Morango e cebola têm redução de preço; veja cotação das Ceasas do Paraná

Morango ficou mais barato em Curitiba, e vagem macarrão teve alta em Curitiba e Cascavel. Cotação: morango e cebola têm redução de preço
Entre os produtos mais comercializados nas centrais de abastecimento do Paraná, a vagem macarrão teve alta em Curitiba e Cascavel.
Já a bandeja do morango ficou mais barato em Curitiba. A cebola pera teve redução de preço em Cascavel e Maringá, enquanto a cebola branca ficou mais cara em Foz do Iguaçu. Veja a variação:
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Curitiba
Vagem macarrão: R$ 10/kg. Alta no preço: há duas semanas, custava R$ 5,33/kg.
Couve-flor: R$ 5,83/cada. Antes, a unidade saía por R$ 4,16.
Morango: R$ 7/bandeja. Antes, a bandeja custava R$ 10.
Pimentão verde: R$ 4,58/kg. Antes, o quilo custava R$ 5,83./
Cascavel
Vagem macarrão: R$ 18,21. Antes, o quilo saía por R$ 12,85.
Batata lisa; R$ 8/kg. Antes, custava R$ 5,80/kg.
Cebola pera: R$ 6,50/kg. Há duas semanas, custava R$ 7,50/kg.
Ovo vermelho: R$ 9,30/dúzia. Antes, custava R$ 10/dúzia.
Foz do Iguaçu
Melão amarelo: R$ 8,46. Há duas semanas, o quilo custava R$ 7,07.
Cebola branca: R$ 6,50/kg. Antes, custava R$ 5,50/kg.
Limão tahiti: R$ 2,95/kg. Antes, custava R$ 2,72/kg.
Melancia: R$ 2,95/kg. Único produto que registrou redução no período: antes, custava R$ 3/kg.
Maringá
Abobrinha verde: R$ 3,25/kg. Antes, custava R$ 2,50/kg.
Melancia: R$ 2,60/kg. Antes, custava R$ 2,30/kg.
Pimentão verde: R$ 5,42/kg. Antes, custava R$ 7,08/kg.
Cebola pera: R$ 5,50/kg. Há duas semanas, custava R$ 6,75/kg.
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Aprenda a fazer bolo de banana aproveitando a casca da fruta

O Globo Rural deste domingo mostrou receita desenvolvida na cozinha experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Aprenda a fazer bolo de banana aproveitando a casca da fruta
O Globo Rural deste domingo (2) mostrou uma receita de bolo de banana aproveitando a casca da fruta desenvolvida na cozinha experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). A ideia é aproveitar alimentos que iriam para o lixo. Confira a seguir.
Bolo de banana
Ingredientes para o bolo
2 bananas cortadas com as cascas;
2 bananas com as cascas separadas;
2 xícaras de farinha de aveia;
1 xícara de ameixa sem semente hidratada com uma xícara de água;
3 ovos;
½ xícara de óleo;
1 colher (sopa) de fermento para bolo;
canela em pó (opcional);
aveia em flocos (opcional).
Modo de preparo torta
Bata no liquidificador os seguintes ingredientes: ovos, óleo, bananas com casca, duas cascas picadas, ameixa hidratada e água.
Acrescente farinha de aveia, fermento e mexa com uma colher.
Unte a forma e coloque metade da massa, seguida de rodelas de banana e canela, depois completando a assadeira com mais massa.
Leve ao forno a 180°C por 40 minutos.
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Clima atrapalha, mas preço do gengibre melhora na roça

Pecuaristas continuam fiéis aos leilões tradicionais de gado
Apreciado por muitos, o gengibre é usado para dar aquele sabor especial em receitas, além de seus fins medicinais no preparo de chás, para aumentar a imunidade. Clima atrapalha, mas preço do gengibre melhora na roça
Reprodução/TV TEM
O gengibre é uma planta de origem asiática e, no Brasil, é cultivado principalmente em dois lugares: no Espírito Santo e no sudeste de São Paulo. Em Tapiraí (SP), a colheita já começou e, embora o clima não tenha ajudado muito, os preços pagos aos produtores melhoraram em comparação à safra anterior.
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As plantações são feitas na Serra de Paranapiacaba, onde o solo é mais arenoso e o clima é mais ameno na maior parte do ano. Porém, as temperaturas surpreenderam e atrapalharam muito nos últimos meses.
A planta pode atingir mais de um metro de altura, só que a parte que mais interessa ao produtor está debaixo da terra: o rizoma, uma espécie de caule subterrâneo. No ano passado, o produtor Francisco Fernandes colheu 10 mil caixas de 20 quilos.
Atualmente, devido ao clima, a safra deve render em torno de sete mil caixas. O problema ficou bem visível no tamanho das placas da planta. O agricultor produz gengibre em três hectares, e vai colhendo aos poucos, conforme a demanda.
É um período bom para aproveitar. A previsão é manter a produção até março do ano que vem.
O agricultor Célio Fernandes investiu na plantação, aumentando a área de produção em cerca de dois hectares. A primeira colheita está sendo realizada neste ano. Além do solo de primeiro plantio ter uma qualidade melhor para o gengibre, o ataque de pragas e doenças é mais difícil.
Quando as encomendas chegam, o trabalho é feito até mesmo debaixo de chuva. As 15 mil caixas previstas significam R$ 5 mil a mais que a safra anterior. Um diferencial que tem atraído quem trabalha com gengibre no município é o preço. Com menos oferta, ele ficou mais valorizado.
Veja a reportagem exibida no programa em 02/06/2024:
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Uso da tecnologia melhora produtividade e segurança no campo

