Mega-Sena pode pagar R$ 37 milhões nesta terça-feira

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Polishop
As apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 5 e apostas podem ser feitas até as 19h
Marcelo Brandt/G1
O concurso 2.727 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 37 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h desta terça-feira (21), em São Paulo.
No concurso do último sábado (18), nenhuma aposta levou o prêmio máximo.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser realizada também pela internet, até as 19h – saiba como fazer.
A Mega soma três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Entenda como funciona a Mega-Sena e qual a probabilidade de ganhar o prêmio
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.
É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

‘Se for querer especular, nós buscamos de outro lugar’, diz ministro da Agricultura após suspensão de leilão de compra do arroz do Mercosul

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Polishop
Países vizinhos aumentaram em 30% o preço grão depois que o Brasil anunciou aquisição do cereal. Reação do governo à alta também incluiu zerar imposto de importação do cereal vindo de fora do bloco. Carlos Fávaro, ministro da Agricultura.
Reprodução/ redes sociais
"Nós demos uma demonstração ao Mercosul de que, se for querer especular, nós buscamos de outro lugar", disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro ao g1, na segunda-feira (20), pouco depois de o governo federal zerar o imposto de importação do arroz para países de fora do Mercosul.
A intenção do ministério era comprar toneladas do cereal dos vizinhos que pertencem ao bloco, para aumentar a oferta no mercado interno e evitar altas de preços ao consumidor após a tragédia no Rio Grande do Sul, maior estado produtor do grão.
Mas o leilão de compra, marcado para esta terça-feira (21), foi suspenso depois de, segundo o ministro, o Mercosul elevar em até 30% o preço do cereal.
"Nós íamos comprar 100 mil toneladas, mas, pelos preços que eles [o Mercosul] estavam anunciando, nós íamos comprar só 70 mil", disse Fávaro.
"Certamente, eles vão voltar para a realidade porque não é justo", acrescentou o ministro.
Fávaro contou que, após saber da especulação de preços no Mercosul, fez uma reunião de emergência, na quinta-feira (16), com o presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa.
"A decisão foi do presidente", disse Fávaro, ao se referir à suspensão do leilão e à isenção do imposto de importação do arroz.
O leilão de compra do grão seria feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e, até o momento, não há uma nova data para acontecer.
Os parceiros do Brasil no Mercosul (Paraguai, Uruguai e Argentina) são os principais fornecedores externos de arroz para o mercado nacional. E, como o bloco é uma zona de livre comércio, eles não pagam imposto para vender ao Brasil.
Agora, com as taxas zeradas para o restante do mundo, outros países podem competir em maior igualdade com o Mercosul.
Existem outras opções no mercado. Há quase duas semanas, por exemplo, a indústria anunciou a intenção de importar 75 mil toneladas de arroz da Tailândia.
Três tipos de arroz tiveram as taxas de importação zeradas. A isenção tem validade até 31 de dezembro de 2024.
A situação no RS
Os produtores nacionais vêm se opondo às medidas de importação do grão. Na semana passada, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Fedearroz) chegou a solicitar ao governo que cancelasse o leilão da Conab.
'Arroz que está colhido garante abastecimento', diz federação de agricultura do RS
Fávaro reforçou que a medida não tem o objetivo de prejudicar os produtores, mas, sim de garantir estabilidade de preços no país.
"Nós estamos com um problema de logística. [O arroz] não consegue sair de lá, não consegue emitir nota [fiscal]", disse o ministro.
Segundo ele, mesmo que haja rotas alternativas, o custo logístico também se tornou um problema. "Vai você contratar um frete agora? Vai lá buscar o arroz no Rio Grande do Sul sabendo que vai ter dificuldade? Filas, o frete 20%, 30%?", afirmou.
"Então nós precisamos tomar medidas de apoio para abastecer o mercado e garantir estabilidade. Não é em detrimento dos produtores", reafirmou o ministro.
Leia também:
Prejuízos na agropecuária no RS ultrapassam R$ 2,5 bilhões
Destruição de lavouras de soja no RS pode encarecer frango e porco, além do óleo
'Arroz colhido garante abastecimento', diz presidente de federação do RS
Venda de arroz é limitada e preços sobem em São Mateus
Camex aprova isenção de imposto de importação para três tipos de arroz

Governo pode antecipar recursos à Fraport para custear operação da Base Aérea de Canoas

