Compras internacionais de US$ 50: calculadora do g1 mostra como ficam os preços

+Milionária, concurso 152: resultado
A chamada "taxa das blusinhas" foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (5). Caso o texto seja sancionado pelo presidente Lula, produtos com preços de até US$ 50 serão tributados em 20%, além do ICMS, de 17%. Compras internacionais de US$ 50: calculadora do g1 mostra como ficam os preços
Barbara Miranda/g1
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (5) a taxação de compras internacionais de até US$ 50. O texto, que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, vai para sanção do presidente Lula, que pode mantê-lo ou vetá-lo. A medida impacta sites estrangeiros como Shopee, Shein e AliExpress.
Em caso de sanção, os produtos com preços de até US$ 50 serão tributados com um imposto de importação de 20%, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), que vai para os estados, de 17% — e que já existia.
O g1 preparou uma calculadora para você conferir como fica o valor final a ser pago nas compras com as novas regras de tributação. Basta preencher os campos com o valor do produto e o valor do frete. Para o cálculo, a ferramenta considera a cotação do dólar no dia anterior. Veja abaixo.

Como funciona?
Seguindo as regras aduaneiras, os 20% do imposto de importação serão cobrados em cima do valor do produto (mais eventuais cobranças de frete ou seguro), enquanto os 17% do ICMS vão incidir sobre o valor da compra já somado ao imposto de importação, explica Fabio Florentino, sócio da área tributária do escritório Demarest.
O g1 também consultou o advogado tributarista Igor Souza, sócio do escritório Souza Okawa Advogados, para elaborar estes cálculos.
👗POR EXEMPLO: Uma compra que, no total, custe US$ 50 terá a cobrança, primeiro, dos 20% do imposto de importação, passando a custar US$ 60 para o consumidor final. Depois, haverá a incidência dos 17% do ICMS sobre esses US$ 60, com o valor final para o consumidor chegando a US$ 72,29 — ou R$ 382,93, com a cotação do dólar nesta quarta-feira.
Atualmente, com a isenção de imposto de importação para compras de até US$ 50, o ICMS seria cobrado apenas em cima do valor da compra, os US$ 50, custando para o consumidor US$ 60,24 (ou R$ 319,10), uma diferença de R$ 63,83.
Tramitação
A taxação foi inserida, durante tramitação na Câmara dos Deputados, em um projeto sobre outro tema, que cria o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), cujo objetivo é reduzir as taxas de emissão de carbono da indústria de automóveis até 2030.
A Câmara só vai ter que deliberar novamente sobre pontos alterados pelo Senado. Não é o caso da taxação. Portanto, essa parte vai para sanção do presidente Lula, que pode manter ou vetar.
Os debates sobre a taxação de compras internacionais vêm acontecendo desde o ano passado e, mais recentemente, chegaram até a gerar um bate-boca entre parlamentares e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Veja abaixo outros exemplos de quanto alguns produtos podem custar.
Quanto custa o look
Barbara Miranda/g1

