Smartband: g1 testa 3 pulseiras que são quase um relógio inteligente

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Aparelhos da Huawei, Samsung e Xiaomi chegam perto do que um smartwatch oferece por um preço bem menor. Veja o resultado. Guia de Compras: Teste de smartbands
Veronica Medeiros/g1
As pulseiras inteligentes – ou smartbands – são a maneira mais econômica de começar a acompanhar informações sobre saúde no dia a dia.
Esses produtos oferecem recursos bastante similares aos dos smartwatches (relógios inteligentes), com a vantagem de serem bem mais baratos. Isso ocorre porque eles não têm GPS integrado e usam o celular para acompanhar os trajetos de exercícios ao ar livre.
Porém, as smartbands medem a quantidade de exercícios feita pelo seu dono, o número de passos dados, avaliam a qualidade do sono e ainda monitoram batimentos cardíacos e oxigenação do sangue.
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O Guia de Compras testou três modelos de smartbands que custam na faixa de R$ 350 a R$ 500, com valores consultados nas lojas da internet no meio de abril. Para comparação, um smartwatch sai a partir de R$ 1.400 (veja o teste feito em 2023).
Os modelos avaliados foram:
Huawei Band 8
Samsung Galaxy Fit3
Xiaomi Band 8
Bom lembrar que autoridades de Saúde e os próprios fabricantes alertam que os dados de monitoramento desses aparelhos não substituem acompanhamento médico.
Os testes incluíram o uso por uma semana de cada pulseira, incluindo caminhadas e corridas. Os modelos foram cedidos por empréstimo e serão devolvidos.
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Veja a seguir os resultados e, ao final da reportagem, a conclusão.
Huawei Band 8
As três smartbands variam em tamanho: a Huawei Band 8 é que tem uma tela intermediária – a da Samsung conta com um display grande, e a da Xiaomi, pequena.
A Huawei Band 8 tem uma tela de 1,47 polegadas, medindo 43,4 × 24,5 × 8,9 mm. Seu peso é de 14 gramas sem a pulseira. Tem um botão lateral para acessar os menus e notificações e que complementa o uso do display sensível ao toque.
Seu desempenho é bem similar aos outros equipamentos e é a pulseira mais barata do teste, sendo vendida na faixa de R$ 350.
Huawei Band 8 durante exercício
Henrique Martin/g1
A pulseira, que pode ser trocada, é feita em TPU (termoplástico de poliuretano) – um material bastante flexível e resistente. Ela conta com duas partes, que se encaixam no topo e base da caixa, como ocorre com as pulseiras de relógios convencionais e smartwatches.
O app usado pela Band 8 é o Huawei Saúde, com versões para iOS e Android. Por ele, é feita a sincronia com o celular e o envio de notificações de mensagens e ligações, controle de exercícios, músicas, entre outras funções.
A Huawei criou dois métodos para avaliar as metas diárias.
A primeira é a visualização por círculos que vão sendo preenchidos durante o dia, medindo a quantidade de passos, minutos em movimento e se a pessoa ficou em pé naquela hora (e, se não ficou, alertam com uma vibração para se mexer um pouco).
É algo muito parecido com os círculos de atividade que a Apple usa no Apple Watch.
A outra é mais nova e representada por um trevo de saúde, com avaliação de movimento, qualidade do sono e “humor” (uma métrica que inclui sono, nível de stress e quantidade de passos por dia), como dá para ver na imagem abaixo, no app Huawei Saúde e nos dois concorrentes:
Smartbands: Da esquerda para a direita, apps da Huawei, Samsung e Xiaomi.
Reprodução
Resistente a água, a pulseira pode ser mergulhada em até 50 metros de profundidade. Também mede batimentos cardíacos e nível de oxigenação do sangue.
Para exercícios, o dispositivo consegue monitorar dados de 100 esportes, com detecção automática de corridas, natação e caminhadas. Assim como sua concorrente Xiaomi Band 8, a pulseira da Huawei ajuda seu dono a correr, com planos de treino.
