Como descobrir a senha do seu Wi-Fi no Windows e no Mac?

Lâmpada inteligente: g1 testa 5 modelos para começar a montar a casa conectada
Você não precisa mexer nas configurações do roteador para descobrir a credencial da sua rede. Computadores que rodam Windows e MacOS podem exibir a senha da sua internet nos ajustes do sistema. Como descobrir a senha do Wi-Fi salva no Windows e no Mac?
Unsplash/Joseph Frank
Vamos supor que você comprou um celular novo. Só que, na hora de configurá-lo, se deu conta de que esqueceu a senha do seu Wi-Fi. E agora? O que fazer?
Felizmente, é possível descobrir a senha da sua rede de internet sem mexer nas configurações do seu roteador. Para isso, você só precisa entrar nos ajustes de um computador que já esteja conectado à sua rede.
Tanto notebooks Windows como os Macs, da Apple, têm o recurso de visualização. Veja como fazer:
Como descobrir a senha do meu Wi-Fi
💻 Windows 11
toque no botão iniciar (ícone do Windows) e, depois, "Configurações";
agora, vá na opção "Redes e internet", localizada no canto direito;
depois, toque em "Wi-Fi" e "Propriedades de [nome da sua internet]";
desça a página até "Exibir a chave de segurança do Wi-Fi" e, então, toque no botão "Exibir" para visualizar a senha.
💻 Windows 10
toque no botão iniciar (ícone do Windows) e, depois, "Configurações";
vá em "Rede & Internet", "Status" e "Rede e Centro de Compartilhamento".
em seguida, ao lado de "Conexões", selecione o seu Wi-Fi;
em Status do Wi-Fi, selecione "Propriedades sem fio";
depois, vá na guia "Segurança" e selecione a caixa "Mostrar caracteres". A senha do seu Wi-Fi será exibida na área "Chave de segurança".
🍎 MacOS (MacBook)
no Mac, abra o Finder, depois "Aplicativos" no canto superior esquerdo e "Utilitários";
em seguida, toque em "Acesso às chaves" e, no canto esquerdo, toque em "Sistemas";
depois, na barra de pesquisa (Buscar), procure pelo nome da sua rede Wi-Fi e clique duas vezes em cima dela;
uma outra janela será aberta e, então, marque a caixa "Mostrar senha". O sistema pedirá para você inserir a sua senha de administrador do notebook. Feito isso, pronto, você já pode visualizar a senha da sua rede.
LEIA TAMBÉM:
Como recuperar conta do Instagram após esquecer a senha
Golpes no PIX: veja 7 dicas para não cair em ciladas virtuais
WhatsApp libera novas opções de formatação de mensagens; veja como usar
Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual
Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual
Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes
Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes
Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas
Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas

WhatsApp, Instagram e Facebook apresentam instabilidade nesta quarta-feira

Lâmpada inteligente: g1 testa 5 modelos para começar a montar a casa conectada
Usuários do Brasil e diversos países relataram por volta das 15h que não estavam conseguindo enviar mensagens e que o feed não carregava. Queixas começaram a diminuir cerca de meia hora depois. WhatsApp, Instagram e Facebook apresentam instabilidade nesta quarta-feira
WhatsApp, Instagram e Facebook apresentam instabilidade no Brasil e no mundo na tarde desta quarta-feira (3).
O site Downdetector, que reúne relatos de instabilidade em sites de plataformas, registrou mais 100 mil reclamações de usuários do Brasil sobre problemas para enviar mensagens no WhatsApp.
No Instagram, foram mais 4 mil notificações de usuários que não estavam conseguindo atualizar o feed. No Facebook, as reclamações passaram de 800 no Brasil.
Os registros de instabilidade começaram por volta das 14h50 e atingiram o seu pico às 15h20. Após este horário, as notificações começaram a diminuir.
A falha também gerou diversos memes (veja ao fim da reportagem).
O que diz a Meta
A Meta, dona do WhatsApp, Instagram e Facebook, afirmou em uma postagem no perfil do WhatsApp no Twitter (hoje chamado X) que estava ciente de que "algumas pessoas" estavam com problemas para acessar o aplicativo e que trabalhava para resolver o problema.
Além do Brasil, houve reclamações em países como Estados Unidos, França, Chile e Canadá. Nos EUA, por exemplo, os relatos de erros para usar o WhatsApp passaram de 20 mil, enquanto no Instagram, chegaram a 5 mil, e, no Facebook, a 1 mil.
