iPhone ‘antigo’: até qual versão ainda vale a pena comprar?

First Mile: o que se sabe sobre o software espião usado pela Abin
A partir do iPhone 12, o celular da Apple passou a ter 5G. Veja no que prestar atenção na hora da compra de um modelo de gerações passadas e dicas para aumentar a segurança do aparelho. iPhone 13 e iPhone 14
Henrique Martin/g1
an dO m o
O iPhone 15, lançado no final de 2023, é o celular mais recente da Apple.
E nem sempre o preço dele cabe no bolso do consumidor. Existem alternativas: os modelos anteriores, que ainda vão ter atualizações por alguns anos.
Mas qual iPhone "antigo" ainda compensa comprar em 2024?
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O Guia de Compras testou os lançamentos da Apple nos últimos anos e pode te ajudar nessa tarefa.
📡 O primeiro motivo para checar em uma versão mais velha de iPhone é a conectividade.
Apesar de ainda ser um recurso mais caro e para poucos, o 5G é a garantia de ter a tecnologia mais recente no celular de uso diário.
Todos os iPhones desde a versão 12, lançada em 2020, já estão prontos para o 5G.
Essa lista inclui os iPhones 12, 13 e 13 mini, 14 e 14 Plus, 15 e 15 Plus/15 Pro e 15 Pro Max, além do iPhone SE de terceira geração.
📲 O segundo fator é a capacidade de atualização do sistema operacional.
Quanto mais antigo, mais rápido o celular pode se tornar obsoleto e vai perder acesso a novos recursos do iOS, hoje na versão 17.2.
Historicamente, a Apple costuma atualizar os celulares com uma nova versão do sistema iOS por cinco ou seis anos após seu lançamento, dependendo do modelo.
Um iPhone 12 deve ter atualizações até 2025 ou 2026. Já um iPhone 13 deve ter upgrades até 2026 ou 2027 e assim por diante, o iPhone 14 até 2027 ou 2028. Quanto mais recente o lançamento, mais tempo vai durar o smartphone.
💵 E o preço?
Vale notar que não existem "iPhones" baratos, como é comum entre os celulares com sistema Android.
E que a Apple não costuma dar descontos nos produtos em linha, mas reduz um pouco os valores quando uma nova geração é lançada – quase sempre entre setembro e outubro.
Os descontos maiores nos valores acabam sendo responsabilidade das lojas e é preciso pesquisar bastante para encontrar ofertas e descontos.
📶 Diferenças entre os modelos com 5G
O iPhone SE de terceira geração (veja o teste) é o menor dos celulares da Apple, com uma tela de 4,7 polegadas. É também o último "iPhone com botão", sem recursos de reconhecimento facial para desbloqueio do aparelho, apenas com leitura das impressões digitais.
iPhone SE
Nas lojas on-line consultadas, o aparelho estava na faixa de R$ 2.500 a R$ 3.000. É o iPhone mais barato da lista.
Já o iPhone 13 Mini (leia a avaliação) é uma versão em miniatura dos modelos mais avançados da marca. A diferença é a tela menor de 5,4 polegadas (contra 6,1" nos modelos convencionais), mas conta com desbloqueio de tela por reconhecimento do rosto.
iPhone 13 mini
Esse aparelho custava em torno de R$ 5.600 nas lojas da internet pesquisadas no meio de janeiro, somente na versão com 512 GB de armazenamento interno.
Os demais modelos são os iPhones 12, 13 e 14 – gerações que costumam ter preços mais interessantes nas lojas da internet.
Todos têm telas de 6,1 polegadas (o mesmo tamanho do iPhone 15) e contam com pequenas melhorias incrementais nas câmeras e na capacidade de processamento entre uma geração e outra, sem grandes mudanças.
O iPhone 12 (veja o teste) era vendido entre R$ 3.200 e R$ 3.500 nos sites pesquisados no meio de janeiro. Tem a menor duração de bateria estimada pela fabricante – 11h de streaming, contra 15h do iPhone 13, de acordo com a fabricante.
A câmera de 12 megapixels também é a mais "básica" na comparação com os iPhones 13 e 14.
iPhone 12
O iPhone 13 custava na faixa dos R$ 4.000.
