Indústria de construção conta 3.600 imóveis para programa de moradia do governo no RS: lista

Mega-Sena, concurso 2.726: prêmio acumula e vai a R$ 37 milhões
Governo anunciou medidas para garantir moradia aos desabrigados no estado por conta das fortes chuvas e enchentes. Imóveis estão em 17 cidades devastadas pelo desastre. A Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC) contabiliza cerca de 3.600 imóveis – em construção ou prontos – que possam ser comprados pelo governo federal junto às construtoras para atender aos desabrigados no Rio Grande do Sul.
Governo federal busca soluções de infraestrutura para RS, segundo a Miriam Leitão
Na quarta-feira (15), o governo anunciou medidas para garantir moradia aos desabrigados no estado por conta das fortes chuvas e enchentes.
Para isso, o governo vai fornecer imóveis dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. Uma das modalidades de compra é a aquisição de casas e apartamentos de construtoras, que vinham sendo construídos por conta própria para atender ao mercado.
O levantamento da CBIC tem como base informações prestadas pelo Sindicato da Indústria de Construção do Rio Grande do Sul e outras entidades locais.
Segundo o presidente da CBIC, Renato Correia, as 3.593 unidades estão prontas ou com previsão de conclusão em 1 a 2 anos, com valores de até R$ 200 mil. Os imóveis estão localizados nas cidades atingidas pelas chuvas, como Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo. Veja abaixo a lista:
Moradias disponíveis por cidade
No Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, o limite de valor de imóvel para a faixa 1 – totalmente subsidiado, para pessoas com renda mensal de até R$ 2.640 – é de R$ 170 mil. Segundo Correia, é esse o valor de aquisição junto às empreiteiras que tem sido mencionado pelo governo.
"O que fizemos foi levantar imóveis abaixo de R$ 200 mil porque, se o governo estiver disposto a pagar R$ 170 mil, pode ser que ele consiga algum desconto, é isso que estou dizendo. Pode ser que consiga subir um pouco o preço porque não sabemos se R$ 170 mil é uma média, se ele pode pagar R$ 180 mil em um, R$ 180 mil em outro", afirmou Correia.
Rua tomada por lama após nível do rio Taquari, em Lajeado (RS), diminuir.
Reprodução/TV Globo
Entenda o programa
De acordo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, as famílias que perderam suas casas e se encaixam nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida terão direito a imóveis completamente financiados pelo governo federal.
Isso será feito por meio de:
compra assistida de imóveis usados, quando a família indica um imóvel existente para aquisição pelo governo;
chamada pública de imóveis, na qual o governo recebe propostas de proprietários interessados na venda;
estoque de casas para leilão, imóveis que foram tomados por causa de financiamentos não pagos, que serão retirados do leilão e transferidos para as famílias;
aquisição de imóveis de construtoras;
habilitação de novos projetos do Minha Casa, Minha Vida, ou seja, projetos que tinham sido apresentados, mas não foram selecionados.
Segundo dados da Defesa Civil, até quarta-feira (15), haviam 538,2 mil pessoas desalojadas (em casas de amigos ou parentes) e outras 77,4 mil em abrigos no Rio Grande do Sul.
Leia também:
Móveis, colchões e roupas: moradores de Porto Alegre atingidos por enchente começam a tirar de casa o que perderam
Tomadas por lama, cidades do Vale do Taquari enfrentam dificuldades para restabelecer serviços e acessos após enchente
RS planeja construção de 'cidades provisórias' para pessoas em abrigos, diz vice-governador

