Netflix aumenta preços de planos no Brasil; veja novos valores

Conselho da Petrobras aprova nome de Magda Chambriard para presidência da estatal
Reajuste da assinatura do serviço de streaming começa a valer nesta sexta-feira (24). Planos ficaram até 12% mais caros. Netflix
Reuters/Dado Ruvic
A Netflix anunciou um reajuste nos preços de seus três planos, que começa a valer nesta sexta-feira (24). Agora, a categoria mais cara do serviço de streaming, que permite acesso simultâneo a até quatro telas com qualidade 4K, custa R$ 59,90 por mês.
O maior aumento percentual aconteceu no plano padrão, que oferece acesso simultâneo em dois dispositivos com qualidade Full HD e ficou 12% mais caro. Veja abaixo os novos preços da Netflix.
Padrão com anúncios: de R$ 18,90 para R$ 20,90 por mês (aumento de 10%)
Padrão: de R$ 39,90 para R$ 44,90 (aumento de 12%)
Premium: de R$ 55,90 para R$ 59,90 por mês (aumento de 7%)
Procurada pelo g1, a Netflix afirmou que reajusta preços das assinaturas para oferecer mais opções de filmes e séries aos assinantes.
"Oferecemos uma variedade de preços e planos que se ajustam a diversas necessidades. Para oferecer cada vez mais opções de entretenimento aos nossos assinantes, ocasionalmente atualizamos nossos preços. A partir de hoje, nossos preços no Brasil começam a partir de R$ 20,90", disse a empresa.
Este é o primeiro reajuste anunciado pela Netflix no Brasil desde 2021, quando os preços aumentaram até 21%. Em fevereiro, o Amazon Prime também reajustou sua assinatura e ficou 33% mais caro.
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Ações da Gol e da Azul disparam com acordo de ‘codeshare’. Ibovespa sobe e dólar opera em baixa

Conselho da Petrobras aprova nome de Magda Chambriard para presidência da estatal
Na quinta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,06%, cotada a R$ 5,1534. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, encerrou com um recuo de 0,73%, aos 124.729 pontos. Dólar
Karolina Grabowska/Pexels
O dólar e o Ibovespa principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), operam com volatilidade nesta sexta-feira (24), oscilando entre altas e baixas, com os juros norte-americanos mais uma vez na mira dos investidores.
Nesta semana, as atenções ficaram voltadas para a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), divulgado na última quarta-feira (22).
O documento mostrou que as autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) ainda acreditam que as pressões nos preços devem diminuir, mesmo que lentamente. Além disso, a ata também refletiu a discussão sobre possíveis novos aumentos. (entenda mais abaixo)
O destaque do pregão, porém, fica com as ações da Gol e da Azul, que vivem um dia de forte alta após as empresas anunciarem um acordo de "codeshare". Esse é um tipo de um acordo no qual duas ou mais companhias aéreas compartilham o mesmo voo, os mesmos padrões de serviço e os mesmos canais de venda.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 09h, o dólar caía 0,33%, cotado a R$ 5,1365. Veja mais cotações.
Na quinta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,06%, cotada a R$ 5,1534.
Com o resultado, acumulou:
alta de 1,01% na semana;
perdas de 0,76% no mês;
ganho de 6,20% no ano.

Ibovespa
O Ibovespa só começa a operar às 10h.
Na quinta-feira, o índice encerrou com um recuo de 0,73%, aos 124.729 pontos.
Com o resultado, acumulou:
queda de 2,67% na semana;
recuo de 0,95% no mês;
perdas de 7,05% no ano.

Entenda o que faz o dólar subir ou descer
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
O que está mexendo com os mercados?
O principal destaque desta semana fica com a ata da última reunião do Fomc, divulgada na quarta-feira (22). O documento mostrou que as autoridades do Fed ainda acreditam que as pressões sobre os preços diminuirão, mesmo que lentamente e a despeito da decepção com as recentes leituras de inflação nos Estados Unidos.
Além disso, apesar de a resposta do BC dos EUA ainda envolver a manutenção da taxa de referência em seu nível atual, a ata também refletiu a discussão sobre possíveis novos aumentos de juros, com vários participantes dispostos a apertar mais a política monetária do país se necessário.
Em sua última reunião, o Fomc decidiu mais uma vez pela manutenção das taxas dos Estados Unidos na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano, em uma decisão unânime.
Com a ata do Fomc na mira, falas de dirigentes do Fed também ficaram sob os holofotes ao longo da semana, à medida que investidores continuam a buscar pistas sobre a direção da política monetária no país.
Na terça-feira, o diretor do Fed Christopher Waller disse que os dados mais recentes de inflação são "tranquilizadores", mas ressaltou que precisa ver mais alguns meses de bons dados de preços antes de se sentir confortável para defender uma flexibilização na orientação da política monetária.
Até o momento, investidores preveem uma probabilidade 52,2% de um corte nos juros de pelo menos 25 pontos-base em setembro, abaixo dos quase 67% de uma semana atrás, segundo a ferramenta FedWatch da CME.
Ainda no exterior, a agenda também foi recheada de indicadores e balanços corporativos. Na quinta-feira (23), dados da S&P Global mostraram que o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que acompanha os setores de manufatura e serviços, subiu para 54,4 em amio, no maior nível desde abril de 2022.
Vale lembrar que uma leitura acima de 50 indica expansão no setor privado. Economistas consultados pela Reuters previam que o índice ficaria em 51,1.
Além disso, o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, indicando uma força subjacente no mercado de trabalho que deve continuar a sustentar a maior economia do mundo.
Por aqui, os rumos do cenário fiscal também ficaram sob os holofotes nesta semana. Na quarta-feira, os ministérios do Planejamento e da Fazenda projetaram que o governo central fechará este ano com déficit primário (despesas maiores que receitas) de R$ 14,5 bilhões.
A previsão representa uma piora em relação à estimativa feita em março, que apontava para um rombo de R$ 9,3 bilhões nas contas públicas, ainda dentro da margem de tolerância para a meta do ano.
A ampliação do déficit previsto ocorre mesmo com a equipe econômica incluindo nas contas uma estimativa de arrecadação com dividendos extraordinários ainda não aprovados pela Petrobras, além de manter nos cálculos ganho relacionado a uma extinção que não ocorrerá no programa de apoio ao setor de eventos.
*Com informações da agência de notícias Reuters