E o iPhone 14 estava também nessa faixa de preço – bom lembrar que esses dois modelos são bastante parecidos por dentro e por fora.
iPhone 13
A maior diferença entre eles está nas câmeras: o iPhone 14 veio com o recurso Photonic Engine, que também está presente no modelo mais caro e avançado 14 Pro (veja o teste) e que ajuda a melhorar bastante a qualidade das imagens tiradas em situações de pouca luz.
Qual iPhone comprar, 13 ou 14?
Pelo valor e pela previsão de atualização do iOS por mais tempo (até 2027 ou mais), o iPhone 14 é a melhor opção.
iPhone 14
Mas se o consumidor procura uma câmera mais avançada, a recomendação é partir para o iPhone 15, que tem um zoom aprimorado e um sensor de 48 megapixels, maior que o das gerações anteriores.
E já conta com o conector USB-C no lugar do antigo Lightning.
Qual iPhone escolher? Veja o teste com os modelos 14 e 15
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Dicas para aumentar a segurança ao usar o iPhone
Utilizar o iPhone na rua, no transporte público ou no carro pode ser um risco de segurança, com furtos e roubos ocorrendo em todas as grandes cidades brasileiras.
Mas existem dicas rápidas que ajudam a proteger o aparelho, limitar seus recursos por um período determinado e impedir que curiosos mexam em áreas sensíveis do iPhone.
1) Utilize o app Celular Seguro 📱
O aplicativo Celular Seguro, do Governo Federal, permite que quem tiver o celular roubado, furtado ou perdido possa avisar de uma só vez várias instituições parceiras do governo, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e bancos – veja a lista e como fazer o cadastro.
A ferramenta atua como uma primeira camada de proteção em caso de furto e roubo do celular – o recurso também funciona em aparelhos com sistema Android.
✅O alerta será enviado, ao mesmo tempo, para operadoras de telefonia e bancos que participam da iniciativa. Desse modo, a vítima perderá menos tempo para entrar em contato com cada instituição.
⛔ Não há garantia de bloqueio imediato. As operadoras falam em até 6 horas para encaminhar o pedido e mais 1 dia útil para a linha ser bloqueada. Alguns bancos citam bloqueio imediato, mas outros têm prazo de até meia hora, a partir do recebimento do alerta feito pelo app.
2) Ative o acesso assistivo ⏲
Ativar o recurso de Acesso Assistivo em qualquer iPhone significa deixar o celular com apenas aplicativos selecionados pelo dono para uso.
iPhone 14 Pro com o modo assistivo ativado
Henrique Martin/g1
É um recurso de acessibilidade – também serve para deixar o uso do celular mais fácil para idosos – e sua configuração é simples:
Entre no menu de configurações do iPhone, selecione Acessibilidade.
No final da lista, em "Geral", selecione a opção Acesso Assistivo.
Escolha os aplicativos e o formato (lista ou grade de apps).
Em Ajustes de Código, defina um código de 4 dígitos para ativar e desativar o Acesso Assistivo.
O recurso pode ser ativado com o uso de um atalho: vá a Configurações | Acessibilidade | Atalho de Acessibilidade e selecione a opção Acesso Assistivo. Assim, com três cliques no botão de liga/desliga do iPhone, é possível acionar o recurso de forma mais rápida.
Ao ser ativado ou desativado, o Acesso Assistivo sempre irá requisitar o código de quatro dígitos, que é diferente do código para desbloquear o iPhone.
✅ Em caso de roubo ou furto do iPhone, os apps principais e o sistema – incluindo senhas – ficam "escondidos" e inacessíveis.
⛔ O Acesso Assistivo, quando ativado, não requer senha de desbloqueio para uso – apenas para desativar o recurso. E esse código é de apenas 4 dígitos, que pode ser mais fácil de descobrir.
3) Atualize para o iOS 17.3 🧩
Outra alternativa para aumentar a proteção foi lançada pela Apple em meados de janeiro. É a atualização do sistema iOS para a versão 17.3 com a funcionalidade Proteção de Dispositivo Roubado.
Telas do iOS 17.3 beta com recursos de proteção de dispositivo roubado; versão oficial já está disponível
Reprodução
Para ativar, vá a Configurações | Face ID e Código | escolha Proteção de Dispositivo Roubado.