Perfil do WhatsApp no X se pronuncia após instabilidade
X/Reprodução
WhatsApp apresenta instabilidade nesta quarta-feira (3).
Reprodução Downdetector
Usuários relataram instabilidade no Instagram nesta quarta-feira (3)
Downdetector/Reprodução
Facebook também apresenta instabilidade nesta quarta-feira
Downdetector
Relatos no Twitter
WhatsApp apresenta instabilidade nesta quarta-feira (03)
Reprodução/Twitter
WhatsApp e Instagram apresentam instabilidade nesta quarta-feira (03)
Reprodução/Twitter
WhatsApp e Instagram apresentam instabilidade nesta quarta-feira (03)
Reprodução/Twitter
WhatsApp apresenta instabilidade nesta quarta-feira
Reprodução/Twitter

Por que Taiwan é tão importante no mercado de chips e como uma interrupção na produção poderia afetar o mundo

Lâmpada inteligente: g1 testa 5 modelos para começar a montar a casa conectada
País asiático atingido por terremoto na última quarta-feira (3) produz 90% dos semicondutores mais avançados do planeta. Seus clientes são big techs, montadoras e indústrias de todo o mundo. Por que Taiwan é considerada potência na fabricação de chips e como uma interrupção na produção pode impactar o mundo
Getty Images
Os Estados Unidos concentram as principais empresas de tecnologia do mundo, como Apple, Amazon e Microsoft. Mas o "coração" dos produtos dessas e de muitas outras companhias, o chip, é produzido principalmente em um lugar bem longe dali: Taiwan.
Na última quarta-feira (3), o país asiático foi atingido pelo terremoto mais forte registrado lá em 25 anos, e fábricas de chips chegaram a paralisar algumas operações ao longo do dia para avaliar os impactos. Os primeiros relatos são de que não houve danos graves.
Mas o tremor levantou a preocupação sobre como um desastre natural poderia desestabilizar o fornecimento desses componentes e causar um baque ainda maior do que a recente "crise dos chips", que atingiu a indústria entre 2020 e 2023 e freou até a produção de carros.
⚡Afinal, o que é um chip? É um componente muito pequeno, feito de material semicondutor, principalmente o silício (encontrado na areia). O chip contém um circuito eletrônico e é considerado semicondutor porque deixa passar menos eletricidade do que o cobre, por exemplo, mas não chega a ser um isolante.
Fazendo a eletricidade passar e parar de passar, os chips permitem, por exemplo, que aparelhos eletrônicos executem comandos ao apertar de um botão ou que dados sejam armazenados, entre muitas funções.
🤳 Quem depende dos chips: não é só celular que tem chip… ele está no cartão do banco, nas geladeiras, nas máquinas de lavar, em lâmpadas de LED, nos aviões.
Nos carros atuais, são usados milhares de chips em diversos sistemas, como computador de bordo, gerenciamento do motor e controle de navegação.
‘Guerra dos Chips’: como Taiwan se tornou centro de disputa política e econômica entre China e EUA
⚙️Por que Taiwan domina: os EUA inventaram o chip, mas hoje o país asiático produz 90% dos modelos mais avançados usados no mundo. Inclusive aqueles necessários para desenvolver inteligência artificial, que são bastante sofisticados.
Taiwan investiu no ramo a partir dos anos 70, deixando de ser uma região conhecida pela produção agrícola e se transformando no centro de exportação dos chips mais avançados do mundo.
Como grupo de jovens engenheiros tornou Taiwan uma potência em microchips
A maior companhia do setor em todo o mundo fica lá. Fundada em 1987, a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) fornece componentes para clientes como a Apple, criadora do iPhone, e a Nvidia, que se tornou uma das empresas mais valiosas do mundo graças ao desenvolvimento de chips mais complexos, aqueles usados para inteligência artificial.
"Praticamente todo celular, a maioria dos computadores e qualquer banco de dados do mundo tem chips produzidos pela TSMC e só ela é capaz de produzir. 90% dos chips de processamento mais avançados do planeta saem de lá", diz Chris Miller, historiador e autor de "A Guerra dos Chips".
Fábrica de chips da TSMC, a maior produtora do mundo no setor, sediada em Taiwan
Taiwan Semiconductor Manufacturing Co., Ltd.
O império da TSMC inclui nove fábricas em Taiwan. A empresa também está construindo uma unidade no Japão e pretende ter outras nos EUA e na Alemanha. Ela emprega 73 mil pessoas, de acordo com a "Forbes".