Veja como fazer o trato cultural no plantio de frutas

Manual do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) mostra o passo-a-passo de como fazer o manejo ao redor da planta e outras dicas. Uma publicação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) ensina como fazer o trato cultural no plantio de frutas.
O documento mostra o passo-a-passo de como fazer o manejo ao redor da planta, dando espaço para as raízes crescerem e o adubo ser absorvido corretamente, entre outras dicas.
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Dólar abre em baixa, com mercado repercutindo última ata do Fed

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Na quinta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,06%, cotada a R$ 5,1534. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, encerrou com um recuo de 0,73%, aos 124.729 pontos. Dólar
Karolina Grabowska/Pexels
O dólar abriu em baixa nesta sexta-feira (24), com os juros norte-americanos mais uma vez na mira dos investidores. Nesta semana, as atenções ficaram voltadas para a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), divulgado na última quarta-feira (22).
O documento mostrou que as autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) ainda acreditam que as pressões nos preços devem diminuir, mesmo que lentamente. Além disso, a ata também refletiu a discussão sobre possíveis novos aumentos. (entenda mais abaixo)
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 09h, o dólar caía 0,33%, cotado a R$ 5,1365. Veja mais cotações.
Na quinta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,06%, cotada a R$ 5,1534.
Com o resultado, acumulou:
alta de 1,01% na semana;
perdas de 0,76% no mês;
ganho de 6,20% no ano.

Ibovespa
O Ibovespa só começa a operar às 10h.
Na quinta-feira, o índice encerrou com um recuo de 0,73%, aos 124.729 pontos.
Com o resultado, acumulou:
queda de 2,67% na semana;
recuo de 0,95% no mês;
perdas de 7,05% no ano.

Entenda o que faz o dólar subir ou descer
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
O que está mexendo com os mercados?
O principal destaque desta semana fica com a ata da última reunião do Fomc, divulgada na quarta-feira (22). O documento mostrou que as autoridades do Fed ainda acreditam que as pressões sobre os preços diminuirão, mesmo que lentamente e a despeito da decepção com as recentes leituras de inflação nos Estados Unidos.
Além disso, apesar de a resposta do BC dos EUA ainda envolver a manutenção da taxa de referência em seu nível atual, a ata também refletiu a discussão sobre possíveis novos aumentos de juros, com vários participantes dispostos a apertar mais a política monetária do país se necessário.
Em sua última reunião, o Fomc decidiu mais uma vez pela manutenção das taxas dos Estados Unidos na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano, em uma decisão unânime.
Com a ata do Fomc na mira, falas de dirigentes do Fed também ficaram sob os holofotes ao longo da semana, à medida que investidores continuam a buscar pistas sobre a direção da política monetária no país.
Na terça-feira, o diretor do Fed Christopher Waller disse que os dados mais recentes de inflação são "tranquilizadores", mas ressaltou que precisa ver mais alguns meses de bons dados de preços antes de se sentir confortável para defender uma flexibilização na orientação da política monetária.
Até o momento, investidores preveem uma probabilidade 52,2% de um corte nos juros de pelo menos 25 pontos-base em setembro, abaixo dos quase 67% de uma semana atrás, segundo a ferramenta FedWatch da CME.
Ainda no exterior, a agenda também foi recheada de indicadores e balanços corporativos. Na quinta-feira (23), dados da S&P Global mostraram que o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que acompanha os setores de manufatura e serviços, subiu para 54,4 em amio, no maior nível desde abril de 2022.
Vale lembrar que uma leitura acima de 50 indica expansão no setor privado. Economistas consultados pela Reuters previam que o índice ficaria em 51,1.
Além disso, o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, indicando uma força subjacente no mercado de trabalho que deve continuar a sustentar a maior economia do mundo.
Por aqui, os rumos do cenário fiscal também ficaram sob os holofotes nesta semana. Na quarta-feira, os ministérios do Planejamento e da Fazenda projetaram que o governo central fechará este ano com déficit primário (despesas maiores que receitas) de R$ 14,5 bilhões.
A previsão representa uma piora em relação à estimativa feita em março, que apontava para um rombo de R$ 9,3 bilhões nas contas públicas, ainda dentro da margem de tolerância para a meta do ano.
A ampliação do déficit previsto ocorre mesmo com a equipe econômica incluindo nas contas uma estimativa de arrecadação com dividendos extraordinários ainda não aprovados pela Petrobras, além de manter nos cálculos ganho relacionado a uma extinção que não ocorrerá no programa de apoio ao setor de eventos.
*Com informações da agência de notícias Reuters