Esse recurso promete dificultar o acesso a senhas salvas no telefone e barrar mudanças em determinados ajustes (como trocar a senha do Apple ID).
Além disso, um timer de 1 hora, chamado "Atraso de Segurança" será ativado toda vez que o dono do telefone quiser modificar as configurações quando não estiver em um local "familiar" (definido como casa ou escritório, por exemplo).
Telas do iOS 17.3 beta: atraso de segurança não permite alterar senha
Reprodução
✅ Adiciona várias camadas de segurança, incluindo o bloqueio da área de senhas e o tempo maior para conseguir de trocar o Apple ID em locais não autorizados.
✅ Uma hora de vantagem permite ao dono do celular, na teoria, bloquear o iPhone à distância.
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Apple anuncia o lançamento do iPhone 15 e outras novidades

7 dicas para uma relação mais saudável com seu celular

First Mile: o que se sabe sobre o software espião usado pela Abin
O pesquisador Paul Levy dá dicas de como reduzir o tempo e o papel dos aparelhos digitais na nossa vida — algo que ele aprendeu tanto por experiências pessoais como profissionais. Manter o celular fora do quarto ajuda a ter uma boa noite de sono
GETTY IMAGES
Quanto tempo você passa em frente às telas todos os dias?
Um estudo indica que uma pessoa passa, em média, cerca de sete horas por dia em telas conectadas à internet. E este número será ainda maior se o seu trabalho exigir basicamente o uso de um computador.
A maioria de nós usa excessivamente os aparelhos digitais e passa muito tempo trabalhando ou se distraindo em telefones celulares, tablets, laptops ou mesmo óculos de realidade virtual.
Somos acusados de ser dependentes da tecnologia e frequentemente alertados sobre os riscos à nossa saúde física e mental.
Um importante paradoxo neste ponto é que costumamos nos refugiar no mundo digital para escapar das tensões do mundo físico. Mas acabamos simplesmente colecionando outros tipos de estresse físico e digital pelo caminho.
Como pai, fiquei preocupado, há alguns anos, com os efeitos da minha vida digital sobre meu trabalho e minha família.
Fiz algumas pesquisas por conta própria, alterei minha forma de usar os aparelhos e cheguei a escrever um livro sobre os perigos do que chamo de "inferno digital".
Mas foi apenas nos últimos anos que surgiram estudos de longo prazo a este respeito.
Esses estudos reunidos formam um conjunto de conhecimentos significativo e cada vez maior. Com eles, fica difícil ignorar que o excesso de tecnologia pode causar problemas para nós, seres humanos.
É preciso esclarecer que os aparelhos digitais oferecem benefícios significativos, como a conexão, educação e entretenimento. O perigo aparece quando o uso excessivo se torna prejudicial à saúde.
Do ponto de vista pessoal, cansaço visual, dores no pescoço, sono de má qualidade, estresse, lesões por esforço repetitivo de todos os tipos e prejuízos ao funcionamento das mãos são apenas alguns dos sintomas que observei ao longo dos anos, causados pelo meu uso excessivo de telas e aparelhos. E as pesquisas indicam que estou longe de ser um caso isolado.
Se algum desses sintomas descrever você (ou alguém que você conheça) ou você simplesmente sente que passa tempo demais da sua vida em frente a uma tela, talvez meus conselhos sobre como recuperar o controle da tecnologia possam ser úteis.
1. Habitue-se a se afastar conscientemente dos aparelhos digitais
Mantenha os aparelhos fora do seu ângulo de visão e guarde-os quando não estiver usando, especialmente à noite.
Compre um despertador (para não usar o alarme do seu celular) e retire os aparelhos do seu quarto. Você irá dormir melhor sem rolar a tela tarde da noite.
Abandone o hábito de assistir à TV com o celular ao lado. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez, sem se distrair com mais uma tela.
Usar relógios analógicos evita ter que pegar o celular para colocar o alarme
GETTY IMAGES
2. Defina limites de tempo em frente às telas
Tempo demais em frente às telas pode causar dores de cabeça.
Use a tecnologia de forma consciente e empregue funções como notas de voz, que permitem que você siga atualizado nas suas comunicações sem olhar para a tela por muito tempo.
