Chuvas no RS: pagamento do Bolsa Família para 21,6 mil famílias atingidas está previsto para quarta, diz governo

Educação Financeira #296: o que o consumidor pode fazer se não conseguiu viajar por Hurb ou 123 Milhas
Beneficiários foram incluídos em folha extra do programa, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Cada família receberá valor entre R$ 600 e R$ 700. Carros e estrada na cidade de São Leopoldo (RS) no dia 12 de maio de 2024
Nelson Almeida/AFP
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) informou à TV Globo nesta segunda-feira (27) que, na próxima quarta-feira (29), 21.681 famílias do Rio Grande do Sul afetadas pelas fortes chuva vão receber pagamentos do Bolsa Família.
Segundo o governo, são famílias que moram em regiões em estado de calamidade e em situação de vulnerabilidade, que estão em abrigos ou foram acolhidas por outras famílias.
De acordo com o MDS, as beneficiárias não estavam no programa Bolsa Família, mas preenchem os requisitos para integrar o programa de assistência e foram incluídas pelas equipes do Programa Busca Ativa – RS.
Conforme o Executivo, cada família receberá na próxima quarta valor entre R$ 600 e R$ 700. O custo total da folha extra será de R$ 15,6 milhões.
O plano de inclusão das famílias na folha extra foi antecipado à TV Globo e ao g1 pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, no dia 13 de maio.
As famílias que estavam na folha normal do Bolsa Família já receberam o pagamento no último dia 17.
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Como consumo de produtos preferidos pelos argentinos, como carne, mate e leite, mudou desde a posse de Milei

