Ibovespa oscila, de olho em papéis da Petrobras e dados econômicos; dólar opera em queda

Ibovespa sobe puxado por alta na Petrobras; dólar opera em baixa
Na segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 0,08%, cotada a R$ 5,1713, no maior nível atingido em maio. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, encerrou em alta de 0,15%, aos 124.496 pontos. Ações da Petrobras vivem dia positivo
Pexels
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), opera com volatilidade nesta terça-feira (28). O destaque fica com os papéis da Petrobras, que ajudam a puxar a alta da bolsa, após a coletiva de imprensa da nova presidente da companhia, Magda Chambriard, na véspera. Os papéis preferenciais da companhia, sem direito a voto, subiam mais de 3%.
A nova presidente assegurou que a estatal "vai dar muito lucro" e que vai atender aos interesses dos acionistas públicos e privados.
Investidores também monitoram uma série de indicadores nacionais e internacionais, em busca de novos sinais sobre o futuro dos juros ao redor do mundo.
Por aqui, investidores repercutem Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15, a prévia da inflação oficial do país), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta manhã. O IPCA-15 teve alta de 0,44% em maio, contra expectativas de alta de 0,49%.
Já o dólar opera em baixa, em uma semana marcada pela liquidez reduzida, devido a feriados em Nova York, Londres e também no Brasil.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 13h54, o dólar caía 0,30%, cotado em R$ 5,1565. Veja mais cotações.
Na segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 0,08%, cotada a R$ 5,1713.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,08% na semana;
perdas de 0,41% no mês;
ganho de 6,57% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa tinha queda de 0,22%, os 124.220 pontos.
As ações preferenciais (sem direito a voto) da Petrobras avançavam mais de 3% e figuravam entre as maiores altas do pregão.
Na segunda-feira, o índice encerrou com um avanço de 0,15%, aos 124.496 pontos.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,15% na semana;
recuo de 1,13% no mês;
perdas de 7,22% no ano.

Entenda o que faz o dólar subir ou descer
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
O que está mexendo com os mercados?
Em uma semana de liquidez reduzida, marcada por feriados em Nova York, Londres e no Brasil, o investidor mais uma vez coloca o futuro dos juros locais e internacionais na mira.
Por aqui, o foco fica com o IPCA-15, divulgado hoje, e com a Pnad, prevista para quarta-feira (29). A expectativa é que os dados tragam novos indícios sobre o futuro dos juros no país — principalmente após os ruídos trazidos pela última reunião de política monetária do Banco Central (BC).
Na segunda-feira (27), o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, afirmou que as expectativas de inflação subiram em meio a ruídos recentes, mas reiterou entender que uma estabilização e posterior melhora nas projeções do mercado tendem a vir ao longo do tempo.
"(A expectativa de inflação) voltou a subir… A gente entende que no longo prazo isso deve se estabilizar e voltar a melhorar", disse Campos Neto em evento promovido pelo grupo Lide, em São Paulo.
O banqueiro central citou ruídos relacionados às contas públicas brasileiras, à credibilidade do BC e às especulações sobre o compromisso com a meta de inflação, além de citar dúvidas sobre quando o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve começar a reduzir os juros por lá.
No cenário corporativo, investidores repercutem positivamente a primeira coletiva da nova presidente da Petrobras, realizada ontem.
"Nós vamos respeitar a lógica empresarial. Não há como gerir uma empresa dessas sem respeitar a lógica empresarial. Dando lucro, sendo tempestivo, atendendo os interesses tanto dos acionistas públicos quanto dos privados, nós vamos fazer", afirmou Magda Chambriard, na sede da empresa, no Rio.
"Agora, agilizar isso nessa direção. A palavra-chave é conversa. Nós vamos ter que conversar muito, entender muito as demandas de cada um e colocar a Petrobras à disposição dos interesses dos seus acionistas dentro da lógica empresarial", acrescentou.
A presidente também afirmou ter certeza que a empresa dará lucros: "Se existe uma coisa que eu tenho certeza e garanto é que essa empresa vai dar muito lucro. Se tem lucros, tem dividendos. Nós queremos ter lucros".
Já no exterior, o mercado deve ficar de olho na divulgação de uma série de indicadores tanto nos EUA quanto na Europa, além de continuarem a monitorar eventuais falas de dirigentes do Fed.
*Com informações da agência de notícias Reuters