Idosos continuam trabalhando na roça mesmo depois da aposentadoria

Mega-Sena, concurso 2.726: prêmio acumula e vai a R$ 37 milhões
Mesmo após a aposentadoria, muitos idosos continuam trabalhando na roça. Para um casal de Glicério (SP), a rotina do campo traz satisfação e o sustento de casa. Casal troca vida na cidade por rotina mais tranquila no campo
Reprodução/TV TEM
Para um casal de Glicério (SP), a jornada no campo começa antes mesmo do dia clarear. Na propriedade rural de Ênio e Olésia, os 150 litros de leite ordenhados por eles diariamente são só um da longa lista de compromissos.
Dos 55 anos de casamento, 30 são morando no campo. Depois da aposentadoria, o casal quis trocar o movimento da cidade por uma vida mais tranquila na zona rural. Hoje, os dois dividem as tarefas, e esse esforço ajuda no sustento da casa.
Veja a reportagem exibida no programa em 12/05/2024:
Idosos continuam trabalhando na roça mesmo depois da aposentadoria
"Sempre gostei de mexer com sítio, galinhas, plantas. Voltei à minha origem. Até 10h, fico cuidando das plantações. Depois, vou para o almoço. Às 14h, voltamos para a rotina. O cachorro, inclusive, chama o Ênio. Ele só levanta e vai", conta.
Antes morador de São José do Rio Preto (SP), Ênio relata que a vida camponesa vai além da satisfação e do sustento. O cuidado com a agricultura e a pecuária o ajudou a tirar de um quadro de depressão.
"O campo me faz muito bem. Na firma que eu trabalhava, não faltava dinheiro, mas a rotina era muito puxada. A cabeça fervia. Quando você se vê sozinho, pode dar um caminhão de dinheiro para a pessoa que o problema não vai resolver", relembra.
VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo
Confira as últimas notícias do Nosso Campo
Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais

Produtores do ES enfrentam dificuldades para contratar mão de obra apenas para período de safra

Mega-Sena, concurso 2.726: prêmio acumula e vai a R$ 37 milhões
Entre os motivos estão a perda de benefícios governamentais após o vínculo empregatício por carteira assinada. Falta de mão de obra também prejudica produção de outras culturas no campo. Produtores do ES enfrentam dificuldade para contratar mão de obra para trabalhar no campo
A colheita de café conilon da safra 2024 já começou em alguns municípios do Espírito Santo, estado que é o maior produtor da variedade do país. No entanto, em meio à expectativa de uma produção cafeeira de mais de 11 milhões de sacas, os produtores rurais enfrentam dificuldade em contratar de mão de obra regular entre os meses de abril e agosto para a realização do serviço. Entre os motivos, a perda de benefícios governamentais após o vínculo empregatício por carteira assinada é um deles.
Compartilhe no WhatsApp
Compartilhe no Telegram
De acordo com os produtores, o valor da diária de quem trabalha na colheita de café varia entre R$ 350 e R$ 400.
No entanto, o presidente do Sindicato Rural de Linhares, Antônio Bouguingnon, explicou que já recebeu em 2024 diversos relatos de produtores sobre as dificuldades em contratar profissionais para colher café no município, localizado no Norte do estado.
Produtores rurais do Espírito Santo enfrentam dificuldade para contratar mão de obra regular para a colheita de café.
Reprodução/TV Gazeta
O motivo, segundo Bouguingnon, seria a perde de benefícios governamentais em caso de vínculo empregatício comprovado por carteira assinada. Ou seja: quem recebe algum desses benefícios prefere não assinar a carteira para, com o contrato, não ficar sem o recurso.
"Em Linhares, temos um agravante ainda maior, porque as indenizações do desastre de Mariana, fizeram com uma quantia em dinheiro entrasse na comunidade. Dessa forma, dificulta a oferta de mão de obra", explicou.
LEIA TAMBÉM:
35 trabalhadores são resgatados em situação análoga à escravidão no ES
Além disso, muitas pessoas que compõem essa mão de obra são de outras cidades. Devido ao valor pago pelos produtores, esses funcionários muitas vezes precisam arcar com outras despesas, como moradia e alimentação (isso quando o produtor não oferece). Nesse caso, acaba sendo pouco atrativo mudar de cidade para trabalhar só alguns meses e ainda ter despesas.