Dólar em disparada: entenda a alta da moeda e o que vem pela frente

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Moeda norte-americana já acumula ganhos de mais de 9% até agora. Cédulas de dólar
bearfotos/Freepik
Em trajetória de alta desde janeiro, o dólar caminha para recuperar as perdas dos últimos dois anos. Considerando o fechamento da véspera, quando encerrou com um avanço de 0,23%, a R$ 5,2971, a moeda norte-americana acumula ganhos de 9,16% em 2024 até agora – o que já compensa toda a perda que registrou em 2023, de 8,06%.
O movimento, segundo especialistas, reflete uma série de fatores que têm influenciado na cotação da moeda dos Estados Unidos – considerada a mais forte do mundo. Entre eles:
A política monetária dos EUA;
A balança comercial brasileira;
O quadro fiscal do Brasil
Entenda nesta reportagem como cada um desses fatores influencia na cotação do dólar e o que esperar para a moeda à frente.
A política monetária dos EUA
Segundo especialistas, parte do que explica a força do dólar ao longo de 2024 é a mudança de sinalizações do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre a condução dos juros nos Estados Unidos desde o começo do ano.
Nos últimos meses, sinais de um mercado de trabalho aquecido e de uma atividade ainda forte continuaram a trazer preocupações para o BC norte-americano sobre a trajetória de inflação na maior economia do mundo – o que acabou postergando o início do ciclo de cortes de juros pela instituição.
Assim, se em janeiro a maioria projetava que o início do ciclo de cortes pelo BC dos EUA seria em maio, atualmente a maior parte do mercado (58,7%) aposta na chance de o Fed reduzir suas taxas apenas na reunião de setembro.
As mudanças acabaram trazendo dúvidas quanto ao futuro dos juros nos EUA ao longo dos meses.
Esse cenário também ajuda a explicar a valorização do dólar, uma vez que a moeda é vista como uma proteção para a carteira de investimentos e tende a ser procurada em momentos de incerteza – o que aumenta o seu preço pela lei de oferta e demanda.
Em sua última decisão de política monetária, em 1º de maio, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) mais uma vez votou pela manutenção das taxas básicas dos EUA no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano, no maior patamar desde 2001.
A balança comercial brasileira
Outro ponto citado pelos especialistas foi a piora da balança comercial brasileira. Vale reforçar que, no ano passado, a balança comercial brasileira ultrapassou os US$ 98 bilhões, no maior valor da série histórica. Assim, dizem os especialistas, também é normal que haja uma eventual correção de mercado.
“A balança comercial está prejudicada neste ano, com a exportação de minério de ferro e petróleo enfraquecida por conta de uma demanda menor vinda do exterior. Não vamos exportar na mesma quantidade que no ano anterior”, avalia o economista da CM Capital Matheus Pizzani.
A balança comercial do país é a diferença entre o que o país exporta ou importa. Essa variação influencia no dólar da seguinte maneira:
Quando as exportações estão melhores que as importações, o Brasil vende mais produtos para fora e recebe dólares por isso. Com muita moeda na praça, o preço cai.
E quando as importações estão melhores, o país compra mais itens lá fora e paga com os dólares. Então, mais moedas saem do país e o preço sobe.
Pizzani diz, ainda, a menor demanda internacional também está relacionada às movimentações de juros vistas nos Estados Unidos.
“No final do ano passado, o mercado começou a precificar o início do ciclo da queda de juros nos Estados Unidos no primeiro semestre. Mas o Fomc não fez e [o corte] só deve vir no segundo semestre. Esse movimento de reprecificação gera uma redução colossal na liquidez internacional”, explica.
Após disparada, dólar tem leve alta hoje: R$ 5,29
O quadro fiscal do Brasil
Por fim, o quadro fiscal brasileiro também tem sido contabilizado pelos economistas e visto como um dos fatores que ajudou a desvalorizar o real nos últimos meses.
Em abril desse ano, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou uma mudança na projeção fiscal do Brasil. A nova previsão passou a ser de déficit zero para 2025 — e não mais de superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), como previsto até o ano passado.
Na leitura do mercado, a mudança na meta significa abrir mais espaço para gastos – mesmo em um cenário de dificuldade do governo em aumentar as receitas e apenas no segundo ano de existência do novo arcabouço fiscal.
“Ainda que o mercado já tivesse uma projeção pior para o fiscal, quando o governo ‘desiste’ daquelas metas com uma antecedência tão grande, sugere que a postura deve ser menos austera do que se imaginava”, diz o economista-chefe do PicPay, Marco Caruso
Ainda segundo o especialista, soma-se a isso a votação rachada do último Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Copom: voto de Campos Neto racha diretoria antiga e sucessores; entenda por que isso é importante
Isso ainda existe no ar uma incerteza sobre como deve ser a transição para a nova gestão do Banco Central. O mandato de Campos Neto se encerra no fim de 2024. E os preferidos para ocupar o seu lugar são Gabriel Galípolo, ex-número 2 de Haddad, e o economista Paulo Pichetti.
Ambos são diretores da instituição e votaram por um corte maior de juros. Juros mais baixos podem significar mais impulso à atividade econômica, mas também uma inflação rodando possivelmente em nível mais elevado.
É uma mudança de posição em relação à gestão atual, que em geral é mais cautelosa no momento de reduzir os juros por um receio de perda de controle dos preços no país.
“Isso sugere que o juro praticado pelo Brasil pode ser mais baixo do que supostamente uma regra monetária sugeriria. E menos juros, menor atração de capital”, completa Caruso.
O que esperar à frente?
Segundo os especialistas, há pouca margem para uma mudança de cenário no curto prazo.
Para Pizzani, da CM Capital, a expectativa é que o Fed continue a segurar as taxas de juros inalteradas nos Estados Unidos ao longo do próximo trimestre e que a balança comercial brasileira continue sem muita pujança em termos de saldo.
Já de acordo com Caruso, do Picpay, a variação negativa dos preços das commodities e a menor demanda internacional pode continuar a pressionar uma valorização do dólar ante o real.
“Nossos termos de troca deram uma piorada. Isso significa que o preço do que a gente exporta cedeu e está com uma dinâmica pior do que os preços do que a gente importa”, afirma o economista.
“Além disso, também começou-se a discutir se o mundo não vai ter um crescimento menor na segunda metade do ano, o que também bate nos preços das commodities para baixo. Isso tudo também conversa com um real mais desvalorizado”, acrescenta Caruso.
Ainda segundo os especialistas, a estimativa é que só haja uma melhora do cenário para o câmbio no final do ano.

SpaceX tenta nesta quinta fazer um novo lançamento da Starship, a maior nave do mundo

Missão está marcada para as 9h, no horário de Brasília. SpaceX tenta nesta quinta fazer um novo lançamento da Starship, a maior nave do mundo Missão está marcada para as 9h, no horário de Brasília. A Starship é a maior nave do mundo e foi desenvolvida para, no futuro, levar pessoas e cargas para a Lua e Marte.. A nave, que desta vez não terá passageiros, será lançada da base aérea da SpaceX no Texas, nos EUA.. Esta será uma nova tentativa da empresa do bilionário Elon Musk de completar o primeiro voo bem-sucedido com a Starship.