3. Impeça as distrações digitais
As interrupções constantes podem causar estresse físico e mental.
Desligue os alertas e notificações quando quiser se concentrar plenamente em uma tarefa. E mantenha seu celular fora da mesa.
Pesquisas indicam que manter o celular por perto, mesmo se ele não estiver tocando nem vibrando (e até com o aparelho desligado), pode prejudicar seu desempenho.
4. Programe tempo apropriado fora do ambiente digital
A sobrecarga digital causa depressão e ansiedade. Por isso, é importante sair do mundo digital por algum tempo.
Caminhe em meio à natureza, leia um livro, saia para andar de bicicleta – qualquer atividade que afaste você das telas temporariamente.
Quanto tempo você consegue ficar lendo um livro sem olhar para o celular?
GETTY IMAGES
5. Facilite a visualização das telas
O uso excessivo de telas pode forçar os olhos e prejudicar a sua visão.
Não se concentre em telas minúsculas para fazer o seu trabalho, quando ele puder ser feito melhor em um computador, com tela maior.
Reduza a luz azul dos aparelhos e utilize todas as outras características de acessibilidade que possam ser úteis. Comece controlando o brilho da tela e tenha cuidado para que o volume não rompa os seus tímpanos.
6. Assuma o controle do caos da sobrecarga de informações
Organize seu celular, computador e tablet para poder usá-los com mais eficiência. E alguns aplicativos realmente ajudam a tomar as rédeas da sua vida e do trabalho com mais calma e eficiência.
Aplicativos de rastreamento do tempo avaliam quanto tempo que você passa (desperdiça) olhando para a tela – prepare-se para ficar horrorizado!
Nós retomamos o controle dos nossos aparelhos digitais quando ficamos mais proativos no seu uso.
7. Sente-se adequadamente durante suas atividades digitais
Relaxar a postura ao mexer no celular ou se curvar em frente ao laptop irá machucar o seu pescoço e suas costas. Sente-se em posição ereta, faça alongamentos regularmente e exercite-se com frequência – sem o celular.
Seja o dono da sua vida digital
Estas sete orientações devem ajudar você a recuperar a sensação de controle sobre sua vida digital.
Para mim, é tudo questão de dormir e acordar melhor, deixando meu telefone no andar de baixo. É questão de planejar o tempo dedicado ao ambiente digital e momentos específicos em que o celular não tem lugar no que estou fazendo.
E também é questão de aproveitar esses milagres da tecnologia de forma mais satisfatória e empregá-los mais conscientemente.
Gosto de pensar em mim como dono da minha vida digital – e não como mais uma vítima da tecnologia.
* Paul Levy é professor e pesquisador de inovação e liderança digital da Universidade de Brighton, no Reino Unido.
Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em inglês.
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Galaxy A05s, A15 LTE, A15 5G e A25 5G são os novos celulares baratos da Samsung; veja preços

First Mile: o que se sabe sobre o software espião usado pela Abin
Modelos chegam ao Brasil com preços a partir de R$ 999 e estão entre os mais acessíveis da linha 2024, segundo a fabricante. Galaxy A05s, A15 LTE, A15 5G e A25 5G são os novos celulares baratos da Samsung; veja preços
Darlan Helder/g1
Depois de apresentar a sua nova família de topos de linha Galaxy S24 na semana passada, a Samsung oficializou nesta quarta-feira (24) os seus novos celulares acessíveis para o Brasil: Galaxy A05s, A15 LTE, A15 5G e A25 5G.
Os aparelhos estão entre os mais baratos da linha 2024 e chegam com preços a partir de R$ 999 (veja todos os valores ao final da reportagem). Por aqui, eles vão concorrer especialmente com a família Moto G, da Motorola.
📱 iPhone 'antigo': até qual versão ainda vale a pena comprar?
Em relação às gerações do ano anterior, a Samsung afirma ter aprimorado vários quesitos nos smartphones apresentados nesta quarta. Câmeras, memória RAM e processamento (velocidade) foram os pontos de melhoramento.
O A05s é o mais acessível. Ele é uma versão aprimorada do A05, que já estava disponível no mercado nacional. Ambos têm tela Full HD+ de 6,7 polegadas e o A05s vem com taxa de atualização de 90 Hz, que deixa a navegação mais suave.