A bateria da Huawei Band 8, com 7 dias de uso, atingiu 20% da carga. A fabricante informa que a bateria dura entre 9 e 14 dias, dependendo da utilização do produto. E que 5 minutos de carga permitem o uso por mais dois dias.
Samsung Galaxy Fit3
A Samsung Galaxy Fit3 é a maior das pulseiras inteligentes, com uma tela de 1,6 polegada, mais larga que a da Xiaomi Band 8.
Também é a mais cara das três, sendo vendida por R$ 500 em abril nas lojas on-line consultadas.
A smartband mede 42,9 x 28,8 x 9,9 mm e pesa 36,8 gramas. Como ocorre no modelo da Huawei, o da Samsung também tem um botão para ajudar na navegação entre os menus e notificações do dispositivo.
O material da pulseira é o TPU, com duas partes que se encaixam no topo e na base da Galaxy Fit3.
Samsung Galaxy Fit3 durante exercício
Henrique Martin/g1
A Samsung utiliza o app Galaxy Wearable, que só funciona com celulares Android, para sincronizar dados com a pulseira inteligente – como gerenciar as notificações, mudar o estilo do visor e ordenar os recursos.
A parte de saúde se conecta com o aplicativo Samsung Health, também apenas para Android, para monitorar exercícios.
A métrica de atividades tem o formato de um coração – que também avalia os passos diários, tempo em pé e em movimento.
A Galaxy Fit3 tem algumas similaridades com os concorrentes, como a detecção automática de exercícios simples e acompanhamento de mais de uma centena de atividades.
E algumas funções diferentes, como a pausa automática de um exercício ao aguardar para atravessar a rua, por exemplo.
É algo que os modelos da Xiaomi e da Huawei não fazem.
Outro recurso único – e que é comum em smartwatches mais caros– é a detecção de quedas do seu usuário. O aparelho consegue "entender" que a pessoa caiu e ativa um modo de emergência para pedir socorro.
A medição de sono também está presente, com os mesmos perfis de bichos (como leão ou urso) usados nos smartwatches da marca, com a intenção de ajudar o usuário enquanto dorme.
Após 4 dias de uso, a bateria do Galaxy Fit3 atingiu 30% da carga. Segundo a Samsung, o produto consegue durar até 13 dias com uma única recarga.
Vale notar que todas as smartbands utilizam um cabo USB com conector magnético que se conecta à parte traseira da pulseira. O da Samsung é o único cabo com conexão USB-C, os demais vêm com cabo USB 2.0, aquele mais tradicional e antigo.
Xiaomi Smart Band 8
A Xiaomi Smart Band 8 é a versão mais recente da smartband e a única das três pulseiras do teste com um design diferente, mais alongado e com as bordas da tela arredondadas. Lado a lado com as concorrentes, é a menor das três.
O produto tem um display sensível ao toque de 1,62”, mede 2,25 x 4,8 x 1,1 cm e pesa 28 gramas. Todos os comandos são feitos pela tela, sem a ajuda de botões, como nas outras duas smartbands do teste.
Sua pulseira em TPU pode ser trocada – mas vale ressaltar que a Xiaomi mudou o método de encaixe das partes. Em versões anteriores do produto, era uma peça única de plástico.
Agora, são duas partes distintas – como em smartwatches, e as pulseiras antigas não servem no modelo mais recente.
Nas lojas da internet, a Xiaomi Smart Band 8 custava R$ 450 em abril.
Xiaomi Smart Band 8 durante exercício
Henrique Martin/g1
Toda a sincronização com o celular é feita com o app Mi Fitness, disponível para sistemas Android e iOS. A Xiaomi diz que a pulseira também compartilha dados com o Strava (que monitora e compartilha dados de exercícios com amigos) e com o Apple Saúde, do iOS.
Como ocorre com as demais smartbands do teste, o aplicativo Mi Fitness sincroniza as notificações do celular para a pulseira, como mensagens do WhatsApp, previsão do tempo e controle de músicas.
