Nave da Blue Origin, de Bezos, é lançada com sucesso; este foi o 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos

Empresa levou seis turistas ao espaço em viagem de cerca de 10 minutos. Nave foi lançada às 11h36 deste domingo e durou 10 minutos. Nave da Blue Origin, de Bezos, é lançada com sucesso; este foi o 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos Empresa levou seis turistas ao espaço em viagem de cerca de 10 minutos. Nave foi lançada às 11h36 deste domingo e durou 10 minutos. A empresa de foguetes Blue Origin lançou a sua nave New Shepard neste domingo (19), às 10h36, um voo espacial com seis turistas. . Foi primeira tentativa da companhia de fazer um voo tripulado ao espaço desde agosto de 2022. . As missões ficaram suspensas depois de uma falha em um voo sem passageiros, em setembro de 2022.. O voo durou 10 minutos e será feito com a nave New Shepard, modelo usado para levar o bilionário Jeff Bezos ao espaço.

Nave da Blue Origin, de Bezos, decola; este é o 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos

Empresa leva seis turistas ao espaço em viagem de cerca de 10 minutos. Missão foi marcada para este domingo (19), às 10h52 (horário de Brasília). Nave da Blue Origin, de Bezos, decola; este é o 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos Empresa leva seis turistas ao espaço em viagem de cerca de 10 minutos. Missão foi marcada para este domingo (19), às 10h52 (horário de Brasília). A empresa de foguetes Blue Origin marcou para este domingo (19), às 10h52, um voo espacial com seis turistas. . Será a primeira tentativa da companhia de fazer um voo tripulado ao espaço desde agosto de 2022. . As missões ficaram suspensas depois de uma falha em um voo sem passageiros, em setembro de 2022.. O voo deve durar cerca de 10 minutos e será feito com a nave New Shepard, modelo usado para levar o bilionário Jeff Bezos ao espaço.

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New Shepard leva seis turistas espaciais em viagem de cerca de 10 minutos ao espaço. Em setembro de 2022, uma falha no motor derrubou o foguete em missão não tripulada. Tripulantes da missão NS-25, com a nave New Shepard, da Blue Origin
Divulgação/Blue Origin
A na ve New Shepard, da Blue Origin, empresa de foguetes do bilionário Jeff Bezos, acaba de decolar com seis tripulantes neste domingo (19). A decolagem aconteceu às 11h36.
Batizada de NS-25, a missão marcará o retorno de missões tripuladas com a nave New Shepard. A empresa levará seis pessoas ao espaço em um voo que deve durar cerca de 10 minutos.
Acompanhe AO VIVO o voo espacial da Blue Origin
O último voo tripulado da Blue Origin aconteceu em agosto de 2022. Um mês depois, um foguete da empresa caiu por conta de uma falha logo após o lançamento. A nave não estava tripulada e não houve feridos, segundo a companhia.
Um novo voo só foi feito em dezembro de 2023, ainda sem passageiros. Agora, a Blue Origin deve realizar sua sétima missão tripulada. Saiba mais abaixo sobre a missão NS-25.
Falha em foguete da Blue Origin, em missão realizada em setembro de 2022
Reprodução/Blue Origin
Como será o voo?
Como em suas missões anteriores, a Blue Origin planeja fazer um voo suborbital, em que o objetivo é fazer a nave superar a Linha de Kárman, a 100 quilômetros de altitude, tratada por convenção como o início do espaço.
O trajeto dura cerca de 10 minutos e, em um trecho, a tripulação pode experimentar a sensação de gravidade zero. Este será o 25º lançamento de um foguete da Blue Origin e o 7º com passageiros.
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Quem são os passageiros?
O voo terá seis passageiros, a lotação máxima da New Shepard. No comunicado sobre os tripulantes, a Blue Origin destacou a presença de Ed Dwight, o primeiro negro a ter se candidatado a uma vaga como astronauta nos Estados Unidos.
Ele fez o treinamento da Força Aérea dos EUA e, em 1963, chegou a ser recomendado à Nasa, agência espacial americana, mas não foi selecionado para o cargo.
Com 90 anos e 8 meses, Dwight também poderá ser tornar a pessoa mais velha a chegar ao espaço. O recorde é de William Shatner, ator que interpretou Capitão Kirk em "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek") e foi ao espaço com 90 anos e 6 meses.
Os outros tripulantes da NS-25 são os empresários Mason Angel, Sylvain Chiron e Kenneth L. Hess, a contadora aposentada Carol Schaller e o piloto de aviões Gopi Thotakura.
Passageiros da missão NS-25, da Blue Origin
Divulgação/Blue Origin
Por que os voos tinham sido suspensos?
As missões da Blue Origin foram suspensas por conta de um acidente em um voo sem tripulantes. Em setembro de 2022, um foguete da empresa caiu um minuto depois da decolagem (relembre o acidente abaixo).
A falha aconteceu quando o foguete estava próximo de atingir a pressão máxima, também conhecida como "Max-Q". A nave voava a 1.126 km/h, a 8.500 metros de altitude.
Foguete da Blue Origin cai após decolagem sem deixar feridos
A Blue Origin disse, na ocasião, que houve uma "falha no mecanismo de impulsão" do foguete. Devido ao problema, a cápsula (a parte superior do veículo) foi ejetada e ficou intacta para uma aterrisagem forçada, como previsto em situações como essa.
A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) determinou que a empresa investigasse o caso. E, em setembro de 2023, informou que ela não poderia retomar seus voos até fazer 21 correções no foguete New Shepard.
Lançamento do foguete New Shepard, da Blue Origin, em agosto de 2022
Divulgação/Blue Origin
Segundo a FAA, a investigação apontou para uma falha no bocal do motor do foguete, causada por temperaturas mais altas do que o esperado no equipamento. Por isso, a Blue Origin deveria redesenhar componentes do motor e do bocal.
A empresa fez as correções e voltou a fazer um lançamento em dezembro de 2023. A missão não teve tripulantes e só levou ao espaço cargas de ciência e pesquisa e milhares de cartões postais criados por estudantes (relembre abaixo).
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Criadora dá leite de vaca aos porcos para não perder produção após estragos das enchentes no RS

