Quem são as mulheres mais ricas do mundo e de onde vêm as fortunas delas

Saiba como vai funcionar o 1º satélite geoestacionário produzido no Brasil para monitorar eventos climáticos extremos
Topo da lista fica com a empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L'Oréal, conforme ranking de bilionários da Forbes. Na lista geral, com homens e mulheres, ela ocupa o 15º lugar. Françoise Bettencourt Meyers é a primeira mulher a alcançar uma fortuna de mais de US$ 100 bilhões
Francois Mori/AP
A empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, primeira mulher a alcançar uma fortuna de mais de US$ 100 bilhões (R$ 527,1 bilhões), lidera o ranking da Forbes de mulheres mais ricas do mundo. Ainda assim, na lista geral que inclui homens e mulheres, a herdeira da L'Oréal ocupa o 15º lugar.
O líder do ranking geral é o dono da Tesla, Elon Musk, com uma fortuna estimada em US$ 210,2 bilhões (R$ 1,1 trilhão). Já o segundo homem mais rico do mundo é o francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, que acumula um patrimônio de US$ 209,4 bilhões.
Entre as mulheres, a segunda mas rica do mundo é Alice Walton, herdeira do Walmart, com fortuna estimada em US$ 78,9 bilhões. Ela ocupa a 21ª posição no ranking geral.
Na sequência, vem Julia Koch, herdeira da Koch Industries, com patrimônio de US$ 65,6 bilhões. A cifra garante à empresária a 23ª posição no ranking geral de bilionários da Forbes.
Veja o top 10 entre as mulheres mais ricas do mundo e de onde vêm as fortunas delas:
Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L'Oréal, com US$ 100,1 bilhões (15º lugar geral)
Alice Walton, herdeira do Walmart, com US$ 78,9 bilhões (21º lugar geral)
Julia Koch, herdeira da Koch Industries, com US$ 65,6 bilhões (23º lugar geral)
Jacqueline Mars, herdeira da Mars, com US$ 38,8 bilhões (34º lugar geral)
Savitri Jindal, herdeira do Jindal Group, com US$ 38,1 bilhões (39º lugar geral)
Rafaela Aponte-Diamant, sócia da MSC, com US$ 36,4 bilhões (44º lugar geral)
MacKenzie Scott, acionista da Amazon, com US$ 34,5 bilhões (47º lugar geral)
Gina Rinehart, empresária de mineração, com US$ 30,8 bilhões (52º lugar geral)
Abigail Johnson, herdeira da Fidelity Investments, com US$ 29,4 bilhões (57º lugar geral)
Iris Fontbona, empresária de mineração, com US$ 29,3 bilhões (59º lugar geral)
Quem é a 1ª mulher do mundo a acumular meio trilhão de reais
Quem é Françoise Bettencourt Meyers
Françoise é a atual vice-presidente do conselho da L'Oréal, a maior empresa de cosméticos e beleza do mundo. Ela é filha única e herdeira de Liliane Bettencourt e neta do fundador da companhia, Eugène Paul Louis Schueller.
Em 2017, quando sua mãe faleceu aos 94 anos, Françoise se tornou a herdeira direta da L'Oréal e passou a ter 33% das ações da companhia. Um ano depois, em 2018, ela apareceu pela primeira vez na lista de bilionários.
Françoise é a mulher mais rica do mundo desde 2021, segundo a Forbes. Em 2022, a executiva encerrou o ano na 14ª colocação dos maiores bilionários. Ela é a segunda francesa na lista dos mais ricos, ficando atrás apenas de Bernard Arnault.
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Brasil envia 4x mais áudios no WhatsApp do que qualquer outro país, diz Mark Zuckerberg