Para medir as informações de saúde, o Mi Fitness lembra bastante o Huawei Saúde, com os círculos que devem ser “preenchidos" todos os dias ao cumprir metas de passos, em movimento e o tempo em pé.
A pulseira da Xiaomi também avalia um conceito de “vitalidade" do seu dono, mostrando uma pontuação de zero a 100 na semana – quanto maior, melhor estará a saúde.
O número de exercícios que a smartband da Xiaomi acompanha é o maior das três pulseiras: a fabricante cita 150 modos.
Dá para entender o número alto de funções: vários exercícios de de academia, como levantamento de peso ou agachamento, são contabilizados de forma individual.
A pulseira também consegue detectar exercícios de forma automática, como caminhada, corrida, remo seco, ciclismo e elíptico.
A bateria da Xiaomi Smart Band 8 atingiu 51% de carga em sete dias de uso, alternando datas com e sem exercício. Segundo a fabricante, a bateria pode durar até 16 dias.
Conclusão
MELHOR CUSTO/BENEFÍCIO: no uso diário, as três smartbands são muito parecidas em recursos e duração de bateria. Todas medem um monte de exercícios, conseguem checar batimentos cardíacos, oxigenação do sangue e avaliar a qualidade do sono. A bateria também é parecida nos modelos da Huawei e da Xiaomi.
Pelo preço consultado em abril, a Huawei Smart Band 8 tinha a melhor relação custo/benefício, sendo vendida por R$ 350 nas lojas on-line.
Smartbands, da maior para a menor: Samsung, Huawei e Xiaomi
Henrique Martin/g1
SINCRONIA COM IPHONE: Tanto Huawei quanto Xiaomi sincronizam dados com o sistema iOS, usado pela Apple nos iPhones – notificações, respostas de mensagens e controle de músicas e podcasts funcionam sem problemas.
Só que é uma sincronização parcial: as informações dos exercícios vão para o aplicativo Apple Saúde.
E não seguem para o Fitness, que é usado apenas pelo Apple Watch – e é o app que tem os círculos de movimentos/metas da fabricante do iPhone.
PRECISA SEMPRE DO CELULAR: As smartbands não têm algo essencial aos smartwatches – o GPS integrado para rastrear as rotas dos exercícios e caminhadas ao ar livre. Desse modo, sempre precisam do smartphone por perto para sincronizar os dados – o que pode demorar um pouco mais para acontecer.
ATENÇÃO PARA A TELA: com tamanhos menores em comparação a um smartwatch – com mais área de visualização em telas maiores, enxergar a pequena tela de uma smartband pode ser complicado sob a luz do sol.
A dica aqui é aumentar o brilho do display nas configurações ao sair para fazer uma atividade física – se o nível estiver baixo, a chance de ver as informações é igualmente reduzida (ou quase impossível).
MAIS CONFORTÁVEL: Pelo tamanho menor em relação aos smartwatches, as smartbands têm uma vantagem na hora de usar à noite para dormir – são mais leves e incomodam menos no pulso durante o sono.
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Como escolher um smartwatch

IA pode tornar a previsão do tempo mais exata?

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Meteorologia clássica sempre apresenta elemento de incerteza, pois depende de medições complexas. Há quem veja na inteligência artificial uma alternativa, sobretudo para regiões de infraestrutura mais fraca. Apps de meteorologia aparentam uma confiabilidade impossível na prática
Robert Guenther/dpa/picture alliance/DW
Ao longo das décadas, a previsão do tempo se tornou muito mais exata, graças aos dados que as estações de medição, satélites, navios, boias e também aviões comerciais estão constantemente coletando.
☔🌦️ Na terra e no ar medem-se, por exemplo, temperatura, pressão atmosférica e precipitações. Esses dados são processados em computadores segundo modelos de física, permitindo prognósticos meteorológicos bastante exatos para um determinado período.
No entanto, a atmosfera terrestre é o que se denomina um sistema caótico e conta com o que se popularizou como "efeito borboleta":
Mesmo as menores diferenças de temperatura, pressão, vento, podem ter um grande efeito, até em locais relativamente distantes e com grande defasagem de tempo.