Segundo o "The New York Times", a Coreia do Sul , onde fica a Samsung, está logo atrás de Taiwan no "poder" de fabricação de chips. Só que os semicondutores taiwaneses ainda são menores e mais rápidos que os sul-coreanos.
O domínio de Taiwan causou até uma crise política com os EUA, que, por meio de sanções, “proibiram” o país de exportar a tecnologia para a China, alegando que os chineses querem desenvolver armas táticas de guerra.
Do Vale do Silício a Taiwan: veja a evolução tecnológica mundial da produção dos chips
O que acontece se a produção de chips parar
O mercado de chips já vive uma crise e impacta várias empresas de diferentes setores. Uma possível paralização poderia agravar o cenário.
A pandemia de coronavírus impulsionou a venda de dispositivos eletrônicos para as pessoas trabalharem em casa, lembra? Ao mesmo tempo, a indústria automotiva reduziu a demanda por chips no início da pandemia, mas voltou com força no final de 2020.
No entanto, as montadoras sentiram dificuldade para conseguir os semicondutores que necessitavam, inclusive modelos mais simples de chips. Em 2022, várias fabricantes pararam e deixaram de produzir veículos devido à falta deles.
Um levantamento da consultoria Gartner divulgado em 2021 indicou que a escassez também atrasou o lançamento e a oferta de celulares.
O que dizem as principais empresas
De acordo com a agência Reuters, a TSMC disse que suspendeu o trabalho temporariamente em suas fábricas após o terremoto para avaliar os impactos.
Ainda nesta quarta, em nota enviada à agência NPR, informou que apenas "um pequeno número de equipamentos foi danificado, em certas unidades", impactando parcialmente as operações. "Em todo caso, não houve prejuízo em ferramentas essenciais", afirmou a empresa.
A United Microelectronics Corp (UMC), rival da TSMC no país, disse que todos os funcionários estavam seguros e que suas fábricas funcionavam normalmente na última quarta, ainda segundo informações da Reuters.
Algumas máquinas foram desligadas, mas a empresa trabalhava para reiniciá-las.
A NPR apontou que, considerando o volume de produção concentrado no país, analistas de mercado dizem que, mesmo interrupções mínimas pode atrasar o envio da produção e gerar prejuízos de milhões de dólares.
Fantástico mostra centro de pesquisa de chips nos EUA; veja VÍDEO
Fantástico mostra como funciona uma fábrica de chips; veja VÍDEO
Veja no Fantástico uma disputa mundial que coloca em risco a produção e o comércio de chips
Veja no Fantástico uma disputa mundial que coloca em risco a produção e o comércio de chips

‘Fui colocada em deepfake pornô pelo meu melhor amigo’

Lâmpada inteligente: g1 testa 5 modelos para começar a montar a casa conectada
Em entrevista à BBC, jovem inglesa conta como descobriu que o responsável por usar sua imagem era um de seus melhores amigos. 'Fui colocada em deepfake pornô pelo meu melhor amigo'
GETTY IMAGES via BBC
“Jodie” encontrou fotos suas usadas em pornografia deepfake na internet — e, na sequência, descobriu algo ainda mais chocante. Em entrevista ao programa de rádio File on 4, da BBC, ela contou sobre o momento em que percebeu que o responsável era um de seus melhores amigos.
AVISO: contém linguagem ofensiva e descrições de violência sexual.
Na primavera de 2021, Jodie (nome fictício) recebeu um link para um site de pornografia de uma conta de e-mail anônima.
Ao clicar, ela se deparou com imagens explícitas e um vídeo do que parecia ser ela fazendo sexo com vários homens. O rosto de Jodie havia sido adicionado digitalmente ao corpo de outra mulher — o que é conhecido como “deepfake”.
Alguém havia postado fotos do rosto de Jodie em um site de pornografia, dizendo que ela o deixava “muito excitado” — e perguntando se outros usuários do site poderiam fazer "pornografia fake" com ela. Em troca dos deepfakes, o usuário se oferecia a compartilhar mais fotos de Jodie e detalhes sobre ela.
Falando pela primeira vez sobre a experiência, Jodie, que está agora com 20 e poucos anos, relembra:
“Eu gritava, chorava, mexia violentamente no meu telefone para entender o que estava lendo e o que estava vendo."
“Sabia que aquilo poderia realmente arruinar minha vida”, acrescenta.
Jodie se forçou a navegar pelo site pornô, e conta que sentiu seu “mundo inteiro desmoronar”.
Ela havia se deparado com uma imagem específica — e percebido algo terrível.