Carteira de trabalho emprego
Divulgação
Ainda de acordo com Bouguingnon, além de a colheita contar com trabalhadores de outros municípios, a pequena oferta de mão de obra faz com que os produtores tenham que competir uns com os outros para atrair trabalhadores.
"A oferta chega em uma espécie de leilão, porque eu preciso colher café, o vizinho precisa colher café, outra pessoa precisa colher café, o que faz com que comece uma demanda entre si", pontuou o presidente do sindicato.
📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp
Plantação de café em Linhares, no Espírito Santo. Produtor enfrente dificuldade para encontrar mão de obra.
Reprodução/TV Gazeta
LEIA TAMBÉM:
Cafés do ES são eleitos os melhores do ano em evento internacional
VÍDEO: Maior café do mundo, com mais de 8 mil litros, é coado no ES
Pesquisa revela que café conilon produzido no ES pode melhorar a qualidade de vida de pessoas com Alzheimer
Dificuldade em assinar carteira
O produtor rural Eliano Blanco tem uma fazenda com cerca de 40 mil pés de cafés em Linhares. Há 10 anos, ele contrata cerca de dez trabalhadores de Minas Gerais para a colheita.
Produção de café em Linhares, no Espírito Santo.
Reprodução/TV Gazeta
No entanto, segundo o produtor, os profissionais não quiseram vir neste ano.
"Nuca tivemos problemas e todo mundo aceitava vir sem carteira assinada. Mas este ano, com as exigências novas, ninguém aceitou trabalhar com a carteira assinada para não perder os benefícios do governo", explicou o produtor.
Além de café, Eliano planeja plantar hortaliças, como pepino. Para estas culturas, a diária dos trabalhadores é cerca de R$ 150 – menor do que o valor para colher café -, o que dificulta ainda mais a contratação de produtores.
LEIA TAMBÉM:
A Força do Agronegócio: nova geração do trabalho no campo no ES aposta no estudo para ter sucesso
Filhos de produtores modernizam o campo e apostam na sustentabilidade para produção de café especiais no ES
Prejuízos para outras culturas
Além da competição por mão de obra, os produtores também enfrentam dificuldade para a colheita de outras culturas porque os trabalhadores costumam optar por deixar a estabilidade que têm para ganhar um pouco a mais nos cafezais.
Produção de outras culturas é comprometida por falta de mão de obra para colher café no período de safra.
Reprodução/TV Gazeta
É o caso do produtor rural Fabrício Barreto, que produz banana em sua propriedade, localizada em Linhares.
"Temos de 15% de vagas não preenchidas, o que equivale a cerca de 35 pessoas. Quando a gente abre o recrutamento, aparecem poucas pessoas pra ocuparem as vagas. Isso a gente credita à oferta de mão de obra da região, o que é muito bom. Mas outra coisa é que, em momentos como este, a gente tem uma tendências das pessoas tentarem se desligar das empresas para receber benefícios e trabalharem em locais que não assinam carteira", destacou.
Falta de mão de obra regular no campo também gera prejuízo para outras culturas. Espírito Santo
Reprodução/TV Gazeta
Para passar por essa dificuldade, o presidente do Sindicato Rural de Linhares orienta que os produtores criem novas maneiras de tornar o trabalho no campo mais atrativo.
"Além de você ter, na obrigatoriedade lei, uma área de convivência e pra dormir, é importante ter uma área para diversão para a pessoa assistir ao jornal ou a uma novela, um espaço que tenha acesso à internet. O produtor que não está oferecendo isso corre o risco de ter uma dificuldade maior de contratar as pessoas", finalizou Antônio Bouguingnon.
Outra dica de segurança do presidente do sindicato é sempre pedir documentação e até consultar a ficha na polícia de quem trabalha nas colheitas.
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Blue Origin, de Bezos, tenta neste domingo seu 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos; conheça a missão