+Milionária, concurso 152: prêmio acumula e vai a R$ 220 milhões

+Milionária, concurso 152: resultado
Uma aposta que acertou cinco dezenas e dois trevos vai levar R$ 660,5 mil. Próximo sorteio será no sábado (8). Mais Milionária bilhete volante
Rafael Leal /g1
O sorteio do concurso 152 da +Milionária foi realizado na noite desta quarta-feira (5), em São Paulo, e nenhuma aposta acertou a combinação de seis dezenas e dois trevos. Com isso, o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 220 milhões.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, uma aposta acertou cinco dezenas e dois trevos e vai levar R$ 660.565,01.
Veja os números sorteados:
Dezenas: 18 – 21 – 31 – 32 – 34 – 36
Trevos: 1 – 3
Os outros ganhadores foram:
5 acertos + 1 ou nenhum trevo – 29 apostas ganhadoras: R$ 10.123,60
4 acertos + 2 trevos – 122 apostas ganhadoras: R$ 1.804,82
4 acertos + 1 ou nenhum trevo – 1779 apostas ganhadoras: R$ 176,81
3 acertos + 2 trevos – 2742 apostas ganhadoras: R$ 50,00
3 acertos + 1 trevo – 22556 apostas ganhadoras: R$ 24,00
2 acertos + 2 trevos – 23748 apostas ganhadoras: R$ 12,00
2 acertos + 1 trevo – 198712 apostas ganhadoras: R$ 6,00
O próximo sorteio da +Milionária será no sábado (8).
+Milionária, concurso 152
Reprodução/Caixa
+Milionária: veja como jogar na loteria da Caixa
Sobre a +Milionária
As chances de vencer na loteria são ainda menores do que na Mega-Sena tradicional: para levar o prêmio máximo, é preciso acertar seis dezenas e dois “trevos”. (veja no vídeo mais abaixo)
O valor de uma aposta simples é de R$ 6. Com ela, o apostador pode escolher 6 números de 50 disponíveis e mais 2 trevos, dentre os seis disponíveis.
Para apostas múltiplas, é possível escolher de seis a 12 números e de dois a seis trevos, com preços que chegam a R$ 83,1 mil.
A +Milionária teve seu primeiro sorteio em maio de 2022. Na época, a Caixa informou que ela foi a primeira modalidade "a oferecer prêmio mínimo de dois dígitos de milhões". Cada concurso distribui o valor mínimo de R$ 10 milhões. Saiba mais aqui.
Além disso, a +Milionária se destaca por ter dez faixas de premiação. São elas:
6 acertos + 2 trevos
6 acertos + 1 ou nenhum trevo
5 acertos + 2 trevos
5 acertos + 1 ou nenhum trevo
4 acertos + 2 trevos
4 acertos + 1 ou nenhum trevo
3 acertos + 2 trevos
3 acertos + 1 trevo
2 acertos + 2 trevos
2 acertos + 1 trevo

+Milionária, concurso 152: resultado

+Milionária, concurso 152: resultado
Veja as dezenas e os trevos sorteados. Prêmio é de R$ 217 milhões. Volantes do concurso +Milionária, da Caixa Econômica Federal.
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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O sorteio do concurso 152 da +Milionária foi realizado na noite desta quarta-feira (5), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem a combinação de seis dezenas e dois trevos é de R$ 217 milhões.
Veja os números sorteados:
Dezenas: 18 – 21 – 31 – 32 – 34 – 36
Trevos: 1 – 3
A Caixa Econômica Federal ainda não divulgou o rateio do sorteio.
+Milionária, concurso 152
Reprodução/Caixa
Sobre a +Milionária
As chances de vencer na loteria são ainda menores do que na Mega-Sena tradicional: para levar o prêmio máximo, é preciso acertar seis dezenas e dois “trevos”. (veja no vídeo mais abaixo)
O valor de uma aposta simples é de R$ 6. Com ela, o apostador pode escolher 6 números de 50 disponíveis e mais 2 trevos, dentre os seis disponíveis.
Para apostas múltiplas, é possível escolher de seis a 12 números e de dois a seis trevos, com preços que chegam a R$ 83,1 mil.
A +Milionária teve seu primeiro sorteio em maio de 2022. Na época, a Caixa informou que ela foi a primeira modalidade "a oferecer prêmio mínimo de dois dígitos de milhões". Cada concurso distribui o valor mínimo de R$ 10 milhões. Saiba mais aqui.
Além disso, a +Milionária se destaca por ter dez faixas de premiação. São elas:
6 acertos + 2 trevos
6 acertos + 1 ou nenhum trevo
5 acertos + 2 trevos
5 acertos + 1 ou nenhum trevo
4 acertos + 2 trevos
4 acertos + 1 ou nenhum trevo
3 acertos + 2 trevos
3 acertos + 1 trevo
2 acertos + 2 trevos
2 acertos + 1 trevo
Veja no vídeo abaixo como jogar na +Milionária:
+Milionaria: veja como jogar na nova loteria da Caixa