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Polishop
Capacidade financeira da companhia para arcar com custos da operação emergencial da base aérea preocupa Anac. Empresas poderão vender passagens a partir desta terça-feira. O governo federal pode antecipar recursos para custear a operação comercial da Base Aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul – que vai substituir de forma emergencial o aeroporto internacional Salgado Filho, interditado desde 3 de maio.
As companhias aéreas poderão começar a vender, a partir desta terça (21), passagens para voos com destino à base.
Aeroporto de Porto Alegre fechado por tempo indeterminado: veja como está o local com o Fantástico
A base será operada temporariamente pela Fraport, que tem o contrato de concessão do aeroporto de Porto Alegre.
Na sexta-feira (17), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou uma norma que permite a operação comercial, pela Fraport, da Base Militar de Canoas.
Contudo, há uma preocupação em relação à capacidade financeira da companhia para arcar com os custos da operação emergencial da base aérea.
“Cumpre-nos ponderar que a situação de caixa da empresa Fraport Brasil S/A Aeroporto de Porto Alegre, dadas as perdas no Aeroporto Salgado Filho, preocupa esta SRA [Superintendência de Regulação Econômica] quanto ao seu fôlego financeiro para fazer frente à operação emergencial”, diz nota técnica da Anac à qual o g1 teve acesso.
Por isso, a agência incluiu na norma aprovada a possibilidade de o governo antecipar recursos à Fraport, do Orçamento da União, para que a empresa possa “fazer frente imediata à transferência das operações do Aeroporto Salgado Filho para a Base Militar”.
Crédito extraordinário
Outro parecer técnico, este do Ministério de Portos e Aeroportos, cita a possibilidade de se utilizar crédito extraordinário para ressarcimento à Fraport.
Questionada sobre a possibilidade de adiantamento e o montante estimado, a pasta afirmou que ainda não há definição.
"Ainda estamos trabalhando na estratégia para indenização à Fraport. Assim que houver uma definição será amplamente divulgada", disse.
Base aérea em Canoas é utilizada para transporte de voluntários e doações desde as enchentes.
MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO
Todos os custos da operação emergencial da Base Aérea de Canoas serão ressarcidos pelo governo federal à Fraport.
No decorrer da atividade em Canoas, a empresa vai enviar ao governo informações de receitas e custos. Ao término da operação, a Anac vai verificar o que foi gasto em termos de custo e o que foi recebido pela empresa, para ressarcimento da diferença entre receitas e despesas.
Entre as receitas da Fraport no período está a cobrança de taxa de embarque dos passageiros, no mesmo valor que a taxa cobrada em voos domésticos no aeroporto Salgado Filho, de R$ 53,14.
A operação emergencial da base deve se encerrar quando os voos puderem ser retomados no aeroporto de Porto Alegre.

Scarlett Johansson diz que OpenAI imitou sua voz no ChatGPT: ‘fiquei chocada’

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Polishop
Atriz afirma que foi convidada para licenciar sua voz para o sistema, mas que negou por 'motivos pessoais'. Scarlett Johansson no tapete vermelho do Bafta 2020 neste domingo (2)
Vianney Le Caer / Invision / AP
G
Scarlett Johansson afirmou nesta segunda-feira (20) que precisou entrar em contato com a OpenAI para reclamar após o lançamento da nova versão do robô falante do ChatGPT, o GPT-4o, no último dia 13. A atriz de "Viúva Negra" (2021) afirma que o modelo chamado de Sky imitava sua voz e seu jeito de falar.
A empresa anunciou mais cedo que iria interromper o uso do modelo.
Além de interpretar a heroína da Marvel, Johansson também é conhecida por seu trabalho em "Ela" (2013), filme no qual interpreta a voz de uma assistente digital pelo qual o protagonista (Joaquin Phoenix) se apaixona.
Em comunicado enviado por um assessor à rádio americana NPR e ao jornal "Washington Post", a atriz diz que foi procurada pelo presidente executivo da OpenAI, Sam Altman, para licenciar sua voz para o novo modelo de inteligência artificial da empresa.
"Nove meses depois, meus amigos, família e o grande público todos notaram quanto o novo sistema 'Sky' soava como eu. Quando eu escutei a demonstração divulgada, fiquei chocada, brava e descrente que o senhor Altman buscasse uma voz que soasse tão estranhamente com a minha que meus amigos mais próximos e veículos de mídia não pudessem notar a diferença", disse a atriz.
"O senhor Altman até insinuou que a similaridade era intencional, tuitando uma única palavra, 'ela' ('her', no original em inglês) — uma referência a um filme no qual fiz a voz de um sistema de conversa, Samantha, que forma um relacionamento íntimo com um humano."
Initial plugin text

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Polishop

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Polishop
Empresa tem R$ 395 milhões em dívidas e enfrenta dificuldades desde a pandemia de Covid-19. Interior de loja Polishop
Reprodução/Polishop/Instagram
A Justiça de São Paulo aceitou nesta segunda-feira (20) o pedido de recuperação judicial da Polishop. A decisão é do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.
A varejista, que tem R$ 395 milhões em dívidas, vinha tentando negociar seus débitos com credores, mas já apresentava dificuldades, ainda em reflexo da pandemia de Covid-19.
Desde o ano passado, várias de suas lojas começaram a receber ações de despejo de shoppings por inadimplência — apenas entre 2022 e 2024, por exemplo, pelo menos 50 ações de despejo foram ajuizadas em face da rede de varejo.
A empresa vinha passando por dificuldades desde a pandemia quando, em meio à queda de faturamento, a varejista chegou a fechar mais da metade de suas lojas físicas e a demitir aproximadamente 2 mil colaboradores.
Em abril, a Polishop chegou a anunciar um plano de reestruturação, no qual lançava um modelo de franquias da marca. O projeto previa mais de 300 franquias abertas até 2028.
“Nos últimos anos, a elevação da taxa Selic e a restrição ao crédito, principalmente para o varejo, tornou o custo do dinheiro altíssimo, aumentando também o endividamento das famílias. Além disso, o aumento do custo de ocupação dos shoppings, regulado pelo IGP-M [Índice Geral de Preços – Mercado] […] pressionou ainda mais os custos operacionais”, afirmou o presidente e fundador da Polishop, João Appolinário, em nota na época.
*Com informações de Isabela Bolzani
Número de empresas em recuperação judicial sobe no país