Mega-Sena pode pagar R$ 112 milhões neste sábado; +Milionária pode chegar a R$ 220 milhões

Globo Rural: informações adicionais das reportagens do dia 09/06/2024
Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 5 e apostas podem ser feitas até as 19h
Marcelo Brandt/G1
A Caixa Econômica Federal promove neste sábado (8), a partir das 20h, os sorteios dos concursos 2.734 da Mega-Sena e 153 da +Milionária.
A +Milionária está estimada em R$ 220 milhões. As chances de vencer são ainda menores do que na Mega tradicional: para levar o prêmio máximo, é preciso acertar seis dezenas e dois trevos. (veja no vídeo mais abaixo)
O valor de uma aposta simples é de R$ 6. Com ela, o apostador pode escolher 6 números de 50 disponíveis e mais 2 trevos, dentre os seis disponíveis.
Para apostas múltiplas, é possível escolher de seis a 12 números e de dois a seis trevos, com preços que podem chegar a R$ 83.160,00.
A +Milionária se destaca por oferecer o prêmio principal mínimo de R$ 10 milhões por sorteio e possuir dez faixas de premiação. Saiba mais aqui.
+Milionária: veja como jogar na loteria da Caixa
Mega-Sena
Já a Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 112 milhões para os acertadores das seis dezenas. No concurso da última quinta-feira (6), nenhuma aposta levou o prêmio máximo.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser realizada também pela internet, até as 19h – saiba como fazer.
A Mega soma três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Entenda como funciona a Mega-Sena e qual a probabilidade de ganhar o prêmio
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.
É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Dólar a R$ 5,32: entenda o que impulsionou a moeda ao maior patamar desde janeiro de 2023

Globo Rural: informações adicionais das reportagens do dia 09/06/2024
Nesta sexta-feira (7), a moeda norte-americana voltou a subir e fechou em alta de 1,42%, cotada a R$ 5,3242. Já o principal índice acionário da bolsa de valores brasileira operava em queda nos últimos minutos do pregão. Dólar
Karolina Grabowska/Pexels
IA
O dólar voltou a subir e fechou a sessão de negócios desta sexta-feira (7) no maior patamar em mais de um ano e meio. Investidores mais uma vez ficaram de olho nos sinais sobre o futuro dos juros dos Estados Unidos. Entenda mais abaixo os fatores que têm impulsionado a moeda nos últimos dias.
Segundo informações do Departamento do Trabalho norte-americano, a criação de vagas de trabalho na maior economia do mundo cresceu mais do que o esperado em maio, voltando a trazer temores de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) volte a adiar o início do ciclo de cortes das taxas por lá.
A política monetária em outros países desenvolvidos também ficou no radar, bem como falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. (veja mais abaixo)
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), fechou em queda.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Ao final da sessão, o dólar avançou 1,42%, cotado em R$ 5,3242. Na máxima, chegou a R$ 5,3273. Veja mais cotações.
Com o resultado, acumulou:
alta de 1,43% na semana e no mês;
ganho de 9,72% no ano.
Na quinta-feira (6), a moeda norte-americana caiu 0,89%, cotada a R$ 5,2498.