Educação Financeira #296: o que o consumidor pode fazer se não conseguiu viajar por Hurb ou 123 Milhas
Embora o governo de Milei consiga reduzir a inflação astronômica com “o maior ajustamento da história”, milhões de argentinos não conseguem sobreviver e tiveram de abdicar até de alguns dos seus alimentos mais tradicionais. A inflação fez com que o tradicional assado dos argentinos se tornasse um luxo inacessível para muitas pessoas
BBC
A Argentina atravessa atualmente, segundo seu próprio governo, "o maior ajuste da história".
Um dos efeitos mais visíveis do processo é a redução do consumo de três dos alimentos mais emblemáticos do país: a carne, o leite e a erva-mate.
Assim que chegou à presidência da Argentina, em dezembro de 2023, o economista "libertário" Javier Milei ligou – metaforicamente falando – a famosa motosserra que o acompanhou em alguns atos de campanha.
Nos três primeiros meses de governo, o presidente reduziu os gastos públicos em 13% do Produto Interno Bruto (PIB), o que diminuiu de imediato o enorme déficit fiscal enfrentado pelo país.
O governo afirma que "não existem antecedentes mundiais" de um ajuste desta magnitude em tão pouco tempo. E a medida serviu para reduzir um dos maiores flagelos da Argentina: sua inflação – a mais alta do mundo, próxima de 290% ao ano.
Em março, os aumentos de preços caíram pelo terceiro mês consecutivo e, confirmando a maioria dos prognósticos privados e oficiais, os números de abril mostraram nova queda da inflação, que passou a ser de um dígito por mês. É um sinal de que as medidas tomadas pelo governo parecem estar funcionando.
Mas existe o outro lado da moeda: uma fortíssima recessão, que foi agravada por muitas das medidas tomadas por Milei, como a desvalorização da moeda local pela metade, a drástica redução das taxas de juros e, principalmente, a contenção dos aumentos dos salários e aposentadorias, que foram mantidos abaixo da taxa de inflação.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) havia previsto crescimento de 2,8% para o país em 2024, mas reverteu suas expectativas após os anúncios do novo presidente. O órgão agora estima que a economia argentina sofrerá retração de 2,8% este ano, para crescer novamente em 5% em 2025.
A desregulamentação de diversos setores econômicos e a "acomodação dos preços", que haviam ficado defasados durante os governos kirchneristas, fizeram com que os valores de muitos bens e serviços disparassem. Estes aumentos pressionaram ainda mais o bolso dos argentinos, que já recebiam um dos salários mais baixos da América Latina.
Um relatório do Centro de Pesquisa e Formação da Central de Trabalhadores da Argentina (Cifra-CTA, na sigla em espanhol), publicado em abril, indicou que o poder aquisitivo do salário mínimo caiu em um terço (34,1%) desde a posse de Milei.
Com isso, o consumo de massa despencou. Março registrou o quarto mês consecutivo de queda, com redução de 19% sobre o mesmo mês do ano passado, segundo a consultoria Focus Market.
E o sinal mais claro desta crise pode ser observado na queda das vendas de três dos produtos mais consumidos pelos argentinos.
Leite – queda no 1º trimestre: 18,7%
Milhões de argentinos deixaram de consumir laticínios devido à crise enfrentada pelo país
Getty Images
A Argentina é um país pecuarista. Por isso, o leite e seus derivados – incluindo o tão popular doce de leite – não podem faltar na mesa dos argentinos.
Mas o preço do leite mais que dobrou em apenas três meses. O aumento foi de 123% entre dezembro e março, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos da República Argentina (Indec). Com isso, muitas pessoas simplesmente precisaram deixar de consumir laticínios, como queijo, iogurte e manteiga.
Um relatório do Observatório da Cadeia Láctea Argentina (OCLA), com base em dados do painel das indústrias lácteas, demonstra que a queda do volume de venda de laticínios no mercado interno foi de 18,7% nos três primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2023.
Paradoxalmente, depois de muitos anos em crise, a situação dos produtores de leite melhorou nos últimos tempos com a exportação de leite em pó, o principal produto da indústria para o mercado externo.
Sua cotação internacional é de mais de US$ 3,2 mil (cerca de R$ 16,4 mil) por tonelada. Este valor fez com que o preço de referência pago aos pecuaristas pelo leite em nível nacional aumentasse em mais de 300% em um ano, segundo o OCLA. Este índice é mais alto que a inflação anual da Argentina, de 288%.
O organismo estima ainda que, no primeiro trimestre, as exportações de laticínios aumentaram em 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Elas representam 30% de todo o leite produzido no país.
Enquanto muitos empresários leiteiros observam com preocupação a crise do mercado interno, uma pesquisa realizada em março pela associação rural Consórcios Regionais de Experimentação Agrícola (CREA) demonstrou que a maioria deles mantém otimismo sobre o futuro dos seus negócios – 73% deles são da opinião de que os resultados econômicos irão melhorar até o ano que vem.
Carne – queda no 1º trimestre: 17,6%
O consumo de carne na Argentina registrou a maior redução dos últimos 30 anos
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A Argentina é famosa pela qualidade da sua carne. Qualquer pessoa que já tenha visitado o país sabe que o "bife" e o "assado" fazem parte habitual da alimentação dos argentinos.
Mas, este ano, muitas pessoas precisaram abandonar o tradicional churrasco de domingo.
Segundo a Câmara da Indústria e Comércio de Carnes e Derivados da República Argentina (Ciccra), o consumo de carne bovina per capita no país caiu de 50,5 kg em março de 2023 para 42,6 kg em março deste ano – uma redução de 18,5%.
No acumulado do primeiro trimestre, a queda do consumo foi de 17,6%. Segundo a Ciccra, este foi o "registro mais baixo das últimas três décadas".
Mas, como no caso do leite, nem tudo foi prejuízo para o setor. A redução do consumo interno foi compensada por um forte aumento das exportações, que representam cerca de 30% da produção total.
Um relatório da Ciccra indica que, nos primeiros três meses do ano, as exportações aumentaram em 22,9%, em relação ao mesmo período de 2023. E fontes do Instituto de Promoção da Carne Bovina Argentina informaram que 80% dessa carne foi vendida para a China.
Erva-mate – queda no 1º trimestre: 9,2%
O ajuste monetário prejudicou até o consumo de chimarrão
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O chimarrão é uma parte tão essencial dos costumes argentinos que a demanda de erva-mate é considerada estável – ou seja, mesmo quando os preços aumentam, as pessoas continuam comprando a erva, sem substituí-la por outros produtos.
É por isso que alguns consideram que queda das vendas de erva-mate é a evidência mais clara dos dramáticos efeitos dos ajustes para muitos argentinos.
O Instituto Nacional da Erva-Mate (INYM, na sigla em espanhol), que é um organismo não governamental, revelou que, em março, a quantidade de erva-mate destinada ao mercado interno caiu em 30%, em relação a 2023.
Considerando-se todo o primeiro trimestre, a retração foi de 9,2% sobre o mesmo período do ano passado.
A maioria dos participantes do setor atribui a queda à perda de poder aquisitivo das famílias com menos recursos. Um trabalho da Universidade Di Tella indicou que mais de 3 milhões de argentinos caíram abaixo da linha da pobreza no primeiro trimestre deste ano.
Mas o INYM destaca que a baixa também pode ter ocorrido porque muitos supermercados e comércios compraram grandes quantidades de erva-mate no final de 2023. Eles aumentaram seus estoques prevendo o possível aumento da cotação do dólar após a posse de Milei, o que encareceria o produto.
O organismo também informou que houve um forte aumento das exportações de erva-mate no primeiro trimestre do ano, da ordem de 23%. As vendas para o mercado externo representam apenas 10% da produção.
No início de abril, o governo desregulamentou o mercado da erva-mate, eliminando o poder do INYM de fixar preços de referência. A intenção é incentivar a concorrência para baixar os preços internos.
Mas os críticos advertem que esta medida pode ter efeito totalmente contrário, já que apenas uma dezena de grandes empresas concentra 70% da preparação da erva-mate no país. E, sem os preços de referência, elas poderão usar seu poder de mercado para controlar tanto o preço de venda ao consumidor, quanto o valor pago aos produtores agrícolas.