Com base em pesquisas, a fabricante sul-coreana identificou que ainda há público interessado por celulares 4G, o que explica o lançamento do A15 LTE.
Caso prefira por esse modelo, mas com conexão mais avançada, por mais R$ 300 é possível pegar o A15 5G. Eles têm as mesmas especificações e a única coisa que muda é o processador (veja na tabela ao final da reportagem).
Samsung Galaxy A15 5G
Darlan Helder/g1
Todos eles têm câmera traseira tripla com principal de 50 megapixels de resolução. As demais lentes são de profundidade, ultra-wide ou macro.
Ao g1, a Samsung afirma ter mudado a sua política de atualizações (update). "Estamos oferecendo 4 anos de atualizações de Android. Nós entregávamos isso em modelos topos de linha e, agora, estamos trazendo isso para os celulares de entrada", diz André Varga, diretor de produto da divisão de mobile experience da Samsung Brasil.
No lançamento do S24, a fabricante informou que os novos topos de linha agora recebem 7 anos de update.

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Casa onde Jeff Bezos fundou a Amazon está à venda por R$ 11,4 milhões; veja FOTOS

First Mile: o que se sabe sobre o software espião usado pela Abin
A garagem da residência serviu de 'escritório' para Bezos e a então esposa, MacKenzie Scott, venderem livros pela internet; imóvel está localizado em West Bellevue, nos EUA. Casa nos EUA onde Jeff Bezos fundou a Amazon está à venda por 11,4 milhões
Reprodução/Zillow
A casa onde Jeff Bezos fundou a gigante do comércio on-line Amazon está à venda nos EUA e o novo dono do imóvel terá um pedaço da história da internet. Mas, para isso, ele terá que desembolsar US$ 2,3 milhões (cerca de R$ 11,4 milhões).
Bezos, um dos homens mais ricos do mundo, e sua esposa à época, MacKenzie Scott, alugavam essa casa de um andar e três quartos perto de Seattle (EUA) no meio dos anos 90, quando começaram a vender livros pela internet – a garagem da residência era uma espécie de escritório.
"Bem-vindo ao berço da Amazon – Jeff Bezos fundou a Amazon na humilde garagem desta casa em West Bellevue em 1994", diz o anúncio de venda. "Ela possui uma enorme sala grande, fabulosa cozinha em granito, com luz natural das clarabóias, criando um ambiente luminoso e convidativo".
A casa de 143 m² foi "meticulosamente reconstruída" em 2001, de acordo com o anúncio do agente imobiliário, então não resta muito da época de Bezos. No entanto, pelas fotos, a garagem tem uma recriação da placa original da "amazon.com" que Bezos tinha naquela época (veja na imagem abaixo).
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA
Reprodução/Zillow
De acordo com a história da empresa, na garagem havia apenas um computador, material de escritório básico e uma mesa. No início, apenas livros eram comercializados.
A Amazon afirma que o primeiro livro vendido foi "Fluid Concepts and Creative Analogies: Computer Models Of The Fundamental Mechanisms Of Thought" (1996).
Mas em poucos anos, a big tech se tornou a opção padrão para compradores on-line em todo o mundo, elevando sua capitalização de mercado atual para a colossal cifra de US$ 1,6 trilhão (algo em torno de R$ 7,9 trilhões).
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🏠 Veja outras imagens da casa:
Casa onde a Amazon foi fundada, nos EUA
Reprodução/Zillow
Garagem onde a Amazon foi fundada
Reprodução/Zillow
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Reprodução/Zillow
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First Mile: o que se sabe sobre o software espião usado pela Abin

First Mile: o que se sabe sobre o software espião usado pela Abin
Tecnologia de empresa israelense monitorou irregularmente a localização de celulares de políticos, policiais, jornalistas e até mesmo juízes, segundo a investigação da PF. Sistema é israelense e empresa por trás não apresenta informações sobre ele em seu site. Abin, Agência Brasileira de Inteligência
Jornal Nacional
A Polícia Federa deflagrou uma nova operação na manhã desta quinta (25) contra suposta espionagem ilegal na Abin.