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Informação foi divulgada durante um evento em São Paulo nesta quinta-feira (6). O CEO da Meta também aproveitou para falar sobre a liberação da assistente de inteligência artificial integrada à empresa no Brasil. Brasil manda 4x mais áudios no WhatsApp do que outros países, diz Zuckerberg
O Brasil envia quatro vezes mais mensagens de voz no aplicativo do que em qualquer outro país, segundo o CEO da Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp), Mark Zuckerberg.
"As pessoas no Brasil enviam mais figurinhas, participam mais de enquetes e enviam quatro vezes mais mensagens de voz no WhatsApp do que em qualquer outro país", afirmou.
A fala de Zuckerberg foi transmitida durante um evento global em São Paulo, o "Meta Conversations", nesta quinta-feira (6).
"Um país que realmente abraçou o poder da mensageria para se conectar, expressar-se e fazer negócios. Vocês tornaram o 'Zap Zap' algo próprio e vocês estão entre as pessoas mais ativas do mundo no app".
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anuncia novidades para o WhatsApp, Instagram e Facebook em evento realizado em São Paulo
Divulgação/Meta
No vídeo, o fundador da rede social também aproveitou para falar sobre a liberação da assistente de inteligência artificial integrada ao WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger.
A "IA da Meta" deve ser lançada, no Brasil, em julho. A tecnologia promete interagir com os usuários, gerar imagens, criar textos e responder perguntas.
O serviço chega em português e é um assistente virtual (ou "chatbot") que interage com os usuários nas redes sociais das empresas, respondendo a perguntas, criando textos e também gerando imagens.
A iniciativa tenta concorrer com outras IAs do mercado como o ChatGPT, da OpenAI, e o CoPilot, da Microsoft, foi apresentada nos Estados Unidos em abril. A tecnologia usada pela "IA da Meta" é a Llama 3, que é uma espécie de “cérebro” do assistente.
No WhatsApp, por exemplo, a Meta afirma que a IA vai ajudar as empresas, respondendo às perguntas mais populares que são recebidas no aplicativo de mensagens para que possam ajudar rapidamente os clientes a encontrar as respostas que desejam.
Segundo Zuckerberg, o objetivo da Meta é "construir o melhor serviço de IA do mundo".
Mark Zuckerberg afirma que Brasil envia 4x mais áudios no WhatsApp do que qualquer outro país
Meta/ Reprodução
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Mega-Sena, concurso 2.733: prêmio acumula e vai a R$ 112 milhões

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Veja as dezenas sorteadas: 14 – 20 – 21 – 39 – 44 – 56. Quina teve 117 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 47,1 mil. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 5 e apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio
Marcelo Brandt/G1
O sorteio do concurso 2.733 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (6), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 112 milhões.
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Veja os números sorteados: 14 – 20 – 21 – 39 – 44 – 56
5 acertos – 117 apostas ganhadoras: R$ 47.166,50
4 acertos – 7.450 apostas ganhadoras: R$ 1.058,19
O próximo sorteio da Mega será no sábado (8).
Mega-Sena, concurso 2.733
Reprodução/Caixa
Entenda como funciona a Mega-Sena e qual a probabilidade de ganhar o prêmio
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.
É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Azul passa a aceitar saque-aniversário do FGTS para compras de passagens aéreas

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Estratégia funciona em parceria com o Banco Digio, banco digital do Bradesco. Azul passa a oferecer pagamento de passagens com FGTS
Ministério da Saúde/Divulgação
A Azul anunciou nesta quinta-feira (6) que seus clientes poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar passagens aéreas no aplicativo da companhia, em uma estratégia que tem a parceria do Banco Digio, o banco digital do Bradesco.
A empresa explicou que, para utilizar essa forma de pagamento, o cliente precisa aderir à modalidade saque-aniversário no aplicativo do FGTS provido pela Caixa Econômica Federal e autorizar o Banco Digio, intermediário financeiro da parceria, a acessar as informações de saldo do FGTS.
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A solicitação de pagamento será avaliada e, posteriormente, autorizada pela Caixa após consulta.
Após a solicitação de pagamento com FGTS, o processo de análise pode levar até 24 horas para ser concluído pela Caixa. O cliente será informado por e-mail sobre o status da análise, e poderá consultar o andamento do processo na seção “Minhas Viagens” do aplicativo da Azul.
A opção de pagamento estará disponível exclusivamente pelo aplicativo da Azul e a implementação dessa nova funcionalidade funcionará para todos os clientes usuários IOS e Android.
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Saiba como vai funcionar o 1º satélite geoestacionário produzido no Brasil para monitorar eventos climáticos extremos