Gerdau paralisa operação de usina em Barão de Cocais; unidade tem cerca de 500 funcionários

Ibovespa sobe puxado por alta na Petrobras; dólar opera em baixa
Segundo a siderúrgica, custos elevados de matérias-primas e insuficiência da produção de minério de ferro próprio em MG contribuíram para decisão. Produção da Gerdau
Washington Alves
A Gerdau anunciou a paralisação da usina de Barão de Cocais, na Região Central de Minas Gerais. A empresa confirmou que implementou, nesta segunda-feira (27), a "hibernação" da unidade.
De acordo com a Gerdau, os custos elevados de matérias-primas, a insuficiência da produção de minério de ferro próprio em Minas Gerais e a estrutura com menor nível de atualização tecnológica da usina "estão afetando diretamente a competitividade da unidade".
"A decisão é resultado de uma profunda análise da competitividade da planta, face às condições do mercado de aço no Brasil. […] A medida está em linha com o planejamento estratégico da companhia de otimização dos seus ativos", afirmou a siderúrgica, em nota.
A Gerdau disse ainda que "buscará a realocação do máximo de colaboradores em outras unidades". A empresa não informou quantos funcionários serão demitidos, mas, segundo a Prefeitura de Barão de Cocais, o sindicato da categoria fala em 487 pessoas.
Em nota, o município afirmou que "vê com preocupação" a decisão da siderúrgica, "tendo o prefeito Décio dos Santos (PSB) classificado como 'traição com o município' a forma como foi conduzido o processo".
"O chefe do Executivo Municipal ainda ressaltou que irá procurar esferas superiores da empresa para estabelecer diálogo, além do sindicato que representa os funcionários".
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Ibovespa opera em alta, apoiado em avanço nos papéis da Petrobras; dólar cai

Ibovespa sobe puxado por alta na Petrobras; dólar opera em baixa
Na segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 0,08%, cotada a R$ 5,1713, no maior nível atingido em maio. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, encerrou em alta de 0,15%, aos 124.496 pontos. Ações da Petrobras vivem dia positivo
Pexels
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), opera em alta nesta terça-feira (28). O destaque fica com os papéis da Petrobras, que ajudam a puxar a alta da bolsa, após a coletiva de imprensa da nova presidente da companhia, Magda Chambriard, na véspera.
A nova presidente assegurou que a estatal "vai dar muito lucro" e que vai atender aos interesses dos acionistas públicos e privados.
Investidores também monitoram uma série de indicadores nacionais e internacionais, em busca de novos sinais sobre o futuro dos juros ao redor do mundo.
Por aqui, investidores repercutem Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15, a prévia da inflação oficial do país), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta manhã. O IPCA-15 teve alta de 0,44% em maio, contra expectativas de alta de 0,49%.
Já o dólar opera em baixa, em uma semana marcada pela liquidez reduzida, devido a feriados em Nova York, Londres e também no Brasil.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 12h47, o dólar caía 0,31%, cotado em R$ 5,1534. Veja mais cotações.
Na segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 0,08%, cotada a R$ 5,1713.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,08% na semana;
perdas de 0,41% no mês;
ganho de 6,57% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,20%, os 124.743 pontos.
As ações preferenciais (sem direito a voto) da Petrobras avançavam mais de 2% e figuravam entre as maiores altas do pregão.
Na segunda-feira, o índice encerrou com um avanço de 0,15%, aos 124.496 pontos.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,15% na semana;
recuo de 1,13% no mês;
perdas de 7,22% no ano.