Pecuaristas continuam fiéis aos leilões tradicionais de gado
Com o passar do tempo, a tecnologia tem avançado em todos os setores do mundo e a agropecuária não fica de fora. Máquinas mais eficientes e modernas chamam a atenção quando o assunto é ganho de produtividade. Uso da tecnologia melhora produtividade e segurança no campo
Reprodução/TV TEM
Os recursos tecnológicos têm deixado o agronegócio mais eficiente. Com novos softwares e máquinas modernas, a produtividade tem aumentando em terras da região de São José do Rio Preto (SP). Apesar disso, há reflexos no meio ambiente e na segurança dos trabalhadores.
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Na fazenda de Lucas Ferranti, em Olímpia (SP), a modernidade é aproveitada em sua melhor forma. Na pulverização do pomar, composto por 28 mil pés de laranja, há uma ferramenta que coleta dados sobre a área e registra imagens durante todo o seu funcionamento.
A propriedade é totalmente equipada 100% da cobertura dos equipamentos feita por wi-fi. O sistema foi um dos maiores investimentos de Lucas e custou cerca de R$ 500 mil. O controle é feito diretamente de um aplicativo em seu próprio celular.
“Aqui, nós temos uma câmera que filma o equipamento, com o objetivo de acompanharmos se a operação está normal ou se aconteceu algum problema. No computador de bordo, faço o acompanhamento das linhas de pulverização, controlo a velocidade do trator e o tempo dele em trabalho, tudo de forma automatizada”, explica.
Com toda essa tecnologia, é possível suprir a necessidade da planta em todas as épocas do ano. As sondas, instaladas no solo, transmitem dados importantes para o equipamento de irrigação. Desta forma, é possível calcular a quantidade de água que será liberada.
“A partir do equipamento que faz a medição da umidade do solo, consigo entender o que está sendo irrigado e a quantidade de água que a chuva traz. A partir disso, consigo ver o quanto falta para atender às expectativas do pomar”, finaliza.
Veja a reportagem exibida no programa em 02/06/2024:
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Pecuaristas continuam fiéis aos leilões tradicionais de gado

Pecuaristas continuam fiéis aos leilões tradicionais de gado
Pecuaristas da região do interior de São Paulo, que participam de leilões, se dividem entre o evento presencial e online. Pecuaristas continuam fiéis aos leilões tradicionais de gado
Reprodução/TV TEM
Às quartas-feiras, uma propriedade no interior de São Paulo promove um leilão com mais de 500 animais. O proprietário do local e responsável pela ação, Vandivaldo Gimenez, conta que muita coisa mudou com o auxílio da tecnologia.
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Há três anos, o evento, que era somente presencial, é transmitido de forma online, o que contribui para a venda dos gados. Segundo Vandivaldo, antes das transmissões, o leilão tinha uma plateia de 400 a 500 pessoas, mas com a internet, atualmente 60% das vendas são online. O público presente no espaço, no entanto, diminuiu para aproximadamente 150 pessoas.
Os animais que não arrematados online, são vendidos presencialmente, e com isso o percentual de venda em cada leilão chega a 90%.
Em uma outra cidade do interior, o pecuarista Enzo Rossini participa e sempre faz negócios, tanto presencialmente quanto pela internet. Segundo ele, a maior parte das vendas é online. Apesar da facilidade, Rossini ressalta que faz toda diferença ver o animal de perto antes de arrematar.
Veja a reportagem exibida no programa em 02/06/2024:
Pecuaristas continuam fiéis aos leilões tradicionais de gado
Para Adriano Balbino, criador de gado, o modelo presencial é o mais vantajoso. Conforme ele conta, pelos vídeos fica mais difícil de observar alguns detalhes do rebanho.
Apesar de toda a força do online, muitos leilões atraem pecuaristas de forma presencial. Em um dos eventos realizados por Halim Farha são cerca de 900 cabeças de gado negociadas por semana.
Além de bons negócios, o evento presencial se tornou um momento de lazer para quem participa, e conta com espaços infantis até restaurantes com cardápios completos para toda a família.
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