Mega-Sena, concurso 2.726: prêmio acumula e vai a R$ 37 milhões
Empresa deve levar seis turistas espaciais em viagem de cerca de 10 minutos ao espaço. Em setembro de 2022, uma falha no motor derrubou o foguete em missão não tripulada. Tripulantes da missão NS-25, com a nave New Shepard, da Blue Origin
Divulgação/Blue Origin
A Blue Origin, empresa de foguetes do bilionário Jeff Bezos, deve voltar a fazer um voo com tripulantes após quase dois anos. A missão foi marcada para este domingo (19), às 10h30 (horário de Brasília).
Batizada de NS-25, a missão marcará o retorno de missões tripuladas com a nave New Shepard. A empresa levará seis pessoas ao espaço em um voo que deve durar cerca de 10 minutos.
Acompanhe AO VIVO o voo espacial da Blue Origin
O último voo tripulado da Blue Origin aconteceu em agosto de 2022. Um mês depois, um foguete da empresa caiu por conta de uma falha logo após o lançamento. A nave não estava tripulada e não houve feridos, segundo a companhia.
Um novo voo só foi feito em dezembro de 2023, ainda sem passageiros. Agora, a Blue Origin deve realizar sua sétima missão tripulada. Saiba mais abaixo sobre a missão NS-25.
Falha em foguete da Blue Origin, em missão realizada em setembro de 2022
Reprodução/Blue Origin
Como será o voo?
Como em suas missões anteriores, a Blue Origin planeja fazer um voo suborbital, em que o objetivo é fazer a nave superar a Linha de Kárman, a 100 quilômetros de altitude, tratada por convenção como o início do espaço.
O trajeto dura cerca de 10 minutos e, em um trecho, a tripulação pode experimentar a sensação de gravidade zero. Este será o 25º lançamento de um foguete da Blue Origin e o 7º com passageiros.
Voo orbital x suborbital: entenda as diferenças entre as missões espaciais
VÍDEO mostra reação de turistas espaciais com sensação de gravidade zero
Entenda a diferença de voo suborbital e orbital
Quem são os passageiros?
O voo terá seis passageiros, a lotação máxima da New Shepard. No comunicado sobre os tripulantes, a Blue Origin destacou a presença de Ed Dwight, o primeiro negro a ter se candidatado a uma vaga como astronauta nos Estados Unidos.
Ele fez o treinamento da Força Aérea dos EUA e, em 1963, chegou a ser recomendado à Nasa, agência espacial americana, mas não foi selecionado para o cargo.
Com 90 anos e 8 meses, Dwight também poderá ser tornar a pessoa mais velha a chegar ao espaço. O recorde é de William Shatner, ator que interpretou Capitão Kirk em "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek") e foi ao espaço com 90 anos e 6 meses.
Os outros tripulantes da NS-25 são os empresários Mason Angel, Sylvain Chiron e Kenneth L. Hess, a contadora aposentada Carol Schaller e o piloto de aviões Gopi Thotakura.
Passageiros da missão NS-25, da Blue Origin
Divulgação/Blue Origin
Por que os voos tinham sido suspensos?
As missões da Blue Origin foram suspensas por conta de um acidente em um voo sem tripulantes. Em setembro de 2022, um foguete da empresa caiu um minuto depois da decolagem (relembre o acidente abaixo).
A falha aconteceu quando o foguete estava próximo de atingir a pressão máxima, também conhecida como "Max-Q". A nave voava a 1.126 km/h, a 8.500 metros de altitude.
Foguete da Blue Origin cai após decolagem sem deixar feridos
A Blue Origin disse, na ocasião, que houve uma "falha no mecanismo de impulsão" do foguete. Devido ao problema, a cápsula (a parte superior do veículo) foi ejetada e ficou intacta para uma aterrisagem forçada, como previsto em situações como essa.
A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) determinou que a empresa investigasse o caso. E, em setembro de 2023, informou que ela não poderia retomar seus voos até fazer 21 correções no foguete New Shepard.
Lançamento do foguete New Shepard, da Blue Origin, em agosto de 2022
Divulgação/Blue Origin
Segundo a FAA, a investigação apontou para uma falha no bocal do motor do foguete, causada por temperaturas mais altas do que o esperado no equipamento. Por isso, a Blue Origin deveria redesenhar componentes do motor e do bocal.
A empresa fez as correções e voltou a fazer um lançamento em dezembro de 2023. A missão não teve tripulantes e só levou ao espaço cargas de ciência e pesquisa e milhares de cartões postais criados por estudantes (relembre abaixo).
LEIA TAMBÉM:
Confira os 5 golpes do PIX mais comuns feitos pelo celular
O que são chaves de acesso e por que elas podem pôr fim ao login com senha em apps e redes sociais
O que é a Starship, a nave espacial da SpaceX
Como foi o último voo da Blue Origin
Blue Origin volta a lançar New Shepard, 15 meses após acidente com foguete
Relembre o melhor voo da Starship, maior foguete do mundo
SpaceX faz o melhor voo teste da Starship, maior nave do mundo; veja vídeo

Mega-Sena, concurso 2.726: prêmio acumula e vai a R$ 37 milhões

Mega-Sena, concurso 2.726: prêmio acumula e vai a R$ 37 milhões
Veja as dezenas sorteadas: 27 – 45 – 49 – 53 – 55 – 59. Quina teve 48 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 69.387,92. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 5 e apostas podem ser feitas até as 19h
Marcelo Brandt/G1
O
O sorteio do concurso 2.726 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (18), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 37 milhões.
Veja os números sorteados: 27 – 45 – 49 – 53 – 55 – 59
5 acertos – 48 apostas ganhadoras: R$ 69.387,92
4 acertos – 3.858 apostas ganhadoras: R$ 1.233,28
O próximo sorteio da Mega será na terça-feira (21).
Dezenas sorteadas no concurso 2.726 da Mega-Sena
Reprodução/Facebook/Loterias CAIXA
Entenda como funciona a Mega-Sena e qual a probabilidade de ganhar o prêmio
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.
É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.