Uma série de acontecimentos desconcertantes
Não era a primeira vez que Jodie havia sido alvo.
Na verdade, era o ápice de anos de abusos anônimos online.
Quando Jodie era adolescente, ela descobriu que seu nome e fotos estavam sendo usados ​​em aplicativos de relacionamento sem o seu consentimento.
Isso durou anos, e ela chegou a receber uma mensagem no Facebook de um estranho, em 2019, que disse que iria encontrá-la na estação de Liverpool Street, em Londres, para um encontro.
Ela contou ao desconhecido que não era com ela que ele vinha falando. E lembra que ficou “nervosa”, porque ele sabia tudo sobre ela, e havia conseguido encontrá-la online. Ele foi atrás dela no Facebook depois que a “Jodie” do aplicativo de relacionamento havia parado de responder.
Em maio de 2020, durante o lockdown imposto pela pandemia de covid-19 no Reino Unido, Jodie também foi alertada por um amigo sobre uma série de contas no Twitter que estavam postando fotos dela, com legendas sugerindo que ela era uma profissional do sexo.
"O que você gostaria de fazer com a pequena adolescente Jodie?", dizia uma legenda ao lado de uma imagem de Jodie de biquíni, que havia sido retirada de sua conta privada nas redes sociais.
As contas do Twitter responsáveis pela postagem destas imagens tinham nomes como “expositor de vagabunda” e “chefe pervertido”.
Todas as imagens que estavam sendo usadas, Jodie havia compartilhado em suas redes sociais com amigos próximos e familiares — com mais ninguém.
Ela descobriu depois que estas contas também postavam imagens de outras mulheres que ela conhecia da universidade, assim como de sua cidade natal, Cambridge.
“Naquele momento, tive uma sensação muito forte de que estava no centro daquilo, e que aquela pessoa estava tentando me machucar”, afirma.
Leia também:
O que fazer se o celular cair na água?
Um quarto dos celulares vendidos no Brasil é irregular
OpenAI, dona do ChatGPT, revela nova ferramenta de clonagem de voz
Contra-ataque
Jodie começou a entrar em contato com as outras mulheres nas fotos para avisá-las, incluindo uma amiga próxima que vamos chamar de Daisy.
“Eu simplesmente me senti mal”, conta Daisy.
Juntas, as amigas descobriram muitas outras contas no Twitter postando fotos delas.
“Quanto mais a gente procurava, pior ficava”, diz Daisy.
Ela enviou mensagens aos usuários do Twitter, perguntando onde eles haviam conseguido as fotos. A resposta foi que as fotos eram “envios” de remetentes anônimos que queriam que fossem compartilhadas.
“É um ex-namorado ou alguém que se sente atraído por você”, respondeu um usuário.
Daisy e Jodie elaboraram uma lista de todos os homens que seguiam ambas nas redes sociais — e que poderiam acessar os dois álbuns de fotos.
As amigas concluíram que devia ser o ex-namorado de Jodie. Ela o confrontou, e o bloqueou.
Por alguns meses, as postagens pararam — até que alguém entrou em contado por um e-mail anônimo.
“Desculpe permanecer anônimo”, dizia o e-mail, “mas vi que esse cara estava postando fotos suas em subreddits (comunidades da plataforma Reddit) medonhos. Sei que isso deve ser muito assustador".
Jodie clicou no link e foi direcionada à rede social Reddit, onde um usuário havia postado fotos de Jodie e de duas amigas dela, numerando-as: 1, 2 e 3.
Outras pessoas online foram convidadas a participar de um jogo — com qual destas mulheres você faria sexo, se casaria ou mataria.
Abaixo da postagem, 55 pessoas já haviam comentado.
As fotos utilizadas no site eram recentes, e haviam sido postadas depois que Jodie bloqueou o ex-namorado. As amigas perceberam então que haviam culpado a pessoa errada.
Seis semanas depois, a mesma pessoa anônima entrou em contato novamente por e-mail – desta vez, para alertar sobre os deepfakes.
'A traição máxima'
Ao elaborar a lista, Jodie e Daisy descartaram alguns homens em quem confiavam completamente, como membros da família — e o melhor amigo de Jodie, Alex Woolf.
Jodie e Alex estabeleceram um forte laço de amizade quando eram adolescentes — foi o amor que compartilhavam pela música clássica que aproximou os dois.
Alex Woolf (entrevistado aqui no programa Newsnight, da BBC) era um dos melhores amigos de Jodie
BBC
Jodie buscou consolo em Woolf quando descobriu que seu nome e fotos estavam sendo usados ​​em aplicativos de relacionamento sem o seu consentimento.