Ibovespa
Já o Ibovespa encerrou com um recuo de 1,73%, aos 120.767 pontos.
Com o resultado, acumulou quedas de:
1,09% na semana e no mês;
10% no ano.
Na quinta-feira, o índice encerrou em alta de 1,07%, aos 121.598 pontos.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
O que explica a forte alta do dólar nos últimos dias?
Com uma série de indicadores norte-americanos no radar dos investidores, o principal impulsionador do dólar nas últimas semanas são as incertezas sobre qual deve ser a postura do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na condução dos juros do país.
Desde a semana passada, por exemplo, dados econômicos dos Estados Unidos já têm sinalizado que a maior economia do mundo pode estar desacelerando — com uma inflação mais sob controle e um mercado de trabalho menos pressionado.
Com números de inflação e atividade mais controlados, investidores voltaram a acreditar que o Fed pode iniciar o seu ciclo de cortes nos juros em setembro.
Nesta semana, no entanto, o jogo parece ter virado. Nesta sexta-feira (7), por exemplo, dados do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos indicaram que a economia do país criou muito mais empregos do que o esperado em maio. Além disso, o crescimento anual dos salários voltou a acelerar, ressaltando a resiliência do mercado de trabalho.
Já na quarta-feira (5), dados do Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) voltaram a indicar um crescimento do setor de serviços nos EUA.
Esses números voltaram a trazer incerteza sobre qual deve ser a postura do Fed na condução dos juros nos EUA.
Vale ressaltar que juros mais altos nos EUA jogam a favor do dólar, já que tornam os rendimentos norte-americanos mais atraentes para investidores estrangeiros.
Entre outros fatores que corroboraram para a alta do dólar ante o real nas últimas semanas, estão:
a variação de preços das commodities;
o cenário da balança comercial brasileira; e
as incertezas sobre o quadro fiscal brasileiro.
Entenda mais sobre os fatores que tem impulsionado a alta do dólar na reportagem abaixo:
DÓLAR EM DISPARADA: entenda a alta da moeda e o que vem pela frente
O que mais está mexendo com os mercados nesta semana?
Ao longo dessa semana, outros fatores também ficaram na mira dos investidores. Nesta sexta-feira (7), por exemplo, o foco ficou com as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que participou de uma reunião privada com agentes do mercado.
Questionado sobre rumores que circularam no mercado sobre um possível aumento do limite do arcabouço, Haddad afirmou que houve um erro de interpretação e que não entendia "a intenção da pessoa que repassou uma informação falsa".
"A pergunta que me foi feita por um dos integrantes da reunião […] é se havia possibilidade de contingenciamento este ano se algumas despesas obrigatórias crescessem além do previsto. E eu disse que sim", disse Haddad.
"É absolutamente normal e aderente ao que prevê o arcabouço fiscal. Então, não intendi a intenção da pessoa que vazou uma informação falsa a respeito do que eu disse", acrescentou o ministro.
Haddad ainda reiterou que quando foi questionado, na reunião, se haveria algum tipo de contingenciamento no caso de aumento de uma despesa obrigatória, respondeu que "pela dinâmica do arcabouço, sim".
"Se você tiver uma despesa obrigatória crescendo para além do que está previsto no orçamento, você vai pressionar as outras despesas e obrigar o governo a contingenciar", afirmou o ministro.
A reunião em questão teria sido com executivos do Santander e outros agentes de mercado e, segundo o ministro, houve uma quebra de protocolo.
"Isso é uma irresponsabilidade. Eu sugeriria vocês a entrar em contato com o CEO do Santander. É muito grave o que aconteceu. Isso não pode acontecer. Você não pode utilizar uma reunião fechada para depois vender para o mercado aquilo que não foi dito", afirmou o ministro, reiterando que o presidente da instituição poderia confirmar o que foi dito por ele na reunião.
Procurado, o Santander não respondeu até a última atualização desta reportagem.
Outros fatores da agenda da semana também ficaram sob os holofotes. Na terça-feira (4), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil subiu 0,8% no primeiro trimestre deste ano em comparação aos três meses anteriores.
Na relação anual, a alta foi de 2,5%. O movimento veio puxado principalmente pelo setor de serviços, que teve alta de 1,4% no período. A agropecuária também cresceu, registrando variação positiva de 11,3%. A indústria, porém, apresentou leve queda, de 0,1%.
Já no exterior, as atenções ficaram voltadas para a Europa, após o Banco Central Europeu (BCE) realizar o primeiro corte de juros básicos em cinco anos.
Em novas previsões, o BCE afirmou que estima que a inflação ficará em média de 2,2% em 2025 — acima de uma estimativa anterior de 2,0% e, portanto, acima da meta de 2% da instituição.
"Apesar do progresso nos últimos trimestres, as pressões internas dos preços continuam fortes já que o crescimento dos salários está elevado, e a inflação provavelmente permanecerá acima da meta até o próximo ano", afirmou a presidente do BCE, Christine Lagarde, em coletiva de imprensa na véspera.
Com a decisão desta quinta-feira, o BCE se junta aos bancos centrais do Canadá, da Suécia e da Suíça, desfazendo algumas das sequências mais acentuadas de aumentos das taxas de juros na história recente.

Dólar opera em alta e encosta em R$ 5,33, de olho em novos dados dos EUA; Ibovespa cai