Num sistema caótico tão complexo como esse, não há frequência de medição que baste para garantir certeza: "Mesmo com computadores cada vez maiores, satélites cada vez melhores ou outros sistemas de medição, sempre haverá uma margem de insegurança."
Como previsões absolutas são impossíveis, portanto, a meteorologia opera com probabilidades em relação a chuva, borrascas, tempestades e outros fenômenos.
Por que os apps de meteorologia são às vezes menos confiáveis?
Aplicativos meteorológicos do smartphone se apresentam como extremamente precisos, capazes de "ver dez dias pelo futuro adentro, predizer exatamente como vai ser o tempo", diz Knippertz. Na realidade, eles trabalham com informações fortemente comprimidas.
"Quando um app prevê, por exemplo, '21ºC com leve nebulosidade', o usuário pensa: 'OK, parece muito preciso'." Na realidade, eles estão sujeitos às mesmas inseguranças que os serviços de meteorologia, só que sem qualquer controle de qualidade de âmbito mundial.
Atualmente é um mercado aberto, qualquer um pode lançar seu aplicativo meteorológico e, por exemplo, ganhar dinheiro com publicidade. De onde vêm as informações e como são processadas, a maioria dos operadores comerciais não vai necessariamente querer que a gente saiba.
A inteligência artificial vai melhorar os prognósticos no futuro?
👉 Até agora, a previsão do tempo tem se baseado em modelos físicos, enquanto previsões por meio de inteligência artificial (IA) se baseiam principalmente em dados compilados e têm um caráter mais estatístico.
A inteligência artificial deriva padrões e estruturas a partir dos dados meteorológicos disponíveis, e elabora suas previsões a partir de um algoritmo. Ou seja, ela aprende as leis da física de maneira indireta.
Knippertz admite que os progressos da IA são impressionantes, também na meteorologia. No entanto, como estabelece os padrões a partir de dados do passado, partindo de um valor médio, sobretudo em circunstâncias extremas a IA bate em seus limites.
Por isso no futuro deve-se tentar cada vez mais construir sistemas de previsão híbridos, combinando métodos convencionais com equações físicas e recursos de IA, a fim de continuar reduzindo os riscos de prognósticos errados.
IA pode ser uma alternativa em regiões com pouca infraestrutura?
Como nem todos os locais dispõem de dados de estações de medição, boias, etc., há quem deposite na inteligência artificial grandes esperanças de previsões confiáveis. O meteorologista do KIT é cético.
"Nas regiões do mundo em que até agora há poucas observações, necessitamos mais esforços para fechar essas lacunas, talvez também da comunidade internacional. De olho nos eventos meteorológicos extremos, seria importante para a meteorologia global expandir as capacidades de observação na África, América Latina ou no Sudeste Asiático. Na minha opinião, nenhuma IA pode assumir essa tarefa por nós."
Como as mudanças climáticas afetam as previsões do tempo?
As mudanças climáticas em nada alteram as leis da física e os problemas básicos da previsão meteorológica. No entanto as zonas climáticas se modificam e, com elas, também os eventos extremos.
"Furacões, temporais e também secas podem se tornar ainda mais violentos do que no passado, e o impacto sobre os seres humanos, proporcionalmente maior."
🚨🚨🚨 Daí resultam "novos desafios na previsão, no processo de alerta, mas também na prontidão da população a levar a sério tais alertas e se comportar de forma condizente", observa Knippertz.
Por que os alertas de tempestade costumam ser tão dramáticos?
Em caso de temporal, borrasca ou tempestade, é comum as advertências das autoridades serem mais dramáticas do que o evento meteorológico na prática, o que muitas vezes gera incompreensão e um certo grau de dessensibilização.
"Se os cidadãos são evacuados e depois não acontece nada, costuma em seguida cair uma shitstorm nas redes sociais e na internet: 'Que besteira foi essa? Eles ficaram malucos? Que histeria!'", comenta Peter Knippertz.