Woolf se formou em música pela Universidade de Cambridge e ganhou o prêmio de Jovem Compositor do Ano da BBC em 2012, além de ter aparecido no programa britânico Mastermind em 2021.
“Ele [Woolf] estava muito consciente dos problemas enfrentados pelas mulheres, especialmente na internet”, diz Jodie.
"Eu realmente achava que ele era partidário."
No entanto, quando ela viu as imagens pornográficas deepfake, havia uma foto dela de perfil com a imagem do King's College, da Universidade de Cambridge, atrás.
Ela se lembrava claramente de quando havia sido tirada — e que Woolf também estava na foto. Ele também foi a única pessoa com quem ela havia compartilhado a imagem.
Era Woolf quem havia se oferecido para compartilhar mais fotos originais de Jodie em troca das mesmas serem transformadas em deepfakes.
“Ele sabia o impacto profundo que aquilo estava tendo na minha vida”, diz Jodie. "E ainda assim, ele fez isso."
'Completamente envergonhado'
Em agosto de 2021, Woolf, de 26 anos, foi condenado por retirar imagens de 15 mulheres, incluindo Jodie, das redes sociais e enviá-las para sites de pornografia.
Ele foi condenado a 20 semanas de prisão, com liberdade condicional por dois anos, e a pagar a cada uma de suas vítimas £ 100 de indenização.
Woolf disse à BBC que está “totalmente envergonhado” do comportamento que levou à sua condenação — e que está “profundamente arrependido” por suas ações.
“Penso no sofrimento que causei todos os dias, e não tenho dúvidas de que continuarei a fazer isso pelo resto da vida”, afirmou.
“Não há desculpas para o que fiz, nem posso explicar adequadamente por que agi de forma tão desprezível com base nesses impulsos na época.”
Woolf nega ter qualquer relação com o assédio que Jodie sofreu antes dos eventos pelos quais ele foi acusado.
Para Jodie, descobrir o que seu amigo havia feito foi a "traição e humilhação máxima”.
"Repassei todas as conversas que tivemos, quando ele havia me consolado, me apoiado e sido gentil comigo. Era tudo mentira", diz ela.
Entramos em contato com o X (antigo Twitter) e o Reddit sobre as postagens. O X não respondeu, mas um porta-voz do Reddit declarou: "Imagens íntimas não-consensuais (NCIM, na sigla em inglês) não têm lugar na plataforma Reddit. O subreddit em questão foi banido". O site pornô também foi retirado do ar.
Em outubro de 2023, o compartilhamento de pornografia deepfake se tornou um crime como parte da Lei de Segurança Online no Reino Unido.
Há dezenas de milhares de vídeos deepfake online. Uma pesquisa recente descobriu que 98% são pornográficos.
Jodie está indignada, no entanto, com o fato de que a nova lei não criminaliza uma pessoa que pede a outras para criarem um deepfake, que foi o que Alex Woolf fez. Também não é ilegal criar um deepfake.
“Isso está afetando milhares de mulheres, e precisamos ter leis e ferramentas adequadas para impedir que as pessoas façam isso”, ela conclui.
Influenciadora chinesa viraliza ao mostrar produtos à venda por apenas 3 segundos em lives; VÍDEO
Influenciadora chinesa viraliza ao mostrar produtos à venda por apenas 3 segundos em lives
Apple Vision Pro: veja ao vídeo abaixo para saber primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual
Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

Lâmpada inteligente: g1 testa 5 modelos para começar a montar a casa conectada

Lâmpada inteligente: g1 testa 5 modelos para começar a montar a casa conectada
Elgin, LEDVance, Steck e TP-Link iluminam bem com luz branca, mas o brilho deixa a desejar quando começam a trocar de cores. Guia de compras: teste com lâmpadas conectadas
Vitor Souza Pereira/g1
Lâmpadas inteligentes simplificam a iluminação de casa e são um primeiro passo para ter um lar automatizado.
💡 Elas podem ser programadas para acender em horários específicos, deixam a tonalidade da luz mais clara ou colorida e tornam os ambientes mais aconchegantes à noite.
Até dançam conforme a música, literalmente. E, se quiser, dá para comandar as luzes usando a voz.
O Guia de Compras testou 5 lâmpadas com conectividade wi-fi. Os modelos estão mais baratos, mais fáceis de configurar e oferecem mais funcionalidades que os analisados no início de 2022.