Globo Rural: informações adicionais das reportagens do dia 09/06/2024
Na quinta-feira (6), a moeda norte-americana caiu 0,89%, cotada a R$ 5,2498. Já o principal índice acionário da bolsa de valores brasileira subiu 1,07%, aos 121.598 pontos. Dólar
Karolina Grabowska/Pexels
IA
O dólar voltou a subir e opera em forte alta nesta sexta-feira (7), com investidores mais uma vez de olho nos sinais sobre o futuro dos juros dos Estados Unidos. Entenda mais abaixo os fatores que têm impulsionado a moeda nos últimos dias.
Segundo informações do Departamento do Trabalho norte-americano, a criação de vagas de trabalho na maior economia do mundo cresceu mais do que o esperado em maio, voltando a trazer temores de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) volte a adiar o início do ciclo de cortes das taxas por lá.
A política monetária em outros países desenvolvidos também fica no radar.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), opera em queda.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 16h15, o dólar subia 1,38%, cotado em R$ 5,3238. Na máxima, chegou a R$ 5,3273. Veja mais cotações.
Na quinta-feira (6), a moeda norte-americana caiu 0,89%, cotada a R$ 5,2498.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,91% na semana e no mês;
ganho de 9,16% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa operava em queda de 1,79%, aos 120.699 pontos.
Na quinta-feira, o índice encerrou em alta de 1,07%, aos 121.598 pontos.
Com o resultado, acumulou quedas de:
0,57% na semana e no mês;
9,52% no ano.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
O que explica a forte alta do dólar nos últimos dias?
Com uma série de indicadores norte-americanos no radar dos investidores, o principal impulsionador do dólar nas últimas semanas são as incertezas sobre qual deve ser a postura do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na condução dos juros do país.
Desde a semana passada, por exemplo, dados econômicos dos Estados Unidos já têm sinalizado que a maior economia do mundo pode estar desacelerando — com uma inflação mais sob controle e um mercado de trabalho menos pressionado.
Com números como inflação e atividade mais controlados, o mercado volta a acreditar que o Fed, pode iniciar o seu ciclo de cortes nos juros em setembro.
O mercado, no entanto, tem tido dificuldades em transformar a percepção de uma inflação mais controlada em certeza sobre o que esperar dos juros na maior economia do mundo.
Nesta sexta-feira (7), por exemplo, dados do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos indicaram que a economia do país criou muito mais empregos do que o esperado em maio. Além disso, o crescimento anual dos salários voltou a acelerar, ressaltando a resiliência do mercado de trabalho.
Já na quarta-feira (5), dados do Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) voltaram a indicar um crescimento do setor de serviços nos EUA.
Esses números voltam a trazer incerteza sobre qual deve ser a postura do Fed na condução dos juros nos EUA.
Outro fator que também tem corroborado com a alta do dólar ante o real nas últimas semanas é a variação de preços das commodities e o cenário da balança comercial brasileira, bem como as incertezas sobre o quadro fiscal brasileiro.
Entenda mais sobre os fatores que tem impulsionado a alta do dólar na reportagem abaixo:
Dólar em disparada: entenda a alta da moeda e o que vem pela frente
O que mais está mexendo com os mercados nesta semana?
Ontem, o principal destaque ficou com o PIB do país, que subiu 0,8% no primeiro trimestre deste ano em comparação aos três meses anteriores. Na relação anual, a alta foi de 2,5%. O movimento veio puxado principalmente pelo setor de serviços, que teve alta de 1,4% no período.
A agropecuária também cresceu, registrando variação positiva de 11,3%. A indústria, porém, apresentou leve queda, de 0,1%.
Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, "neste trimestre tivemos um crescimento da economia totalmente baseado na demanda interna".
No cenário externo, o banco central do Canadá cortou seus juros básicos em 25 pontos-base pela primeira vez em quatro anos, o que reforçou as expectativas de um movimento de taxas de juros mais baixas.
Pela frente, há expectativa sobre a nova decisão de política monetária do BCE, prevista para esta quinta-feira (6). A estimativa é que a instituição dê início ao ciclo de corte de juros na região. Na China, os dados da balança comercial de maio devem ser divulgados na sexta-feira (7).
Também na sexta, serão divulgados os novos dados do payroll, o mais importante relatório do mercado de trabalho dos Estados Unidos, referentes a maio.
Já na próxima semana, o protagonismo fica com a tão esperada decisão sobre os juros norte-americanos, prevista para a quarta-feira (12).

‘Dinheiro esquecido’: R$ 8,15 bilhões ainda podem ser resgatados em sistema do BC

Consulta pode ser feita por pessoas físicas e empresas no Sistema de Valores a Receber. Dados são do mês de fevereiro. Em abril, valor disponível era de quase R$ 7,8 bilhões. O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (7) que R$ 8,15 bilhões estão disponíveis para resgate no Sistema de Valores a Receber (SVR). Os dados são do mês de abril.
Até o momento, foram devolvidos R$ 6,78 bilhões aos clientes bancários.
Em abril, esse valor era de quase R$ 7,8 bilhões.
O sistema é um serviço do BC no qual é possível consultar se pessoas físicas, inclusive falecidas, e empresas têm algum "dinheiro esquecido" em banco, consórcio ou outra instituição.
Como consultar e resgatar
Você tem dinheiro esquecido? Saiba como consultar no Banco Central
O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.
É importante ressaltar que, via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.
Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.
No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.
Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Globo Rural: informações adicionais das reportagens do dia 09/06/2024

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