Alertas são sempre uma decisão difícil. "Os custos de uma evacuação – dormir uma noite no ginásio de esportes, no colchonete de camping – são, a meu ver, bem pequenos comparando com uma morte cruel por afogamento no próprio porão. Mas acho que para isso há muito pouca consciência e compreensão entre a população."
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Tinder lança ferramenta que ajuda a evitar ‘golpe do amor’; saiba como usar

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Função já está disponível para alguns usuários e permite compartilhar com familiares e amigos informações sobre onde e com quem será o encontro. Tinder lança o recurso para ajudar usuários que querem compartilhar informações sobre o date
Mika Baumeister via unsplash
O Tinder, aplicativo de relacionamento, acaba de lançar uma ferramenta que vai aumentar a segurança dos usuários na hora de sair com um pretendente e pode ajudar a evitar crimes, como o "golpe do amor", onde pessoas são enganadas a partir de conversas em plataformas de paquera virtual.
A função "Compartilhar Meu Date", que já está disponível para algumas pessoas, incluindo brasileiros, permite dividir com amigos e familiares com quem e onde será o encontro.
Saiba o que é o 'golpe do amor' e como se proteger dele
O aviso é gerado pelo próprio aplicativo e as informações de local, data, horário e até uma foto da outra pessoa podem ser enviadas através de um link.
A empresa defende que o recurso serve para melhorar a experiência de quem usa a plataforma, já que "mais da metade dos solteiros (51%) com menos de 30 anos abre aos amigos os detalhes de seus encontros", segundo uma pesquisa feita no próprio Tinder.
Como compartilhar o seu date
Como usar a ferramenta "Compartilhar Meu Date"
Divulgação/Tinder
➡️Na conversa com a pessoa que você marcou o encontro, vá nos três pontinhos que fica no topo da tela e veja se a opção "Compartilhar Meu Date" aparece.
➡️Selecione essa opção e preencha os campos "quem", "quando", "hora" e "onde" com as informações do encontro. Dica: adicione mais detalhes na aba "observações", como se é o primeiro date ou se vocês pretendem fazer algo depois.
➡️Após concluir, escolha com quem você quer compartilhar esses dados.
➡️O contato escolhido irá receber um aviso com todas as informações do seu date.
Proteção contra "golpe do amor"
Apesar de não mencionar os casos de extorsão e sequestros relâmpagos, que ficaram conhecidos como "golpes do amor", a nova funcionalidade pode reforçar a segurança de quem vai sair com um desconhecido.
Os golpes acontecem assim: criminosos usam os aplicativos de paquera para enganar vítimas, se passando por outra pessoa, para levá-las a falsos encontros.
Com o "Compartilhar Meu Date", os usuários podem marcar quantos dates quiserem, com até 30 dias de antecedência. E se os planos mudarem em cima da hora, é possível atualizar a informação no aplicativo, e o link para o amigo também será alterado.
A função está sendo implementada aos poucos, mas nos próximos meses deve ficar disponível para todos os usuários do Brasil e outros países, como os EUA, Reino Unido, Austrália, Canadá, Espanha.
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Para não perder o ônibus: quais apps usar para acompanhar o transporte público em tempo real

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Google Maps e Moovit são opções que mostram a hora exata que o veículo vai passar e qual o melhor trajeto. Veja passo a passo como baixar no celular. Pessoas esperando ônibus no ponto de uma aveniada
Rovena Rosa/ Agência Brasil
Quem nunca perdeu o ônibus por se embaralhar com horários? Aplicativos de mobilidade urbana mapeiam transportes públicos para te ajudar a saber a hora exata que o veículo vai passar e qual o melhor trajeto.
Uma das formas de uso é programar o itinerário. O usuário insere seu ponto de partida e destino, como da casa para o trabalho, por exemplo. O app vai montar a rota, indicando os lugares e horários para locomoção. É possível saber informações de ônibus, metrô e trem.
Nesta reportagem, você saberá:
Quais opções usar?
Como funciona?
Como baixar no celular?
Como usar no dia a dia?