Boletim Focus: pela 3ª vez seguida, economistas do mercado elevam estimativa de inflação para 2024

Expectativas para o crescimento do PIB e para a taxa básica de juros da economia não foram alteradas pelo mercado financeiro. Números foram divulgados pelo Banco Central. Analistas do mercado financeiro elevaram as estimativas de inflação para este e para o próximo ano.
As previsões constam no relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central. O levantamento ouviu mais de 100 instituições financeiras, na semana passada, sobre as projeções para a economia.
Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso porque os preços dos produtos aumentam, sem que o salário acompanhe esse crescimento.
Para a inflação deste ano, os analistas dos bancos subiram a expectativa de inflação, de 3,80% para 3,86%. Esse foi o terceiro aumento seguido no indicador.
Com isso, a expectativa dos analistas para a inflação de 2024 se mantém acima da meta central de inflação, mas abaixo do teto definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
A meta central de inflação é de 3% neste ano, e será considerada formalmente cumprida se o índice oscilar entre 1,5% e 4,5% neste ano.
Para 2025, a estimativa de inflação avançou de 3,74% para 3,75% na última semana. No próximo ano, a meta de inflação é de 3% e será considerada cumprida se oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Para definir a taxa básica de juros e tentar conter a alta dos preços, o BC já está mirando, neste momento, na meta do ano que vem, e também em 12 meses até meados de 2025.
Copom e enchentes no Sul
Um aumento mais pronunciado nas estimativas de inflação vem sendo registrado após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter baixado a taxa básica de juros de 10,75% para 10,5% ao ano no começo deste mês.
A decisão foi dividida. Os quatro diretores indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva votaram por um corte maior nos juros, de 0,5 ponto percentual, para 10,25% ao ano. Mas foram voto vencido. Quatro diretores mais antigos e o presidente do BC, formando uma maioria, optaram por uma redução menor na taxa Selic.
O "racha" no Copom teve efeito no mercado financeiro no dia seguinte. A bolsa de valores caiu, enquanto o dólar e os juros futuros avançaram.
O temor do mercado é que a diretoria do BC indicada pelo presidente Lula — com maioria no Copom a partir de 2026 –, possa ter mais leniente com a inflação em busca de um ritmo maior de crescimento da economia.
Além do racha no Copom, outro fator que tem influenciado o comportamento da inflação, segundo o Ministério da Fazenda, é o efeito das enchentes no Rio Grande do Sul, assim como a mudança da meta fiscal para 2025 e 2026 (liberando R$ 160 bilhões a mais em gastos nestes anos).
Para definir o nível da taxa Selic, o Banco Central trabalha com o sistema de metas de inflação. Se as estimativas para o comportamento dos preços estão em linha com as metas pré-definidas, pode reduzir a taxa. Se as previsões de inflação começam a subir, pode optar por manter ou subir os juros.
Produto Interno Bruto
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, a projeção do mercado ficou estável em 2,05%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. O indicador serve para medir a evolução da economia.
Já para 2025, a previsão de alta do PIB do mercado financeiro continuou em 2%.
Taxa de juros
Os economistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa para a taxa básica de juros da economia brasileira para o final deste ano.
Atualmente, a taxa Selic está em 10,50% ao ano, após sete reduções seguidas promovidas pelo Banco Central.
Para o fechamento de 2024, a projeção do mercado para o juro básico da economia permaneceu em 10% ao ano.
Para o fim de 2025, por sua vez, o mercado financeiro manteve a projeção estável em 9% ao ano.
Outras estimativas
Veja abaixo outras estimativas do mercado financeiro, segundo o BC:
Dólar: a projeção para a taxa de câmbio para o fim de 2024 subiu de R$ 5,04 para R$ 5,05. Para o fim de 2025, a estimativa continuou em R$ 5,05.
Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção ficou estável em US$ 82 bilhões de superávit em 2024. Para 2025, a expectativa para o saldo positivo avançou de US$ 76,3 bilhões para US$ 78 bilhões.
Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano continuou em US$ 70 bilhões de ingresso. Para 2025, a estimativa de ingresso recuou de US$ 73,5 bilhões para US$ 73 bilhões.
Taxa Selic: entenda o que é a taxa básica de juros da economia brasileira