As lâmpadas testadas foram:
Elgin SmartColor 10W
Elgin SmartColor 30W
LEDVance Smart+
Steck Lâmpada LED RGBW Wi-Fi 12W
TP-Link Tapo L530E
As lâmpadas custavam entre R$ 50 e R$ 130 nas lojas on-line consultadas no início de abril. Em 2022, o preço começava em R$ 70.
O que os produtos da avaliação têm em comum:
Soquete padrão E27, igual ao das lâmpadas LED convencionais
São capazes de mostrar 16 milhões de cores
Controle por app no celular (Android ou iOS) ou assistente de voz (Alexa/Google)
São bivolt
Quatro das lâmpadas testadas têm potência entre 8,7W e 12W, as mais comuns encontradas nas lojas on-line. A exceção no comparativo é a Elgin SmartColor 30W, a única que o Guia de Compras encontrou com a potência de 30W.
Demais lâmpadas de 30W estavam disponíveis apenas na cor branca, sem opções de conectividade wi-fi nem opção colorida.
OUTROS GUIAS:
SEM COLOCAR NO ARROZ: o que fazer se o celular cair na água?
IPHONE ANTIGO: saiba até qual versão ainda vale a pena comprar
PRIVACIDADE: o que usar para destruir dados de etiquetas e embalagens
TODOS OS GUIAS DE COMPRAS
Vale ressaltar que lâmpadas conectadas precisam ser encaixadas em dispositivos como luminárias e abajures, não no teto de uma sala em um grande candelabro.
O motivo é simples: o interruptor precisa ficar ligado o tempo inteiro – mesmo apagada, a lâmpada segue conectada para saber se vai acender ou precisa cumprir alguma programação de cena.
Se a lâmpada for ligada direto em um spot no teto, existe a chance de esbarrar no interruptor e cortar a energia por acidente.
Veja a seguir o que cada lâmpada consegue oferecer e leia a conclusão ao final da reportagem.
Elgin SmartColor 10W
A Elgin SmartColor 10W é uma lâmpada de configuração rápida, com ótimo desempenho na luz branca (fria ou quente). Como ocorre na grande parte desses dispositivos, a iluminação colorida não é tão brilhante.
O modelo é o mais barato da avaliação, sendo vendido na faixa dos R$ 50 nas lojas on-line consultadas em abril. A garantia é de 1 ano.
Outros dois modelos da avaliação são bastante similares à Elgin SmartColor 10W – a LEDVance Smart+ e a TP-Link Tapo L530E.
São lâmpadas com potência na faixa entre 8 e 10W (equivalentes a 60W em uma luz LED tradicional) e com quantidade de lúmens (número que indica quanto brilha uma lâmpada) similar, na faixa dos 800 lúmens para os três modelos.
Isso significa que são bem claras com a luz branca, mas a iluminação colorida é mais fraquinha, como dá para ver abaixo na comparação com as demais lâmpadas.
Veja abaixo os cinco modelos comparados, com brilho no máximo:
De cima para baixo: Elgin 10W, Elgin 30W, LEDVance, Steck e TP-Link
Henrique Martin/g1
A lâmpada pode ser instalada em luminária ou spot e requer o uso de um app da fabricante, chamado Elgin Smart, que vai guiar no processo de conectar a lâmpada à rede wi-fi da casa. É preciso fazer um cadastro de conta por e-mail e criar uma senha no aplicativo.
O app é bastante similar ao utilizado pela Steck em sua lâmpada conectada – as duas empresas usam uma plataforma chamada Tuya, que pode ser personalizada de acordo com cada fabricante.
App da Elgin para controle de lâmpada conectada
Reprodução
Pelo Elgin Smart, é possível programar a iluminação, como acender a lâmpada antes do pôr do sol, ajustar cenas como trabalhar, ler ou deixar luz suave e sincronizar as cores com a música que está sendo reproduzida no ambiente.
Esse recurso musical utiliza o microfone do celular que está com o app instalado e é mais indicado para uso em festas. A luz muda mesmo – e rápido – de acordo com as batidas da canção em reprodução.
O app também serve para conectar a lâmpada da Elgin a assistentes digitais, como Alexa ou Google Assistente.
Desse modo, usando o aplicativo do smartphone ou um alto-falante conectado, é possível acionar a lâmpada com a voz.
Também dá para comandar outros itens de casa inteligente da mesma marca, como câmeras, por exemplo.
Elgin SmartColor 30W
A Elgin SmartColor 30W é a maior, mais cara e mais potente lâmpada da avaliação. O modelo custava R$ 130 nas lojas da internet pesquisadas em abril e a garantia é de 1 ano.