Entenda o que faz o dólar subir ou descer
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
O que está mexendo com os mercados?
Em uma semana de liquidez reduzida, marcada por feriados em Nova York, Londres e no Brasil, o investidor mais uma vez coloca o futuro dos juros locais e internacionais na mira.
Por aqui, o foco fica com o IPCA-15, divulgado hoje, e com a Pnad, prevista para quarta-feira (29). A expectativa é que os dados tragam novos indícios sobre o futuro dos juros no país — principalmente após os ruídos trazidos pela última reunião de política monetária do Banco Central (BC).
Na segunda-feira (27), o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, afirmou que as expectativas de inflação subiram em meio a ruídos recentes, mas reiterou entender que uma estabilização e posterior melhora nas projeções do mercado tendem a vir ao longo do tempo.
"(A expectativa de inflação) voltou a subir… A gente entende que no longo prazo isso deve se estabilizar e voltar a melhorar", disse Campos Neto em evento promovido pelo grupo Lide, em São Paulo.
O banqueiro central citou ruídos relacionados às contas públicas brasileiras, à credibilidade do BC e às especulações sobre o compromisso com a meta de inflação, além de citar dúvidas sobre quando o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve começar a reduzir os juros por lá.
No cenário corporativo, investidores repercutem positivamente a primeira coletiva da nova presidente da Petrobras, realizada ontem.
"Nós vamos respeitar a lógica empresarial. Não há como gerir uma empresa dessas sem respeitar a lógica empresarial. Dando lucro, sendo tempestivo, atendendo os interesses tanto dos acionistas públicos quanto dos privados, nós vamos fazer", afirmou Magda Chambriard, na sede da empresa, no Rio.
"Agora, agilizar isso nessa direção. A palavra-chave é conversa. Nós vamos ter que conversar muito, entender muito as demandas de cada um e colocar a Petrobras à disposição dos interesses dos seus acionistas dentro da lógica empresarial", acrescentou.
A presidente também afirmou ter certeza que a empresa dará lucros: "Se existe uma coisa que eu tenho certeza e garanto é que essa empresa vai dar muito lucro. Se tem lucros, tem dividendos. Nós queremos ter lucros".
Já no exterior, o mercado deve ficar de olho na divulgação de uma série de indicadores tanto nos EUA quanto na Europa, além de continuarem a monitorar eventuais falas de dirigentes do Fed.
*Com informações da agência de notícias Reuters

Índice de desenvolvimento humano recua em todos os estados brasileiros após pandemia, diz relatório

Ibovespa sobe puxado por alta na Petrobras; dólar opera em baixa
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento analisou o impacto da crise sanitária nas unidades da federação e atualizou o ranking do IDHM do país. Ranking: Brasil é 89º de 193 países no índice de desenvolvimento humano da ONU
A pandemia da Covid-19 derrubou o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de todos os estados brasileiros, segundo relatório apresentado nesta terça-feira (28) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (Pnud).
O estudo sobre o desenvolvimento humano no Brasil analisou indicadores dos estados e das regiões metropolitanas em um período dez anos, de 2012 a 2021.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal estima o estágio de desenvolvimento das populações, com base no acesso ao conhecimento, a uma vida longa e saudável e a um padrão de vida decente.
O indicador varia de zero a um. Quando mais próximo de um, maior o nível de desenvolvimento humano.
Tabela mostra os valores do IDHM dos estados de 2012 a 2021
Reprodução/PNUD
As maiores perdas em desenvolvimento humano por conta da crise sanitária ocorreram nos seguintes estados:
Roraima (6,7%)
Amapá (-6,6%)
Rio de Janeiro (-5,8%)
Mato Grosso (-5,5%)
Distrito Federal (-5,2%).
"É inegável que a pandemia gerou fortes consequências por todo mundo, mas podemos observar que os impactos foram mais severos nos países e nas regiões com desafios estruturais e padrões de desenvolvimento díspares", diz trecho do relatório do PNUD.
Recuo nacional de pelo menos seis anos, diz relatório
O Pnud verificou que a pandemia fez com que o IDHM do Brasil recuasse em pelo menos seis anos, retomando o patamar de desenvolvimento humano de 2015.
Quando analisadas as dimensões do índice, longevidade e renda registraram valores anteriores ao início da série analisada pelo Pnud, em 2012. Já a dimensão educação regrediu ao nível de 2019.
Segundo o Pnud, a dinâmica de perdas em todas as faces do desenvolvimento humano se repete, com variações, em todos os estados brasileiros.
Em 2021, o Pnud apontou que seis estados retornaram à faixa de classificação de médio desenvolvimento humano e quatro estados regrediram de muito alto desenvolvimento humano para alto desenvolvimento humano.
Desenvolvimento humano nos estados
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud)
DF tem maior IDMH do país, diz relatório
Entre ganhos e perdas ao longo em longevidade, educação e renda, o Pnud atualizou o ranking do desenvolvimento humano no país.
Apesar de ser uma das unidades da federação que mais sofreu após a pandemia, o Distrito Federal apresenta o maior IDMH do país (0,814).
Na escala definida pelo órgão das Nações Unidas, o DF está na faixa de desenvolvimento humano muito alto. Na outra ponta, o Maranhão tem o IDMH mais baixo do país (0,676).