Relator quer votar nesta segunda projeto que retoma taxação de importações de até US$ 50

Educação Financeira #296: o que o consumidor pode fazer se não conseguiu viajar por Hurb ou 123 Milhas
Ideia será debatida em reunião de líderes partidários. Data da votação será decidida pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Apps da Shopee, Shein e AliExpress
Vivian Souza/g1; Reprodução/Shein e Aline Lamas/g1
O deputado Átila Lira (PP-PI), relator do projeto que, entre outros pontos, retoma a taxação federal sobre compras internacionais de até US$ 50, defende a votação da proposta nesta segunda-feira (27).
Segundo o relator, a votação nesta segunda está sendo negociada com líderes, e ele aguarda uma posição final do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ainda nesta tarde.
"A ideia é a gente votar hoje, mas preciso ainda da decisão dos líderes. Mas já conversei internamente que o ideal seria votar hoje, ou, no máximo , amanhã [terça-feira]”, disse o relator ao blog.
Como tem feriado nesta semana, para garantir quórum, o presidente da Câmara determinou sessões desta segunda a quarta com efeito administrativo, ou seja, quem faltar terá a ausência descontada do salário. Na prática, um gesto para garantir que esse tema seja concluído esta semana.
Segundo o relator, a ideia dele é votar tudo junto, o projeto do Mover com o jabuti do retorno do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50. "A gente fez mobilização tão grande, a nossa ideia é a taxação junto", disse.
Nos bastidores, há um movimento de governistas para votar a taxação separadamente, mas o formato final vai depender dos líderes e de conversas que ocorrerão entre esta segunda-feira e a terça.
O fim da isenção em imposto de importação para remessas de até US$ 50 foi incluída em projeto que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que ainda será votado pelos deputados. Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou que pode vetar a medida se ela for aprovada.
Lula diz que 'tendência' é vetar imposto sobre importações de até US$ 50, Julia Duailib comenta
O que diz o governo?
O Ministério da Fazenda e a Receita Federal anunciaram, em abril de 2023, que iriam extinguir uma isenção de imposto para remessas internacionais de até US$ 50 entre pessoas físicas.
Essa isenção não existia para o comércio. Mas, segundo o governo, a regra estava sendo usada de maneira irregular por varejistas internacionais, que se "disfarçavam" de pessoa física para não pagar impostos.
Como a medida foi muito criticada, o Ministério da Fazenda anunciou um programa para solucionar a questão no final de junho. Determinou a isenção da cobrança do imposto de importação sobre compras de até US$ 50 para as empresas que aderissem voluntariamente ao Remessa Conforme, da Receita Federal.
Em suma, quem se cadastrasse pagaria apenas o recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado em compras feitas em plataformas online de varejistas internacionais, que passou a ser de 17% para todo o país.
O g1 mostrou que clientes relatavam que a medida havia reduzido o tempo de entrega dessas encomendas — o que incentivava a aquisição de produtos vindos do exterior. E o benefício aos varejistas internacionais passou a incomodar ainda mais o empresariado brasileiro.

Educação Financeira #296: o que o consumidor pode fazer se não conseguiu viajar por Hurb ou 123 Milhas

Educação Financeira #296: o que o consumidor pode fazer se não conseguiu viajar por Hurb ou 123 Milhas
Neste episódio, relembre o que aconteceu desde então e o que fazer caso você tenha tido sua viagem cancelada. Há pouco mais de um ano, os clientes do Hurb, antigo Hotel Urbano, começaram a enfrentar problemas para viajar: cancelamentos de reservas, passagens não emitidas, e hotéis que alegavam não estarem sendo pagos pela plataforma.
O ex-presidente da empresa debochou dos clientes e teve que renunciar depois que a história pegou mal. A companhia vive, desde então, um processo de reestruturação financeira.
Pouco tempo depois, em agosto, a 123 Milhas entrou com um pedido de recuperação judicial apenas duas semanas após suspender os pacotes e as emissões de passagens de sua linha promocional, com datas flexíveis.
O ponto em comum entre as duas empresas: um modelo de negócios que não era sustentável. Neste episódio do podcast Educação Financeira, relembre o que aconteceu desde então e o que fazer caso você tenha tido sua viagem cancelada.
OUÇA O PODCAST ABAIXO:
* Estagiária sob supervisão de Raphael Martins
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