🚌Quais opções usar?
Disponíveis para celulares Android e iPhone (iOS), o Google Maps e o Moovit são as opções mais populares e podem te ajudar.
O Google Maps é gratuito, mas não está disponível em todas as cidades brasileiras. A empresa afirma que o serviço de acompanhamento de transporte funciona em cerca de 150 cidades e nas "maiores capitais do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Belém e Goiânia."
Ao ser questionado sobre as áreas específicas onde o serviço está disponível, o Google respondeu ao g1 que "o Google Maps não compartilha números absolutos".
Já o Moovit pode ser usado em todas capitais do país, bem como em outras cidades menores – confira todas aqui. A plataforma oferece 7 dias gratuitos; após este período, é cobrada uma taxa mensal para não ter propaganda.
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🚉Como funciona?
Os aplicativos precisam usar a localização do celular para conseguir oferecer informações e trajetos. Você pode escolher deixá-la sempre disponível, ou somente durante o uso do app.
Normalmente, quando for usar pela primeira vez a plataforma, o usuário é notificado sobre isso e pode escolher como deseja autorizar.
➡️Planejamento de rotas: os usuários podem inserir seu ponto de partida e destino para obter informações sobre as melhores rotas disponíveis.
Os aplicativos mostram opções de transporte público levando em consideração as condições em tempo real, como condições climáticas e de trânsito.
➡️Horários e itinerários: ambas as opções mostram horários de partida e chegada, além de itinerários detalhados. As plataformas também mostram o tempo de espera.
➡️Notificações e alertas: os usuários podem receber notificações sobre atrasos, alterações de rota e outras informações importantes. Isso ajuda a se manter atualizado sobre o status do transporte público.
➡️Funcionalidades adicionais: além do transporte público, os apps também oferecem informações sobre serviços de transporte por aplicativo (como Uber e 99) e compartilhamento de bicicletas.
Prints mostrando o funcionamento dos apps de transportes
Reprodução
📲Como baixar no celular?
➡️ Para iOS, nos celulares iPhone: em seu dispositivo, pesquise e abra a App Store, a loja de aplicativos da Apple.
Depois, clique no campo de "pesquisa" e digite o aplicativo que desejar. Após isso, clique em "obter" para fazer o download.
➡️ Para Android, nos celulares com sistema Google: procure no celular a loja de aplicativos, a Play Store. Depois, no espaço de "pesquisa", digite o aplicativo de sua preferência.
Em seguida, clique na plataforma e aguarde baixar.
🚎Como usar no dia a dia?
Nos dois aplicativos, é possível utilizá-los de forma planejada, como mencionado anteriormente na reportagem. Também é usual quando o usuário está em um local específico e necessita chegar a um destino, porém não tem conhecimento de como fazê-lo.
➡️O itinerário planejado funciona assim: você faz quase todos os dias o trajeto para o trabalho, por exemplo, e pode deixar programado no app. Tanto para ir, quanto para voltar.
O aplicativo pode mudar a rota, a depender das condições do trânsito.
➡️Quando não souber como chegar ao destino: por exemplo, você está em um lugar desconhecido e precisa chegar à estação de metrô mais próxima. Basta digitar o destino desejado e o aplicativo informará os transportes disponíveis.
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Aplicativo do McDonald’s apresenta instabilidade e clientes reclamam nas redes sociais

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Usuários relatam falhas no serviço do aplicativo de delivery. Empresa afirma que houve uma falha sistêmica e que os estornos serão realizados. Unidade do Mc Donald's na Avenida Dom Pedro I, em Ribeirão Preto (SP)
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O aplicativo de delivery do McDonald's apresenta instabilidade desde domingo, segundo relatos de usuários nas redes sociais. Os problemas são de entrega e estorno de compras. (veja relatos abaixo)
Procurado pelo g1, a companhia esclarece que houve uma falha sistêmica e que os estornos serão realizados. "A rede informa que o SAC segue à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas dos consumidores."
Veja os relatos abaixo.
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Um smartphone sem apps