Quando colocada ao lado da sua “irmã" Elgin SmartColor 10W, dá para entender os motivos de ser a mais cara e maior em tamanho. Apesar do bocal compatível com o padrão E27 (de rosquear), essa lâmpada é muito grande – e não cabe em qualquer luminária.
Lâmpada da Elgin de 30W ao lado da de 10W
Henrique Martin/g1
A fabricante indica que esse modelo de 30W é feito para uso em ambientes com bastante espaço: garagens, varandas e salões de festas. A Elgin, porém, ressalta que essa lâmpada não deve ser utilizada em áreas de churrasqueiras, por conta do calor.
Vale notar que a Elgin SmartColor 30W é o único modelo que o Guia de Compras encontrou com essa potência (e cores) nas lojas on-line. Demais lâmpadas de 30W estão disponíveis apenas na cor branca, sem outras cores ou conectividade wi-fi.
A luz branca é bastante forte e preenche todo o ambiente com muito brilho tanto no modo branco como o colorido, por conta dos 30W de potência.
Isso é equivalente a uma lâmpada convencional de 150W. Em lúmens, são 2.600 – mais que o triplo de algumas das concorrentes na avaliação (Elgin, LEDVance e TP-Link).
A configuração é feita pelo mesmo app Elgin Smart, usado pela lâmpada SmartColor 10W. Dá para programar horários, definir perfis de iluminação e sincronizar a luz com música.
Durante os testes feitos em um spot convencional, foi o único modelo que esquentou bastante durante o uso, sendo necessário esperar esfriar para poder trocar. A recomendação da fabricante de requerer bastante espaço se mostrou bastante válida.
LEDVance Smart+Wifi Clássica A 9W
A LEDVance Smart+Wifi Clássica A 9W é uma lâmpada conectada de configuração rápida e simples, vendida na faixa dos R$ 70 nas lojas on-line consultadas em abril. A garantia da fabricante é de 2 anos.
É o único modelo da avaliação compatível com o padrão Matter para casa conectada.
O Matter é uma espécie de "tradutor universal" para a casa conectada, fazendo com que aparelhos de vários fabricantes – como lâmpadas, câmeras de segurança, aspiradores-robô, fechaduras, entre outros – falem a mesma "língua", usando um só aplicativo, independentemente da marca.
Mas o Matter ainda é muito recente e depende da adoção no mundo real – marcas como Apple, Samsung, Amazon e Google já se comprometeram a lançar produtos compatíveis com o padrão.
Na iluminação, a LEDVance Smart+Wifi Clássica A 9W é bastante parecida com o modelo de 10W da Elgin e o de 8,7W da TP-Link: ótimo brilho na cor branca – ajustável entre tons frios e quentes –, mas mais reduzido nos tons coloridos.
Na hora da instalação, o aplicativo pediu um cadastro rápido com envio de código de segurança por e-mail, a senha da rede wi-fi e encontrou rápido o dispositivo.
Os controles pelo app são mais refinados na comparação com os da Elgin e da Steck. Dá para definir por tom – vermelho ou azul, por exemplo – ao clicar na cor, definindo o nível de saturação e de brilho.
App da LEDVance para controle da lâmpada – com padrão Matter
Reprodução
O aplicativo também tem ajustes de modos de uso (trabalho, leitura, entre outros), permite programação de horários e controle da luz por música, assim como os comandos por voz (com Alexa ou Google Assistente).
Steck RGBW Wi-Fi 12W
Entre as lâmpadas da avaliação, a Steck Lâmpada LED RGBW Wi-Fi 12W é uma das mais poderosas – tem 12W de potência, perdendo nesse quesito apenas para a Elgin SmartColor 30W.
A lâmpada custava R$ 70 nas lojas on-line pesquisadas no início de abril. A garantia da fabricante é de 1 ano.
A potência maior do modelo da Steck reflete em uma luz mais forte e brilhante, tanto no modo branco como colorido. Os 12W do LED são equivalentes a uma lâmpada convencional de 75W.
Dá para ver na imagem abaixo – tirada no escuro, apenas com a lâmpada do teste acesa e na mesma configuração da câmera para todos os modelos – que a Steck permite ver a cor da parede atrás no modo branco, algo mais escondido nas concorrentes.
Steck RGBW Wi-Fi 12W
Henrique Martin/g1
O aplicativo – chamado apenas Steck – é “gêmeo" do utilizado pela Elgin, apenas com cores diferentes.