Ibovespa sobe puxado por alta na Petrobras; dólar opera em baixa

Ibovespa sobe puxado por alta na Petrobras; dólar opera em baixa
Na segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 0,08%, cotada a R$ 5,1713, no maior nível atingido em maio. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, encerrou em alta de 0,15%, aos 124.496 pontos. Ações da Petrobras vivem dia positivo
Pexels
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), opera em alta nesta terça-feira (28). O destaque fica com a Petrobras, que sobe e puxa a alta da bolsa, depois da coletiva de imprensa da nova presidente da companhia, Magda Chambriard, na véspera.
A presidente assegurou que a Petrobras "vai dar muito lucro" e que vai atender aos interesses dos acionistas públicos e privados.
Já dólar opera em baixa, em uma semana marcada pela liquidez reduzida, devido a feriados em Nova York, Londres e também no Brasil.
Com isso, investidores monitoram a divulgação de uma série de indicadores no Brasil e no exterior, em busca de novos sinais sobre o futuro dos juros ao redor do mundo.
Por aqui, investidores repercutem Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15, a prévia da inflação oficial do país), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta manhã. O IPCA-15 teve alta de 0,44% em maio, contra expectativas de alta de 0,49%.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 10h20, o dólar caía 0,59%, cotado em R$ 5,1410. Veja mais cotações.
Na segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 0,08%, cotada a R$ 5,1713.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,08% na semana;
perdas de 0,41% no mês;
ganho de 6,57% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,53%, os 125.157 pontos.
As ações da Petrobras avançavam 1%.
Na segunda-feira, o índice encerrou com uma alta de 0,15%, aos 124.496 pontos.
Com o resultado, acumulou:
alta de 0,15% na semana;
recuo de 1,13% no mês;
perdas de 7,22% no ano.

Entenda o que faz o dólar subir ou descer
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
O que está mexendo com os mercados?
Em uma semana de liquidez reduzida, marcada por feriados em Nova York, Londres e no Brasil, o investidor mais uma vez coloca o futuro dos juros locais e internacionais na mira.
Por aqui, o foco fica com o IPCA-15, divulgado hoje, e com a Pnad, prevista para quarta-feira (29).
A expectativa é que os dados tragam novos indícios sobre o futuro dos juros no país — principalmente após os ruídos trazidos pela última reunião de política monetária do Banco Central (BC).
Na segunda-feira (27), o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, afirmou que as expectativas de inflação subiram em meio a ruídos recentes, mas reiterou entender que uma estabilização e posterior melhora nas projeções do mercado tendem a vir ao longo do tempo.
"(A expectativa de inflação) voltou a subir… A gente entende que no longo prazo isso deve se estabilizar e voltar a melhorar", disse Campos Neto em evento promovido pelo grupo Lide, em São Paulo.
O banqueiro central citou ruídos relacionados às contas públicas brasileiras, à credibilidade do BC e às especulações sobre o compromisso com a meta de inflação, além de citar dúvidas sobre quando o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve começar a reduzir os juros por lá.
No cenário corporativo, investidores repercutem positivamente a primeira coletiva da nova presidente da Petrobras, realizada ontem.
"Nós vamos respeitar a lógica empresarial. Não há como gerir uma empresa dessas sem respeitar a lógica empresarial. Dando lucro, sendo tempestivo, atendendo os interesses tanto dos acionistas públicos quanto dos privados, nós vamos fazer", afirmou Magda Chambriard, na sede da empresa, no Rio.
"Agora, agilizar isso nessa direção. A palavra-chave é conversa. Nós vamos ter que conversar muito, entender muito as demandas de cada um e colocar a Petrobras à disposição dos interesses dos seus acionistas dentro da lógica empresarial", acrescentou.
A presidente também afirmou ter certeza que a empresa dará lucros: "Se existe uma coisa que eu tenho certeza e garanto é que essa empresa vai dar muito lucro. Se tem lucros, tem dividendos. Nós queremos ter lucros".
Já no exterior, o mercado deve ficar de olho na divulgação de uma série de indicadores tanto nos EUA quanto na Europa, além de continuarem a monitorar eventuais falas de dirigentes do Fed.
*Com informações da agência de notícias Reuters