De acordo com a GloboNews, um dos investigados é o ex-diretor da Abin e atual deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que comandou a agência no governo Jair Bolsonaro.
O uso da tecnologia de espionagem, chamada de First Mile e desenvolvida pela empresa israelense Cognyte (ex-Verint), foi revelado em março, pelo jornal O Globo.
A investigação da PF apontou que o software comprado pelo governo usava de GPS para monitorar irregularmente a localização de celulares de servidores públicos, políticos, policiais, advogados, jornalistas e até mesmo juízes.
Naquele momento, quando a denúncia do uso do sistema veio à tona, a Abin confirmou ao g1 que utilizou a tecnologia. O programa foi comprado no fim do governo Temer, a poucos dias da posse de Jair Bolsonaro, e usado até parte do terceiro ano do seu mandato.
"A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) informa que o contrato 567/2018, de caráter sigiloso, teve início em 26 de dezembro de 2018 e foi encerrado em 8 de maio de 2021. A solução tecnológica em questão não está mais em uso na ABIN desde então", afirmou.
O Assunto #1.071: A Abin e o rastreamento de celulares
Apuração da TV Globo e da GloboNews descobriu que, segundo investigadores, há indícios de que o uso do First Mile se intensificou nos últimos anos do governo Bolsonaro.
Na época, a Abin disse que instaurou procedimento para apurar o caso e que todas as solicitações da PF e do STF foram atendidas integralmente (leia a nota na íntegra ao final da reportagem).
O que se sabe sobre o First Mile
Desde março de 2023, o g1 tenta contato com representantes da Cognyte, mas a empresa não tem retornado aos nossos contatos. Em seu site, ela diz ser "líder de mercado em software de análise investigativa", mas não apresenta informações do First Mile.
Em maio de 2019, a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) atestou que a empresa Suntech é a representante e "desenvolvedora do VERINT First Mile – Geolocalização Celular Remota" no Brasil. A Abin não informou se adquiriu o software com a Suntech. O g1 também não conseguiu contato com a representante.
Até aqui, as informações sobre o software dão conta de que:
o First Mile permitia o monitoramento de até 10 mil donos de celulares a cada 12 meses. Bastava digitar o número do contato telefônico desejado no programa, de acordo com O Globo. A tecnologia localizava aparelhos que utilizam as redes 2G, 3G e 4G.
Segundo a Data Privacy Brasil, além de identificar a localização aproximada dos dispositivos, o sistema era capaz de gerar alertas sobre a rotina de movimentação dos alvos de interesse.
Reportagem da revista "Forbes", de dezembro de 2020, que denunciava empresas israelenses que capturam dados de localização de pessoas em vários países, disse que a Cognyte/Verint comercializa todo tipo de ferramenta de espionagem. A partir do número de telefone da pessoa, uma das tecnologias vendidas poderia localizar o indivíduo por meio de torres de celular próximas.
A "Forbes" apontou que, para isso, segundo fontes anônimas, a Cognyte/Verint explora o sistema de vendas de anúncios online.
O que diz a Abin
Leia na íntegra a nota da Abin de outubro de 2023 sobre a utilização do software:
"A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) informa que, em 23 de fevereiro de 2023, a Corregedoria-Geral da ABIN concluiu Correição Extraordinária para verificar a regularidade do uso de sistema de geolocalização adquirido pelo órgão em dezembro de 2018.
A partir das conclusões dessa correição, foi instaurada sindicância investigativa em 21 de março de 2023. Desde então, as informações apuradas nessa sindicância interna vêm sendo repassadas pela ABIN para os órgãos competentes, como Polícia Federal e Supremo Tribunal Federal.
Todas as requisições da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal foram integralmente atendidas pela ABIN. A Agência colaborou com as autoridades competentes desde o início das apurações.
A ABIN vem cumprindo as decisões judiciais, incluindo as expedidas na manhã desta sexta-feira (20) [trecho sobre outra operação da PF que prendeu dois servidores em outubro passado]. Foram afastados cautelarmente os servidores investigados.
A Agência reitera que a ferramenta deixou de ser utilizada em maio de 2021. A atual gestão e os servidores da ABIN reafirmam o compromisso com a legalidade e o Estado Democrático de Direito."
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