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Sem energia elétrica, a família da produtora rural Lovane Guillante não teve como armazenar o alimento e decidiu dá-lo a suínos, que já estavam quase sem comida. Caminhão da cooperativa ficou 10 dias sem passar na propriedade Agricultores e pecuaristas gaúchos tentam retomar a produção após estragos das chuvas
A família da produtora rural Lovane Guillante decidiu dar o leite da vaca aos porcos para manter os animais e não estragar o alimento, após as enchentes no Rio Grande do Sul gerarem perdas na propriedade.
"Nós conseguimos manter os suínos com esse leite", disse Lovane. Os porcos já estavam quase sem comida.
Além disso, foi a forma que a família encontrou para não deixar o leite estragar. Sem emergia elétrica, o resfriador não funcionava e o caminhão da cooperativa, que transporta o leite, ficou 10 dias sem passar.
Guillante
Globo Rural
Essa é uma das histórias que a equipe do Globo Rural acompanhou no Rio Grande do Sul. No estado, as famílias de agricultores que sofrem as consequências das chuvas no Rio Grande do Sul. Em algumas regiões, os gaúchos tentam, aos poucos, retomar a produção agropecuária.
Um dos desafios é a criação de animais. Os caminhos ainda estão cheios de obstáculos, por exemplo, a coleta de leite e a entrega da ração nas propriedades ainda estão sendo atividades difíceis de serem realizadas.
Já para quem planta grãos, pode demorar um bom tempo para ter uma recuperação. Isso porque o solo também foi danificado pelas chuvas.
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Na região Sul do estado, que foi a última a ser atingida, metade da soja ainda estava no campo para ser colhida.
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Indústria de construção conta 3.600 imóveis para programa de moradia do governo no RS; lista

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Governo anunciou medidas para garantir moradia aos desabrigados no estado por conta das fortes chuvas e enchentes. Imóveis estão em 17 cidades devastadas pelo desastre. A Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC) contabiliza cerca de 3.600 imóveis – em construção ou prontos – que possam ser comprados pelo governo federal junto às construtoras para atender aos desabrigados no Rio Grande do Sul.
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Na quarta-feira (15), o governo anunciou medidas para garantir moradia aos desabrigados no estado por conta das fortes chuvas e enchentes.
Para isso, o governo vai fornecer imóveis dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. Uma das modalidades de compra é a aquisição de casas e apartamentos de construtoras, que vinham sendo construídos por conta própria para atender ao mercado.
O levantamento da CBIC tem como base informações prestadas pelo Sindicato da Indústria de Construção do Rio Grande do Sul e outras entidades locais.
Segundo o presidente da CBIC, Renato Correia, as 3.593 unidades estão prontas ou com previsão de conclusão em 1 a 2 anos, com valores de até R$ 200 mil. Os imóveis estão localizados nas cidades atingidas pelas chuvas, como Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo. Veja abaixo a lista:
Moradias disponíveis por cidade
No Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, o limite de valor de imóvel para a faixa 1 – totalmente subsidiado, para pessoas com renda mensal de até R$ 2.640 – é de R$ 170 mil. Segundo Correia, é esse o valor de aquisição junto às empreiteiras que tem sido mencionado pelo governo.
"O que fizemos foi levantar imóveis abaixo de R$ 200 mil porque, se o governo estiver disposto a pagar R$ 170 mil, pode ser que ele consiga algum desconto, é isso que estou dizendo. Pode ser que consiga subir um pouco o preço porque não sabemos se R$ 170 mil é uma média, se ele pode pagar R$ 180 mil em um, R$ 180 mil em outro", afirmou Correia.
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Reprodução/TV Globo
Entenda o programa
De acordo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, as famílias que perderam suas casas e se encaixam nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida terão direito a imóveis completamente financiados pelo governo federal.
Isso será feito por meio de:
compra assistida de imóveis usados, quando a família indica um imóvel existente para aquisição pelo governo;
chamada pública de imóveis, na qual o governo recebe propostas de proprietários interessados na venda;
estoque de casas para leilão, imóveis que foram tomados por causa de financiamentos não pagos, que serão retirados do leilão e transferidos para as famílias;
aquisição de imóveis de construtoras;
habilitação de novos projetos do Minha Casa, Minha Vida, ou seja, projetos que tinham sido apresentados, mas não foram selecionados.
Segundo dados da Defesa Civil, até quarta-feira (15), haviam 538,2 mil pessoas desalojadas (em casas de amigos ou parentes) e outras 77,4 mil em abrigos no Rio Grande do Sul.
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