No teste de 2022, isso foi visto em outras marcas de lâmpadas conectadas, como Geonav, Positivo e Intelbras, que usam uma plataforma chamada Tuya – que é adaptada de acordo com o fabricante, compartilhando os recursos.
App da Steck: igual ao da Elgin
Reprodução
Os recursos de Elgin e Steck são os mesmos, com as mesmas telas para comandar vários aparelhos conectados da marca, ajustar os temas e programações de iluminação, configurar assistentes digitais e até sincronizar a luz com música. Só muda o nome mesmo.
TP-Link Tapo L530E 8W
A TP-Link Tapo L530E é a lâmpada conectada de menor potência da avaliação – 8,7W – mas com os mesmos 806 lúmens (número que indica quanto brilha uma lâmpada) do modelo da LEDVance, de 10W.
O dispositivo custava na faixa dos R$ 70 nas lojas on-line consultadas em abril, com garantia de 2 anos da fabricante.
A iluminação fornecida pela TP-Link Tapo é similar à encontrada na Elgin SmartColor 10W e na LEDVance Smart+.
As luzes na cor branca (com tons quentes ou frios) iluminam bastante, mas as coloridas deixam um pouco a desejar – algo comum a quase todos os modelos da avaliação.
O aplicativo da TP-Link, porém, tem algumas diferenças em comparação com os demais apps. A configuração padrão – com e-mail, código de acesso e senha – é similar aos outros, mas o aplicativo Tapo permite um controle mais refinado da iluminação, como ocorre com o app da LEDVance.
Dá para escolher a cor direto em uma lista, sem precisar ficar navegando por uma roda de cores (como na Elgin e Steck).
O aplicativo para celular Tapo também é o único entre os avaliados com informações sobre consumo de energia das lâmpadas, o que ajuda a entender melhor – e talvez dar uma ideia – do quanto será gasto por dia, semana e mês.
Tapo: com informações sobre consumo de energia
Reprodução
Pelo Tapo, é possível ainda configurar modos de uso predefinidos, , programar os temporizadores de iluminação e até mesmo definir se a lâmpada deve acender aos poucos, com brilho progressivo, em vez de acender com o brilho total de uma só vez.
💡Conclusão
CUSTO-BENEFÍCIO: Entre as cinco lâmpadas testadas, dois modelos apresentam a melhor relação custo e benefício. A Elgin SmartColor 10W, tem um brilho forte no branco, não muito no colorido, mas é a mais barata da avaliação – na faixa de R$ 50 ou menos.
O modelo da Steck também merece destaque por ter a lâmpada de tamanho convencional (tirando a Elgin SmartColor 30W) com o brilho mais forte e que deixa um ambiente colorido ou branco bem iluminado, sem passar a sensação de que fica muito escuro no local.
PARA MAIOR BRILHO: a Elgin SmartColor 30W é, sem dúvida, a lâmpada mais brilhante do teste. Mas é preciso levar em consideração o preço (em torno dos R$ 130) e que ela é um produto grande, que não cabe em qualquer luminária e requer bastante espaço para instalação.
O QUE MUDOU DE 2022 PARA CÁ: Dá para dizer que as lâmpadas conectadas estão mais fáceis de configurar – os apps apresentam menos erros no geral e encontram os dispositivos bem mais rápido.
Apesar de grande parte das lâmpadas de 2022 também estar na faixa dos 800 lúmens, a impressão é que as lâmpadas de 2024 estão mais brilhantes no modo colorido.
E recursos como sincronização da luz com música não existiam na primeira avaliação.
COMO FORAM FEITOS OS TESTES: As lâmpadas foram usadas algumas horas por dia em março, sendo avaliadas as funções de acender e apagar em horários programados, ajustar modos de iluminação (como trabalho, lazer, leitura, foco, por exemplo) e uso de outras funcionalidades, como a sincronia com música ambiente.
As lâmpadas foram escolhidas baseadas em outras marcas populares nas lojas on-line que não tinham sido testadas na avaliação anterior.
Apenas a Ekaza não enviou um modelo. Os produtos foram enviados por empréstimo e serão devolvidos.
ATENÇÃO COM O WI-FI: todas as lâmpadas do teste requerem um roteador compatível com redes 2,4GHz, que fornecem maior estabilidade de sinal pela casa.
As fabricantes indicam que alguns equipamentos fornecidos por operadoras de telefonia, como modems com Wi-Fi, podem não funcionar com as lâmpadas.
Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. 
Saiba o que fazer se o celular cair na água