que, por sua vez, pode complicar a inflação.
Nesse caso, a taxa de câmbio pode ter influência nos preços domésticos em diferentes frentes, como por meio da importação de produtos e insumos ou mesmo pela equiparação dos preços praticados no Brasil com o mercado internacional — ou seja, para que não faltem produtos no Brasil (principalmente os essenciais), o preço de itens produzidos no Brasil e exportados sobe internamente para acompanhar a variação do dólar.
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Com inflação em alta, as chances de o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir o ritmo de cortes— ou até mesmo encerrar o ciclo de quedas da Selic — por aqui, também aumentam.
Na prática, isso significa que os juros ficam em patamares mais elevados, encarecendo o custo de dívida para empresas e consumidores e desacelerando a atividade econômica brasileira.
Quadro fiscal também tem impactos
Para além dos efeitos dos juros norte-americanos, a piora no quadro interno de riscos também pode afetar a economia brasileira.
Desde que o governo federal anunciou a mudança da meta fiscal para o próximo ano, houve uma piora na percepção fiscal do país — fator que também tem penalizado o real frente ao dólar nas últimas semanas.
Para 2025, o governo propôs uma meta fiscal zero — em vez de um superávit de 0,5% do PIB — e uma redução também para os próximos anos. A decisão acabou sendo encarada pelo mercado como uma derrota da equipe econômica, que chegou a defender inicialmente que a meta fosse alterada pelo menos para um superávit primário de 0,25% do PIB.
O mercado financeiro também entende que a decisão abre espaço para mais gastos e menor controle da dívida pública, o que demanda juros mais altos para que investidores estrangeiros considerem o país atraente.
Nesse cenário, a principal expectativa do mercado, agora, fica pela próxima reunião do Copom, prevista para a semana que vem. Mas mais do que a decisão em si, as atenções dos investidores devem ficar voltadas para as sinalizações sobre o futuro dos juros e, principalmente, para a divisão dos votos dentro do colegiado.
No encontro passado, uma votação acirrada do Comitê fez com que o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, fosse o responsável pelo voto de minerva para trazer um corte de 0,25 ponto percentual na Selic.
Essa foi a segunda vez em menos de um ano que Campos Neto precisou dar um voto decisivo para definir o novo patamar de juros do país — e apenas a quarta vez em 20 anos. Nas outras duas vezes, o presidente do BC era Henrique Meirelles, em 2007.
Esse cenário também acaba sendo um agravante no cenário dos juros brasileiros, uma vez que ainda há incerteza no mercado sobre como deve ser a transição para a nova gestão do Banco Central.
O mandato de Campos Neto se encerra no fim de 2024. E os preferidos para ocupar o seu lugar são Gabriel Galípolo, ex-número 2 do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o economista Paulo Pichetti. Ambos são diretores da instituição e votaram por um corte mais robusto dos juros na reunião passada.
Para economistas, isso sinaliza que os novos diretores tendem a optar por uma condução mais frouxa da política monetária (no jargão dos economistas, mais "dovish").
Juros mais baixos podem significar mais impulso à atividade econômica, mas também uma inflação rodando possivelmente em nível mais elevado — e, consequentemente, juros mais elevados na economia brasileira.
É uma mudança de posição em relação à gestão atual, que em geral é mais cautelosa no momento de reduzir os juros por um receio de perda de controle dos preços no país.
Cenário para corte de juros não mudou substancialmente, diz presidente do Banco Central
Colaboraram André Catto, Bruna Miato e Raphael Martins.

Apple supera Microsoft e se torna a empresa mais valiosa do mundo após apresentar seus recursos de IA

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Empresa atingiu um valor de mercado de US$ 3,29 trilhões, segundo a agência Reuters. Em relação aos rivais Google e Microsoft, a dona do iPhone entrou tarde nos esforços da inteligência artificial, mas agora conseguiu animar o mercado com o seu 'Apple Intelligence'. Tim Cook, presidente-executivo da Apple
AP Photo/Jeff Chiu
A Apple voltou a ser a empresa mais valiosa do mundo nesta quarta-feira (12), superando a rival Microsoft, que estava em primeiro lugar há seis meses.
O avanço vem dois dias depois de a dona do iPhone anunciar o Apple Intelligence, tecnologia que será incorporado à nova versão do iOS 18. A inovação deverá facilitar tarefas do dia a dia ao levar inteligência artificial generativa para recursos de iPhone, iPad e Mac.
Também na segunda, a companhia revelou que estava integrando o ChatGPT, da OpenAI, em seus dispositivos. Os anúncios foram feitos na WWDC 2024, seu evento para desenvolvedores, em Cupertino, Califórnia (EUA).
Segundo a agência Reuters, as ações da Apple chegaram a saltar quase 4% mais cedo, atingindo um recorde de US$ 215,04, o que lhe conferiu um valor de mercado de US$ 3,29 trilhões. O valor de mercado da Microsoft ficou em US$ 3,24 trilhões.
A alta das ações ocorre no momento em que o índice de tecnologia Nasdaq atinge um recorde com novos sinais de baixa da inflação.
Na WWDC 2024, executivos, incluindo o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, destacaram como a assistente de voz Siri será capaz de interagir com mensagens, e-mails, calendários e aplicativos de terceiros.
A gigante da tecnologia ficou atrás de rivais como a Microsoft e a Alphabet, proprietária do Google, no campo em alta da IA, razão pela qual suas ações tiveram um desempenho inferior este ano em comparação com seus pares.
As ações da Apple têm alta de cerca de 12% até agora em 2024, enquanto a Microsoft sobe cerca de 16% e a Alphabet quase 28%.
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