Saiba como vai funcionar o 1º satélite geoestacionário produzido no Brasil para monitorar eventos climáticos extremos
Previsão é que satélite seja lançado até 2030, com investimento de pelo menos R$ 5 bilhões. Novo satélite será produzido no Inpe, em São José dos Campos
Divulgação/INPE
O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Clezio de Nardin, anunciou na manhã desta quinta-feira (6) que o Brasil e a China vão produzir, em cooperação, um satélite meteorológico capaz de prever eventos climáticos extremos.
O satélite geoestacionário, segundo Clezio, apesar de não ser integralmente produzido em solo brasileiro, será o primeiro desenvolvido no país. O custo gira em torno de R$ 5 bilhões.
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"É o primeiro satélite que é desenvolvido no Brasil, o primeiro satélite geoestacionário meteorológico, inclusive. O geoestacionário meteorológico é a primeira vez que nós vamos ter", afirmou.
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A expectativa do Inpe é que o satélite seja lançado "o mais breve possível", até 2030 — no máximo até 2031. Agora serão discutidas todas as questões técnicas do lançamento e os detalhes da operação.
"Nós vamos ter que discutir quem vai fazer o quê, que parte vai ser feita no Brasil, que parte vai ser feita na China, aonde que nós vamos integrar, se ele vai ser integrado no nosso laboratório de integração e teste, se ele vai ser integrado na China, da onde ele vai ser lançado", explicou.
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Como vai funcionar
Segundo Clezio, o Brasil entra para um seleto grupo de países que constroem satélites geoestacionários. Na avaliação do diretor, a novidade fará com que o país ganhe 'musculatura' com o desenvolvimento do equipamento.
"O Inpe vai encarar esse desafio. O Brasil vai encarar esse desafio. Nós vamos entrar nesse seleto grupo que constrói seus próprios satélites, mesma coisa que nós fizemos com todos os demais satélites da família Cbers".
O satélite geoestacionário será lançado a 36 mil quilômetros de altitude. A efeito de comparação, o Amazônia-1, que é considerado de órbita baixa, tem 750 quilômetros de altura, assim com o Cbers, com cerca de 630 quilômetros de altitude.
INPE vai produzir novo satélite em parceria com a China
O satélite que deve ser lançado nos próximos anos ficará orbitando a Terra em órbita equatorial, exatamente em cima do ponto onde ele estará estacionado.
"A órbita dele em volta da Terra é exatamente o período de rotação da Terra, de modo que o movimento aparente dele em relação à Terra é como se ele tivesse geoestacionado", explicou De Nardin.
O objetivo do Inpe, agora, é conseguir ter o controle do satélite anunciado.
"A tecnologia vai ser discutida daqui para frente e vai depender de quem vai fazer qual parte do satélite, se nós vamos fazer a carga útil, se nós vamos fazer o controle, mas obviamente nós temos intenção e interesse muito grande em partir para o controle do satélite. E algumas partes do satélite nós queremos contratar na indústria usando a metodologia de encomenda tecnológica para que o satélite seja gradativamente nacionalizado e fortalecendo a indústria nacional, obviamente".
Atualmente, o Brasil já possui um satélite geoestacionário, mas que não foi produzido no país: o SGDC-1 (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação), que foi comprado e é operado em Brasília (DF), mas é voltado apenas para comunicações estratégicas do país.
"Nós vamos começar a fazer geoestacionário no Brasil e isso é um avanço gigantesco. Ele é nosso e é meteorológico, então é para imediato benefício social de todos os países vizinhos, mas principalmente o povo brasileiro que está fazendo um grande esforço para ajudar a desenvolver toda essa tecnologia", finalizou.
De acordo com o diretor do Inpe, o novo equipamento será capaz de monitorar eventos extremos, como, por exemplo, o que causou enchentes no Rio Grande do Sul. Chuvas fortes que atingiram o estado no último mês deixaram mais de 170 mortos.
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